Ousadia Resumo - Raiam dos Santos

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Ousadia

Ousadia Resumo
Autoajuda & Motivação

Este microbook é uma resenha crítica da obra: 

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Resumo

A juventude é conhecida por sua ousadia e audácia. É com isso que muitos jovens conseguem conquistar proezas jamais imaginadas pelos adultos. E este livro fala sobre um desses jovens, Raiam, um adolescente que por diversas rotas incertas, com erros e acertos, conseguiu conquistar o mundo e se aventurou por milhões de lugares.

Precisando de inspiração? É um jovem com desejos de mudanças? Este microbook pode lhe fornecer o conteúdo que tanto procura. Ideal para ser lido em momentos de descontração.

Raiam dos Santos é um YouTuber, palestrante, formado em Economia e Relações Internacionais, e hoje, é um nômade digital que fatura mais de R$ 1.000.000 ao mês. Outro livro de sua autoria é "Hackeando Tudo", um best seller e uma de suas obras mais vendidas de sua história. Conheça mais sobre o crescimento deste homem e como ele chegou ao ápice da vida iniciando sua carreira aos 15 anos.

O início de tudo

Sua jornada começou nos Estados Unidos aos 15 anos de idade, como estudante intercambista de High School. O sonho meticulosamente construído em sua mente baseado meramente nas suas vontades, como todo sonho, não assemelhou-se muito com a realidade. Apesar de ter escolhido morar em San Diego, a imagem da série popular nos anos 2000 “The O.C” pouco tinha a ver com o colégio público que frequentava. Com mais de 5000 estudantes, ali se encontravam alunos dos bairros mais “barra pesadas” da cidade. O resultado? Uma certa dificuldade em se encaixar em um grupo.

Raiam, negro, latino e pretendendo ficar longe de confusão, encontrou seu lugar junto ao time de futebol americano. Usou sua experiência do futebol brasileiro para se tornar o Kicker – chutador – do time San​ ​Diego​ ​Cavers.

Esse foi o seu primeiro contato com os Estados Unidos e não seria o único. Cursou Relações Internacionais na Pennsylvania – fazendo parte do time de futebol americano - e, neste período, deparou-se com experiências únicas dentro e fora da faculdade. Da Índia à Pamplona, Raiam vivenciou a hospitalidade do povo indiano e a euforia do espanhol - pelo menos em tempos de tourada.

No meio do fervo político

Em 2008 iniciou a possibilidade de uma revolução política ao disputar a presidência dos Estados Unidos o negro, descendente de árabe, Barack Hussein Obama. Raiam, infelizmente, não poderia votar, mas poderia participar ativamente para a campanha de alguém que, de certa forma, o representava. E foi o que ele fez. Na Filadélfia, o fervor se espalhava pelas ruas com o discurso do então candidato. Foi ali que Raiam ouviu a vitória do primeiro presidente negro dos EUA e celebrou junto aos americanos como se fosse final de Copa do Mundo entre Brasil e Argentina. “A alegria não tinha cor nem classe social”.

De Florença a Paris

Raiam aproveitava cada oportunidade que lhe aparecia. Nas suas férias, ganhou uma bolsa de estudos para a Europa. Com o foco inicial de aumentar suas notas e dar um upgrade no seu currículo, Raiam foi à Florença estudar na medieval ​Università​ ​Firenze. Com um foco em mente, o caminho planejado começou a ser desviado diante das tentações que a bela cidade italiana oferecia. Muitas festas, viagens, aventuras e, claro, estudos, fizeram desta uma época inesquecível.

De Paris ao Marrocos?

A profissão do pai de Raiam - piloto de avião – rendia algumas vantagens, ou seja, a passagem custava zero reais em algumas companhias aéreas. Essa regalia foi muito aproveitada pelo filho, que ia de um país a outro sem grandes preocupações. Porém, a tal vantagem valia apenas enquanto havia assentos livres. A partir daí, era cada um por si e esperar tornava-se a única saída.

Foi o que aconteceu na sua quase viagem ao Marrocos.

  • Tentativa um: 44º da lista de espera. Resultado: uma noite mal dormida no chão do aeroporto;
  • Tentativa dois: um dia depois e 32º da lista;
  • Tentativa três: mais um dia de espera e um voo direto para o Brasil.

Realizando sonhos

No Brasil, foi convidado para fazer parte de uma mesa redonda em um programa televisivo na rede bandeirantes. Naquela época – em 2009 – o programa Pânico estava no auge com um personagem que se tornou fenômeno nacional: o Zina. Antes guardador de carros, agora integrante, junto com Sabrina Sato, de um dos programas de maior audiência da época. Raiam, aos domingos, assistia o programa pelo Youtube, o que rendia boas gargalhadas.

Em São Paulo, decidiu ir atrás do Zina. Depois de horas, o boca a boca o levou até o bairro do Panamericano. Lá, subiu como conhecido do Kléber, Saruê e Ivanzinho – nomes mencionados por Zina no programa. Reconheceu o cenário, criou coragem e se dirigiu até o bar da Tia do Caldo e do Passarinho. Contando que veio dos Estados Unidos para ver seu ídolo – o que não deixava de ser verdade – ganhou a solidariedade do pessoal ali presente. O resultado? Foram chamar o Zina. Depois de horas de espera, já que o fenômeno do Brasil estava dormindo, ele apareceu. Conversou, riu e tirou foto com o Zina. Ao final, conseguiu entrar na lista para ganhar um “salve” no programa. Por R$5,00.

Carnaval holandês, pode acreditar

Raiam aproveitava cada oportunidade que tinha para conhecer novos lugares e era mais ou menos assim: a cada novo amigo que fazia, uma nova aventura. Foi neste mesmo esquema que acabou conhecendo três países em um dia só, porém não se engane, a história não é assim tão animadora.

Guillaume era um holandês gente boa que Raiam conheceu em Barcelona durante o intercâmbio. Sua vontade de conhecer o país somado a insistente afirmação do holandês de que não havia concorrência para o carnaval de Masstricht, levou o brasileiro e seu amigo colombiano Dan a aceitarem o convite de Guillaume e conferir, céticos, o tal carnaval.

Por 10 euros – não era toda companhia que Raiam conseguia voar de graça – conseguiram um voo rumo à cidade do amigo. Já no aeroporto, Dan esqueceu o passaporte e, sem muitas alternativas, Raiam foi sozinho para a Holanda. Feito o check-in no país número um, foi, junto com Guillaume, em meio a uma enorme quantidade de neve, até a cidade antes mencionada. Brasileiro erra caminho, certo? Pois é, holandês também. E foi assim que ao invés de chegar em alguma cidadezinha simpática da Holanda, ambos fizeram check-in no país número dois, a Bélgica. Claro que, com todo respeito, se perder entre Holanda e Bélgica não tem aquela adrenalina dispensável que surge quando o erro em questão acontece em terras Tupiniquins.

Ainda sobre o carnaval

Já no caminho correto, Raiam e o amigo holandês ficam sabendo que Dan conseguiu um outro voo que chegaria no final da tarde em um aeroporto um tanto longe, em torno de 45 minutos de distância. Até aquele momento, Raiam pouco usara as pernas, permanecendo sentado pra lá e pra cá dentro do carro e ainda faltava muito para aquele dia ser como havia planejado.

No fim da tarde, lá estavam à espera do amigo que não apareceu. Foi aí que souberam que a companhia aérea que estava trazendo Dan pousava em outro aeroporto, um pouco mais longe, 1 hora e 45 minutos, ou melhor, na Alemanha. E foi desta maneira que fizeram o check-in no terceiro país no mesmo dia. O carnaval? “Meia boca” para os padrões latino americanos.

Rumo ao Marrocos

Na Espanha, Semana Santa é levada a sério e o feriado é de segunda a sexta. Foi nesse clima que Raiam se preparou para uma viagem dos sonhos que incluía o sul da França e Marrocos. Com um clima de festa, ele, um amigo e quatro amigas saíram de Barcelona rumo à mais uma aventura. Chegando na França, o primeiro impasse. Lembra do Dan? Pois é, desta vez ele perdeu o passaporte junto com todo o dinheiro para as reservas dos hotéis. Resultado? Raiam seguiu viagem com as quatro meninas.

Visitaram as praias de Málaga e Marbella e de lá iriam para Algeciras, onde pegariam um ferry boat para a África. Duas horas depois, estavam no seu destino final. Lembrando do livro O Alquimista, de Paulo Coelho – onde o Santiago, protagonista da história, foi assaltado no mesmo porto em que se encontravam - Raiam ficou alerta, temendo que ele ou uma das suas companheiras de viagem fossem roubados.

Não deu outra. Ao abrir a porta da cabine do trem, uma das garotas teve a mochila roubada com todo seu dinheiro e passaporte. Já em Fez, reportaram o roubo para as autoridades e, em um Francês precário, Raiam tentou explicar o ocorrido da melhor maneira que conseguiu.

Antes de resolver esse contratempo com as autoridades marroquinas, nada de turismo para Raiam e sua amiga. Durante dois dias, ficaram em função da ocorrência, indo de um lugar para outro a fim de conseguir emitir um novo passaporte necessário para o retorno. Por fim, conseguiram e se juntaram às outras para, finalmente, “turistar” por Fez.

Da universidade para a vida

Faltando 6 meses para a formatura, Raiam começara a procurar possíveis possibilidades, já que seu futuro próximo estava incerto. Com a ajuda de seu mentor, conheceu grandes executivos do mercado financeiro americano em Nova York e, a cada conversa, torcia para ser chamado para uma entrevista. Um chamou mais sua atenção; um dos diretores do Citigroup era negro, havia estudado na mesma universidade que Raiam, falava muitos idiomas e, obviamente, era bem-sucedido.

Com o final do curso chegando e nenhuma proposta de emprego a vista, Raiam aproveitou para ir visitar os amigos que fez em Barcelona. Como desde os 18 anos investia na bolsa de valores, tinha uma poupança guardada. Com isso, pegou o avião até sua conexão em Frankfurt para, chegando lá, ser informado que os voos haviam sido cancelados devido a uma nevasca no período da manhã. Sem alternativas, foi dar uma volta pelo centro da cidade.

Para sua surpresa, quando voltou ao aeroporto, pronto para esperar, encontrou o diretor do Citigroup que havia conhecido há uma semana em Nova York. Depois de uma hora de conversa, o aeroporto reabriu e cada qual seguiu seu caminho. Meses depois, o diretor por quem tanto Raiam se afeiçoou o chamou para uma entrevista e foi assim que conseguiu seu primeiro emprego, aos 20 anos, em Nova York.

Comemorando o novo emprego

É comum, quando se é contratado por um grande banco de investimentos, receber uma quantia prévia em sua conta bancária, mesmo antes de iniciar o trabalho. Foi isso que aconteceu com Raiam e ele aproveitou, faltando alguns dias para a formatura, para matar a saudade, de novo, de Barcelona. Lá, resolveram ir ao ESN​ ​Ibiza​ ​Week, um evento com duração de uma semana que reúne, todo ano, intercambistas da Europa inteira.

Raiam já havia ido com o amigo Guillaume há um ano atrás, porém, como o ingresso custava 300 euros, Raiam decidiu ir por conta – depois de ter tentando um desconto considerável com uma conhecida que trabalharia na organização. A alternativa foi ir até Ibiza, comprar o necessário em uma papelaria e colocar seus dotes criativos a prova. O resultado foi uma pulseira de extremo bom gosto e, o melhor, quase igual à original. Ele e um amigo que também não estava disposto a pegar tanto para entrar, foram até o local exibir suas pulseiras recém produzidas. Passaram ilesos pelo primeiro segurança, mas, na entrada, quem estava organizando era a conhecida que Raiam havia pedido desconto. Ela sabia. E foi assim que Raiam se viu expulso antes mesmo de entrar na festa. Seu amigo entrou sem problemas.

Desta vez, com a conta bancária ajudando, compraria o ingresso; pelo menos é o que achou. Naquele ano, as regras mudaram e a festa passou a ser exclusiva de intercambistas. Raiam voltou para a Filadélfia novamente sem conhecer o famoso ESN​ ​Ibiza​ ​Week, porém a tempo de participar da própria formatura.

De Madri à Ferrari

Depois de ter constatado, em Madrid, a importância das conferências, Raiam decidiu que sempre que possível participaria das conferências​ ​anuais​ ​da​ ​Wharton​ ​Business​ ​School​ ​na​ ​Europa. Naquele ano, pediu suas férias já pensando em participar do evento que seria em Milão, capital financeira da Itália.

Além dos seminários apresentados, o ​networking é, de longe, o que mais atrai os profissionais. É ali que você conhece pessoas, compartilha ideias, faz contatos com investidores do mundo todo, entrega e recebe cartões.

Além de toda essa movimentação, o comitê de organização oferecia, para os participantes, passeios exclusivos. Parte do grupo presente iria se esbaldar em vinhos e queijos no centro da cidade e a outra parte – a sortuda, por assim dizer – iria conhecer nada menos que a fábrica da Ferrari.

Raiam, sem muita sorte em sorteios, ficou entre os que deveriam passar uma tarde tranquila bebendo e comendo, porém ainda tentaria sua última cartada. Quando os 50 sorteados seguiram para a van responsável por levá-los até a fábrica, Raiam ficou a espera de um lugar no fundo, uma sobra. E não é que deu certo? Sobrou mesmo um lugar na van e lá foi Raiam para a Ferrari, driblando a má sorte.

O tour para turistas consistia apenas no passeio pelo museu da fábrica. Já o grupo exclusivo da conferência, tinha direito a visitar espaços restritos aos funcionários, como a linha de produção, o escritório do dono, a oficina da equipe de Fórmula 1 e, claro, o museu.

E não é que essas conferências sempre valem a pena mesmo?

Em busca do ouro olímpico

Raiam conseguiu convencer seu chefe a deixá-lo trabalhar por uma semana no escritório de Londres, cidade sede das Olimpíadas de 2012. Com isso, sua busca por ingressos para a final de futebol entre Brasil e México começou.

Com dinheiro emprestado – pois havia gasto grande parte da sua poupança mudando-se para um apartamento no East Village – Raiam voou até a cidade da Rainha ainda sem ingresso. Foi direto para o escritório do banco​ ​em​ ​Canary​ ​Wharf​ e, entre uma ligação e outra, continuava sua busca pelos seus contatos londrinos. Acabou conseguindo um ingresso de um cliente de um amigo, que não conseguiu sair dos Estados Unidos por conta da demora na emissão do passaporte. Assim, pegou o ingresso com a família do cliente já em Londres e caminhou rumo à final das Olimpíadas, sonhando com o tão esperado ouro.

No estádio, com o passar dos minutos, a esperança de finalmente assistir o Brasil com um ouro olímpico foi ficando cada vez mais distante. O resultado foi 2x1 para o México e, mais uma vez, prata para o futebol brasileiro.

Raiam não esperou a entrega das medalhas para ir embora, decidido a dar um jeito na tristeza que sentia. No caminho para o hotel, ouviu a conversa de uma família brasileira que falava sobre a final do vôlei feminino. Essa era sua chance. Permaneceu no metrô e saiu preparado em busca de um ingresso. Conseguiu um pedaço de papelão e escreveu “I need a ticket” na saída do metrô. Mesmo sabendo que a prática era ilegal tanto para cambista quanto para compradores, resolveu arriscar. Não foi alguém com ingresso a venda que o interceptou e sim dois policiais. Fingindo não falar bem inglês e alegando, meio sem jeito, que desconhecia as leis do país, conseguiu sair ileso da situação. Recomeçava assim a sua busca. Na entrada do ginásio conseguiu o tão suado ingresso com uma senhora chinesa.

O jogo começou mal para o Brasil, perdendo por 25x10 no primeiro set contra as americanas. Porém, após esse primeiro susto, as jogadoras reagiram, fazendo o ginásio, quase que todo formado pela torcida brasileira, ir a loucura. Foi uma virada impressionante e Raiam conseguiu assistir o Brasil ganhar um ouro olímpico.

Término de contrato

Com o prazo do contrato de trabalho chegando ao fim, Raiam tirou alguns dias de férias e foi sozinho para Israel. Lá, se surpreendeu por um lado com a modernização das cidades e, por outro, com os cenários bíblicos que encontrava.

Se reconectou com sua religiosidade. Sempre estudou em colégio católico, mas sua família nunca foi muito assídua às festividades religiosas . Hoje, Raiam vai à missa todos os domingos e lê a bíblia diariamente.

De volta aos Estados Unidos, não renovou o contrato de aluguel e foi morar em Nova Jersey enquanto enviava currículos a procura de um novo emprego. Naquela época, o país vivia um alto nível de desemprego e renovar vistos de trabalho ficou mais difícil.

Em meio a essa agitação, conheceu Charles, um haitiano que acabara de se converter ao Islã. Raiam havia conhecido vários muçulmanos pelo mundo e, sem exceção, todos eram alegres, companheiros e de bem com a vida.

Charles o convenceu, depois de muitas tentativas, a assistir uma “missa” na mesquita. Raiam já havia tentado, em algumas de suas viagens, entrar em uma, porém sempre era expulso em meio a insultos. Dessa vez entendeu o porquê. Para entrar na mesquita tinha que, antes, fazer um ritual de limpeza, onde era necessário lavar as mãos, antebraços, pés, orelhas, pescoço e rosto repetidas vezes.

O Iman que liderava o culto era inglês, porém falava em árabe, fazendo com que Raiam não pudesse entender uma palavra do que estava sendo dito.

No final, entendeu em meio a traduções, que deveria se dirigir ao local em que se encontrava o Iman. Ao chegar, este pediu que repetisse algumas palavras em árabe. Sem entender, Raiam o fez. Naquele dia, sem saber, se converteu ao islamismo. Aquela foi a primeira e última vez que entrou em uma mesquita.

Notas Finais

Com 25 anos, a rotina de Raiam o fez deixar um pouco de lado a vida aventureira, porém as experiências, erros, amigos que encontrou e que desencontrou construíram quem ele é hoje. Sem dar espaço para o medo, rodou o mundo e possibilitou crescer frente às oportunidades profissionais, de estudo e de lazer.

Aproveitando cada chance de ousar, se adaptou, enxergando a vontade como sua maior aliada. Do Brasil aos Estados Unidos; dos Estados Unidos à Espanha, França, Israel, Inglaterra e assim por diante, foi construindo uma lista extensa de países, culturas e hábitos diferentes dos seus.

Dica do 12’: Gostou de embarcar nos sonhos de Raiam? Então comece a colocar os seus sonhos em prática com o livro As sete leis espirituais do sucesso, de Deepak Chopra.

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Quem escreveu o livro?

Raiam Pinto dos Santos é um escritor, jogador de futebol americano e apresentador de televisão brasileiro. Antes de se lançar como escritor, atuou como kicker e punter no Flamengo, no Pennsylvania Quakers e na Seleção Brasileira de Futebol Americano. Também foi comentarista e apresentador de programas de futebol americano nos canais esportivos Esporte Interativo e ESPN. Sua história de vida foi documentada nos programas Expresso do Esporte (Sportv) e Esporte Espetacular (Rede Globo). Seu primeiro livro Hackeando Tudo: 90... (Leia mais)