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Ansiedade em tempos de coronavírus: o retorno pós-quarentena

Ansiedade em tempos de coronavírus: o retorno pós-quarentena Resumo
Psicologia

Este microbook é uma resenha crítica da obra: Ansiedade em tempos de coronavírus: o retorno pós-quarentena – parte ll

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Também disponível em audiobook

Resumo

Fases desse “novo normal”

O que é considerado normal em termos de ações, respostas, atitudes e pensamentos em um dado momento na vida pode mudar de status em outros períodos de nossa existência.

Por tal motivo, qualquer “normal” pode ser entendido, exclusivamente, dentro de um determinado contexto. Ao refletirmos em nosso “novo normal” chegamos à conclusão de que o aceitaremos apenas enquanto ele se adequa à realidade vivenciada.

A situação atual é composta pelas regras que nos foram socialmente impostas. Logo, quando esse momento se alterar e, assim, outras variáveis se sobrepuserem, é natural que outros “novos normais” entrem em cena.

Pensando nisso, a autora descreve as diferentes fases do tempo presente para ajudar os leitores a se organizarem melhor no desafio diário de adaptação, sobrevivência e crescimento pessoal.

A descoberta do coronavírus

A primeira fase trouxe, para muitos, sentimentos como pavor, inconformismo, negação e resistência. Diversos indivíduos se sentiram ameaçados e temerosos, isolando-se em casa antes mesmo que a quarentena fosse oficialmente decretada.

Além disso, antes do período de isolamento social, milhares de pessoas ao redor do mundo correram para estocar tudo o que podiam adquirir nos supermercados e farmácias.

O desespero provocado pelo temor da carência de bens de primeira necessidade justificaria esse comportamento. Todavia, é muito difícil que, durante a fase de descoberta do Covid-19, alguma pessoa tenha conseguido uma rápida sensação de bem-estar.

Para Araújo, isso pode ser explicado pelo alto nível de incerteza quanto aos fatos concretos e a desconfiança generalizada nas informações transmitidas ao grande público.

Quarentena, isolamento social e lockdown

Muitas pessoas, ainda imersas nos sustos provocados pelo fluxo de informações desencontradas, foram pegas de surpresa, passando a vivenciar lockdowns, isolamento social e a quarentena.

Até mesmo quem permaneceu trabalhando teve sua rotina drasticamente alterada. Assim, começamos a passar muitos dias em casa, refletindo e tentando nos adaptar à nova realidade. Alguns, enxergaram vantagens no trabalho remoto: menos exposição, menos trânsito, dentre outros problemas.

Pós-quarentena

O desejo de sair de casa parece, de acordo com a autora, uma espécie de “grito de liberdade”. Mas, isso não é válido para todos. Alguns indivíduos se desesperam por não sair, enquanto outros afirmam que sairão apenas quando existir uma vacina.

Nesse ponto, inicia-se uma nova fase para a readaptação. Afinal, abandonar um padrão ou regressar a ele não é algo simples. Para ser bem compreendida, Araújo oferece o seguinte exemplo.

Ao se mudar de um país, é natural pensarmos que, por melhor que seja essa mudança, será necessário se adequar a uma nova cultura, idioma, estilo de vida e regras de convivência.

Não obstante, quando uma pessoa mora no exterior e regressa ao seu país de origem após algum tempo, ninguém espera que essa adaptação seja sofrida. A fim de sustentar sua argumentação, a nossa autora cita estudos que comprovam a sensação de estranhamento de quem regressa.

Muitas coisas, obviamente, mudaram desde que a pessoa deixou sua terra natal. Desse modo, as experiências que terá, a partir de agora, não serão como antes, isto é, como as lembranças retidas em sua memória.

Não é só o tempo, mas, também, a assimilação dos novos hábitos é um fator que não deve ser negligenciado. Portanto, o retorno enseja um novo reaprender. Dito de outra forma, a adaptação é necessária, mesmo que seja para promover o retorno.

A cura

Essa fase, infelizmente, ainda não chegou. Mas, as pessoas, de modo geral, a sentem como o que a autora chama de “o dia de ser feliz”. Você, certamente, já se sentiu assim: “quando tal fato ocorrer, eu ficarei feliz”, não é mesmo?

Entretanto, a felicidade não é como um local para o qual podemos ir. Antes, ela deve ser encontrada no caminho percorrido, ou seja, no processo de apreciar o percurso, contemplar a paisagem e ter qualidade de vida.

Em outras palavras, não é recomendável identificar a felicidade com o acontecimento de algo que pode se concretizar – ou não. É claro que a autora deseja que a cura chegue o quanto antes e atenda a todos indiscriminadamente.

A vida deve ser menos assustadora e mais leve do que tem sido. Não obstante, quando essa fase chegar, é fundamental que ela lhe encontre em bom estado físico e emocional.

Agora que chegamos à metade da leitura, vamos focar em outros aspectos cruciais relacionados à ansiedade em tempos de coronavírus, tais como a consciência do tempo, o exercício da resiliência, a capacidade de adaptação e, por fim, a importância de descobrir o seu propósito de vida.

Consciência do tempo

Alguns estavam bem adaptados ao próprio dia a dia antes do surgimento da pandemia. No entanto, muitos ainda buscavam o equilíbrio. Um bom exemplo disso pode ser encontrado no fato de que nem todas as pessoas conseguiam solucionar relacionamentos problemáticos, fazer atividades físicas ou atingir o peso ideal.

A partir da chegada do coronavírus, houve a desestabilização de todos esses processos. Segundo a autora, sempre que ficamos desequilibrados e saímos do eixo abrimos as portas para emoções negativas, como a ansiedade.

Não se esqueça da relevância do seu modo de olhar para a própria vida, a fim de compreender que nem todas as pessoas estão, exatamente, no mesmo momento em que você está;

É por isso que Araújo rejeita o senso comum, segundo o qual, “estamos no mesmo barco”. Isso não era correto nem mesmo antes da pandemia. Com efeito, todos estamos enfrentando, apenas, um mesmo problema.

Resiliência e adaptação

A resiliência é imprescindível para que, após situações estressantes, as pessoas consigam voltar ao seu “ponto de equilíbrio", ao seu centro, ao seu eixo e o seu modo próprio de ser.

Indivíduos resilientes não se perdem em meio aos problemas e dificuldades; não ficam ruminando erros passados e, tampouco, se culpam ostensivamente. Colocar em prática o conceito de resiliência implica em conseguir, a despeito das inúmeras adversidades, permanecer motivado rumo aos objetivos e ao bem-estar.

Por sua vez, o conceito de adaptação é, segundo a autora, ainda mais importante. De fato, é necessário se adaptar antes de entrar em ação para realizar as mudanças que você julgar necessárias.

Tenha em mente que, ao aceitar as condições do presente não implica em concordar com elas ou apreciá-las. Respeitar as situações, as condições, o momento e o tempo é uma condição indispensável para manifestar o respeito que você tem consigo mesmo e com os outros.

A importância de descobrir o seu propósito

Há muitas pessoas que, de certa forma, “aproveitaram” esse momento de pandemia para iniciar novos projetos, despertando temas que estavam engavetados e resgatando sonhos guardados.

A imperiosa necessidade de adaptação levou com que buscassem uma espécie de válvula de escape, a fim de desafogarem algumas de suas frustrações precedentes. A existência da quarentena e a dificuldade de ficar sempre em casa, embora difíceis, ajudaram muitos a mergulharem em suas próprias ideias, visando obter melhores resultados pessoais.

Nisso reside a importância do propósito: ao criarmos um senso maior de pertencimento, atribuindo sentido ao que fazemos, a consequência pode ser sentida na elevação da motivação e na multiplicação de emoções positivas.

Notas finais

Cumpre ressaltar, por fim, que o mundo de hoje já não é o melhor para nosso bem-estar. A necessidade de afastamento social, o distanciamento físico e a utilização adequada de máscaras são cruciais para a nossa sobrevivência.

Para lidar satisfatoriamente com a sua própria vida, é primordial aceitar a nova realidade. Estamos no caminho de obter a melhora, contudo, ainda não chegamos ao fim dessa jornada. Se você estiver plenamente consciente disso, tudo ficará bem.

Dica do 12’

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