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The Fine Art of Small Talk

The Fine Art of Small Talk Resumo
Desenvolvimento Pessoal

Este microbook é uma resenha crítica da obra: The fine art of small talk: how to start a conversation in any situation

Disponível para: Leitura online, leitura nos nossos aplicativos móveis para iPhone/Android e envio em PDF/EPUB/MOBI para o Amazon Kindle.

ISBN: 978-0-3494-0424-0

Editora: Piatkus

Também disponível em audiobook

Resumo

Sempre tome a iniciativa

Apesar de não ser fácil tomar a iniciativa, é preciso afastar a timidez em algum momento, não é mesmo? Você sabia que o próprio Abraham Lincoln (célebre presidente estadunidense) se sentia deslocado quando precisava falar em público?

Surpreendentemente, um dos homens mais importantes da história dos Estados Unidos era um indivíduo taciturno que preferia o aconchego de um quarto privativo do que os grandes discursos políticos de sua época.

Mas, isso não o impediu de realizar grandes feitos e gravar seu nome na história. Em outras palavras, ele tomou a iniciativa. Essa é a primeira coisa que você deve ter em mente ao se deparar com uma situação que lhe retire de sua zona de conforto.

Então, tome a iniciativa de caminhar resolutamente até o seu objetivo, sorrir gentilmente e se apresentar às pessoas. A autora garante que isso funcionará. Incentive o seu parceiro ou parceira a fazer o mesmo.

Será um bom começo dizer, por exemplo, “prazer em lhe conhecer, meu nome é Fernando e o seu?”. Coloque essa dica em prática e comprove os resultados por si mesmo, exceto se o seu nome não for Fernando.

Não deixe o diálogo acabar por aí. Antes, familiarize-se com seus interlocutores e os incentive a contar mais sobre suas vidas, deixe que outras pessoas participem da conversa e fale com eles igualmente. Lembre-se de ser gentil e polido.

Aprofunde-se no assunto que estiver em debate

Caso se depare com um grande desafio, como se aproximar de um contato para fazer networking ou falar com uma bela garota, evite abordar assuntos superficiais. Nesse sentido, tente introduzir questões mais profundas, ou seja, aquelas que podem levar você a desenvolver assuntos que gerem maior volume de diálogo.

Certifique-se de que o outro saiba que você está realmente interessado no que eles têm a dizer, a fim de que compartilhem seus sentimentos, ideias e desejos. Ainda que não tenha sido você a iniciar a conversa, atue para desviar o tema para os tópicos mais interessantes possíveis.

Fique atento ao que está sendo dito para deixar a melhor impressão

Todos adoramos quando somos ouvidos. E isso certamente ocorrerá se você iniciar uma conversa. Nela, é crucial ouvir ativamente o que a outra pessoa diz. De fato, segundo a autora, “ouvir é muito mais importante do que dizer a coisa certa”.

Além disso, mostre que você está ouvindo. É necessário fazer com que o interlocutor sinta que realmente está sendo escutado. Isso pode ser realizado com sugestões verbais, com perguntas de acompanhamento acerca de algum detalhe específico, com respostas entusiasmadas ou, até mesmo, mediante uma linguagem corporal apropriada.

Cruzar os braços ou dedicar mais atenção ao seu celular, por exemplo, são formas de impedir o fluxo de qualquer conversação. Em vez disso, incline-se em direção ao outro, acene com a cabeça ou sorria enquanto olha em seus olhos. Tais atitudes definitivamente informarão que você está interessado no diálogo.

Consequentemente, a outra pessoa construirá uma boa impressão a seu respeito. Quando quiser encerrar a conversa, basta ser cortês e, se for apropriado, comprometer-se a realizar um novo encontro.

Agora, que chegamos à metade da leitura, você conhecerá algumas das mais importantes estratégias da autora. Dessa maneira, você saberá como se retirar de uma conversa, empregar sinais ambientais para potencializar as suas habilidades comunicacionais, planejar “quebra-gelos” e muito mais.

Retire-se da conversa com sinceridade e elegância

Fine sustenta que uma conclusão ruim pode afetar toda a interação, independentemente de como a conversa fluiu. Portanto, é altamente recomendável fazer uma tentativa honesta de se retirar com elegância, seja qual for a sua impressão pessoal a respeito do outro.

Felizmente, há diversas formas para terminar qualquer conversa com habilidade. Obviamente, existem particularidades a serem observadas em cada caso, de modo que você deve estar disposto a julgar o que melhor se adequa à situação. O principal é voltar ao tema e à parte mais importante do diálogo. 

Se você desejar retomar a conversa futuramente, trocar e-mails é uma ótima alternativa. Por fim, mencione o que fará a seguir e, quando estiver pronto para encerrar, despeça-se educadamente.

Empregue sinais ambientais e perguntas variadas para manter a conversação

O famoso “silêncio constrangedor” é uma das piores coisas que podem ocorrer durante uma conversa. A autora enfatiza que o melhor a fazer é não depender do outro para iniciar e manter um diálogo.

Quando o silêncio se instaurar, assuma a responsabilidade de colocar a conversa de volta nos trilhos. Dessa forma, uma das maiores vantagens de fazer perguntas abertas consiste, justamente, em impedir as pausas e mudar os rumos de um bate-papo.

Nossa autora sugere utilizar o acrônimo FORM (sigla inglesa para “família, trabalho, lazer e assuntos diversos”, em tradução livre). Lembrar desses temas pode lhe ajudar se você encontrar dificuldades em formular perguntas abertas.

Os três primeiros itens da sigla são claros. Mas, os “assuntos diversos” oferecem a chance de exercitar a sua imaginação e criatividade. Você pode perguntar a uma pessoa que conheceu recentemente, como um gancho para iniciar a conversação, qual série ela está acompanhando ou livro que esteja lendo, por exemplo.

Caso esteja em uma discussão em grupo, pergunte aos demais como eles se conheceram. Mesmo que possa haver algum “silêncio constrangedor” no início, lembre-se de que não é recomendável fazer perguntas pessoais nesse tipo de ocasião.

Decore o nome das pessoas e prepare “quebra-gelos”

Você já esteve em uma situação na qual, embora esteja conversando com a pessoa pela primeira vez, se sente confortável com o diálogo? Saiba que essas pessoas raramente fazem isso por coincidência. Isso significa, de acordo com Fine, que a criação de um ambiente agradável é realizada intencionalmente.

A maioria tende a desejar que terceiros se encarreguem de continuar as conversas. No entanto, orientar uma discussão traz à tona emoções positivas que levam as pessoas a quererem trabalhar ou socializar com você. Isso já foi amplamente demonstrado em pesquisas realizadas por comunicadores especializados.

Concentre-se em decorar o nome de cada indivíduo ao qual se dirigir. Continue facilitando a interlocução quando novas pessoas se juntarem, apresentando-as sempre utilizando seus próprios nomes.

Essa iniciativa foi realizada pela própria autora, durante uma reunião de trabalho. Ela se apresentou aos três primeiros participantes que estavam em sua mesa. Quando os outros integrantes da reunião chegaram, ela se apresentou primeiro e, depois, os demais.

Ao fazer isso, um cenário amigável foi estabelecido e ela passou a ser vista como a líder natural do grupo. A seguir, você pode criar tópicos de discussão depois das apresentações. Dito de outra forma, trata-se de criar “quebra-gelos” com antecedência.

Notas finais

Mesmo que você não seja uma pessoa tímida, há momentos nos quais está mais distraído ou reservado, não é mesmo? Em vista disso, os passos simples apresentados pela autora podem ser muito úteis.

Basta colocá-los em ação. Inicie conversas, dê o primeiro passo, faça o outro se sentir ouvido e, com certeza, seus relacionamentos serão cada vez melhores. Comece com um bate-papo e dimensione uma conexão mais profunda com as pessoas que são importantes para você.

Dica do 12’

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Quem escreveu o livro?

Debra Fine é palestrante motivacional e especialista em todos os elementos que envolvem as... (Leia mais)