Leve sua mensagem para o mundo - Resenha crítica - Rodrigo Cardoso
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Leve sua mensagem para o mundo - resenha crítica

Leve sua mensagem para o mundo Resenha crítica Inicie seu teste gratuito
Desenvolvimento Pessoal

Este microbook é uma resenha crítica da obra: Leve sua mensagem para o mundo

Disponível para: Leitura online, leitura nos nossos aplicativos móveis para iPhone/Android e envio em PDF/EPUB/MOBI para o Amazon Kindle.

ISBN: 978-85-9315-653-3

Editora: Buzz

Resenha crítica

A terra de ninguém

A energia elétrica é o que origina a luz que usamos todos os dias. Não conseguimos vê-la, mas sabemos que ela está lá. Se você puser o dedo na tomada, levará um choque. Quando a lâmpada se apaga, a luz é só um filamento. Só sabemos que ela existe quando a acendemos. Para mudar o visível, precisamos despertar para o invisível. 

Talvez você já tenha vivido momentos em que esteve no escuro. Às vezes, vivemos apagões e temos dificuldades para achar a própria luz interior. O autor conta que já teve seus momentos difíceis. Viu seu casamento ruir quando jogou a estabilidade para o alto ao arriscar a vida de empreendedor e perder dinheiro.

Foi nessa época que percebeu que, quando sonhamos sem levantar do sofá e partir para a ação, vivemos em uma “terra de ninguém”. Nesse lugar, você não é infeliz. Mas também não é feliz de verdade. Passa os dias dando desculpas por não viver a vida que merece.

Cada pessoa é um diamante

O diamante é o elemento de maior resistência e dureza. Ele tem um brilho inconfundível. No entanto, sua lapidação não é simples. A única coisa capaz de cortar o diamante é outro diamante. Por isso, quem o lapida não é só um especialista, como também um artista.

É preciso ser paciente e estudar bem os ângulos e a luz. Mesmo uma pedra de má qualidade é capaz de brilhar nas mãos de um bom lapidário. Cada pessoa é um diamante bruto em busca de ganhar forma. No entanto, para que isso dê certo, é preciso respeitar as individualidades.

Assim como o diamante, as pessoas não têm as mesmas características entre si. Rodrigo encontrou seu brilho interior ao conhecer Jober Chaves, um palestrante motivacional que viu pela primeira vez em um evento beneficente. O homem no palco instigou a plateia a sonhar novamente. Isso fez efeito no autor.

A jornada importa mais que o conhecimento

Quem fala em público tem o poder de despertar a luz interior das pessoas. Só que isso não é um jogo de informações. Você deve ter algo na sua história que pode transformar a vida dos outros. É nisso que precisa acreditar. Você pode ter formação em Harvard, mas o que lhe conectará com seu público não é o conhecimento.

Não é sobre o que você sabe, mas sobre o que viveu. Sua jornada é o mais importante. Uma boa apresentação explora os desafios que enfrentou e como fez para chegar no lugar em que está. Uma palestra é um evento de inspiração. Hoje, Rodrigo faz o que aprendeu observando Jober Chaves.

Ele sente a sinergia da plateia e observa quantas pessoas podem mudar seu mundo material transformando a si mesmas primeiro. Isso cria uma força contagiosa. Cada pessoa que acende a própria luz contribui para iluminar o planeta.

A ação deixa o monstro menos assustador

Em seu trabalho como palestrante, Rodrigo se dedica a ajudar as pessoas a vencer o que temem. Para ele, a ação cura o medo. Quando algo assusta uma pessoa, ela cria, na sua mente, um monstro grande e feio. No entanto, quando age, percebe que ele não era nem tão grande e nem tão feio.

Um dos métodos que Rodrigo usa é sugerir que as pessoas imaginem o tamanho, a textura e o cheiro dos monstros, convertendo-os em palavras. Vencer um medo é se libertar para ver a beleza no lugar da escuridão. Nas suas palestras, o autor faz o público associar os medos a um quadrado de madeira, dado a cada um dos participantes.

Depois, em uma das dinâmicas, cada membro da plateia quebra a sua madeira. A ideia é quebrar metaforicamente o medo. O que tememos nos prende a um quarto escuro. Precisamos sair dele para vermos a luz. A madeira é uma saída. É a janela para fora.

A vida não dá o que você acha que não merece

Na palestra de Jober Chaves, Rodrigo escreveu seus sonhos pela primeira vez. Ele queria tocar violão, aprender inglês, morar em uma boa casa e desejar qualquer outra coisa a que tinha direito. O palestrante disse algo que marcou o autor. Segundo o homem no palco, a vida não dá o que você acha que não merece.

Você é que põe o próprio limite na vida. Se achar que não é capaz de se apresentar em público, liderar uma reunião ou transformar vidas, é porque já colocou um limite. Ele está dentro de você. Ao escrever os sonhos no papel, Rodrigo foi impelido a entrar em ação. Uma de suas metas era emagrecer.

O impacto de Jober Chaves e de converter os sonhos em palavras foi tão forte que o autor começou a correr no dia seguinte. A endorfina do exercício mudou seu estado emocional e o deixou mais estruturado para enfrentar os desafios. Ele decidiu sonhar mais alto e chegou a competir na maratona de rua São Silvestre, .

O poder da comunicação

A comunicação é mágica. Empreendedores quebram negócios ousados porque não conseguem dissertar aos investidores com impacto. Essas pessoas tinham certeza do que queriam, mas não conseguiram transmiti-la. No fim, o que faz as pessoas comprarem uma ideia não é o fato de ser boa ou não, mas o brilho de quem a apresenta.

Quem tem brilho nos olhos, boa retórica e ar vibrante inunda a sala em qualquer ambiente, trazendo um raro magnetismo. São pessoas que deixam todos hipnotizados quando falam. Embora a comunicação seja essencial, o maior medo humano ainda é o de falar em público.

Em uma pesquisa do Sunday Times, falar em público surge como algo mais temido do que a própria morte. Normalmente, não temos consciência da existência desse medo até que surja a oportunidade de nos pronunciarmos. Há pessoas que não gostam nem de participar e dinâmicas em grupo, por mal conseguirem pronunciar uma palavra.

O medo é como a fé

Já passamos da metade do microbook e o autor conta que o medo é como a fé. Quando o sentimos, prenunciamos algo que ainda não aconteceu. Só que, se a fé é boa, o medo é ruim. Ele não é real. É algo criado por nós. A meta do autor não era ensinar as pessoas só a vencer o temor de subir no palco.

Ele também queria ajudá-las a emocionar o público. Isso vai além de dissecar um assunto, passar notícias ou falar sem parar por horas. Despertar emoções é fazer com que a plateia sinta algo com o coração. Vai além de só usar o cérebro para assimilar o que está sendo dito.

Emocionar é criar uma experiência duradoura. Ela ficará com a pessoa por boa parte da sua vida, marcará o DNA e a mudará. É como se produzíssemos energia para criar uma corrente de luz. Existem pessoas que são cheias de conteúdo e propósito, mas não conseguem partilhá-los com os outros.

Não adianta ser um especialista se o interlocutor não entende a mensagem

Todo mundo tem algo a compartilhar. Mesmo que você não saiba muita coisa, sempre há alguém disposto a gastar dinheiro para aprender com você. Os que acham que só conhecimento técnico importa estão enganados. 

Mestrado e doutorado não resolvem tudo. Saber muito não faz diferença se você não consegue compartilhar o que conhece de forma simples. Não adianta ser um especialista se o interlocutor não entende o que você diz. 

Saiba qual tipo de comunicador você é. Alguns começam a falar e dão sono. Outros, são figuras encantadoras, que envolvem as pessoas com a narrativa. Para falar bem em público é preciso ser comovente.

O “como” é mais importante do que o “o que”

O “como” é mais importante do que o “o que”. A forma de ensinar é mais importante do que o conteúdo. Quem simplesmente transmite conteúdo o faz de forma aborrecida. Normalmente, são pessoas que desconhecem o funcionamento do cérebro e as estratégias para a melhor comunicação. 

Pense em um professor que lhe impactou de forma positiva. Você provavelmente não lembra detalhadamente de sua matéria. No entanto, o ambiente e a energia ficaram marcados na memória. É disso que se faz um bom comunicador. Ele considera a sala, o ambiente, o contexto e a sede de cada pessoa de mudar. 

Comporta-se como um agente de transformação. Não perde a oportunidade. O professor que mais marcou Rodrigo foi um de matemática, que lançou um apagador no ar para mostrar o movimento parabólico. Ele sabia que o jeito de ensinar importava tanto quanto o conteúdo.

Nunca comece uma palestra com conteúdo

O rapport é a técnica para criar uma conexão imediata com a outra pessoa. É o que acontece quando alguém entra no palco e você se simpatiza rapidamente. Cria-se uma espécie de química, que faz com que você fique vidrado. É uma ferramenta para construir empatia e sintonia.

Aqui, nunca:

  • comece uma palestra com conteúdo, sem contar uma história antes;
  • fale com o público sem que você saiba algo sobre ele antes.

Às vezes, precisamos conquistar uma pessoa sem estar no palco. É o que acontece quando estamos investindo em nossa rede de contatos Nesse caso, vale investir no rapport individual.

A dica é espelhar o comportamento da pessoa. Acompanhe o jeito que ela fala. Copie os movimentos do corpo, de forma sutil. Pronuncie as palavras em uma velocidade parecida. Saia do universo em que está para que entre no da pessoa, trazendo-a para perto de si.

Encontrando uma postura poderosa

A postura do corpo reflete o estado de espírito. Quem está triste fica com ombros caídos e se encolhe, como se quisesse se esconder da vida. Pessoas com linguagem corporal harmoniosa chamam nossa atenção. Quando mudamos o corpo, preparamos a mente para enfrentar desafios. É o que aumenta nossa confiança.

Procure:

  • manter uma postura ereta, sem deixar os ombros muito para trás ou o peito muito aberto;
  • deixar os braços soltos ao longo do corpo e as pernas suavemente abertas, seguindo a largura dos ombros;
  • equilibrar-se nos dois pés, evitando pôr todo o peso em uma só perna ou ficar balançando de um lado para o outro;
  • deixar as mãos soltas, evitando mantê-la no bolso para aplacar a insegurança;
  • evitar a posição de xícara, com as duas mãos na cintura, para não passar uma impressão arrogante;
  • deixar os braços soltos, evitando cruzá-los;
  • transmitir levemente o entusiasmo na expressão facial.

Preparando a apresentação

A preparação passa por alguns pontos, como:

  • Preparação física. Cuide do corpo para estar enérgico e animado ao se apresentar. Seja seletivo com sua alimentação, pratique atividade física e cumpra todas as horas de sono.
  • Preparação mental e emocional. Silencie o celular algumas horas antes da palestra para não ver nenhum post negativo que vá prejudicar seu ânimo.
  • Preparação espiritual. Conecte-se, de alguma forma, com sua essência. O autor usa o Yoga para isso, mas você pode escolher a prática com a qual mais se identifica.
  • Preparação de conteúdo. Atente-se ao briefing, especialmente em palestras corporativas. Faça uma reunião com o contratante. Saiba bem o que vão esperar de você.
  • Preparação da apresentação. Estude bons palestrantes e aprenda a ter uma boa performance a partir da apresentação. Repare nos gestos e na fisiologia.

Notas finais

Rodrigo Cardoso conta como mandar bem em palestras e treinamentos usando uma linguagem motivacional. Ele instiga os leitores a acreditarem no próprio potencial e a enfrentarem seu medo da rejeição no palco.

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Quem escreveu o livro?

Rodrigo Cardoso é palestrante, coach e criador de programas de formação de líde... (Leia mais)

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