Emotional Agility Resumo - Susan David

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Emotional Agility

Emotional Agility Resumo
Autoajuda & Motivação

Este microbook é uma resenha crítica da obra: Emotional Agility: Get Unstuck, Embrace Change, and Thrive in Work and Life

Disponível para: Leitura online, leitura nos nossos aplicativos móveis para iPhone/Android e envio em PDF/EPUB/MOBI para o Amazon Kindle.

ISBN: 1592409490, 978-1592409495

Também disponível em audiobook

Resumo

Desejando mudar o seu comportamento? Este microbook é um manual para que você possa rever suas atitudes e criar uma nova forma de agir no mundo. "Emotional agility" é um livro de cabeceira para diversos empreendedores de sucesso. Em passos práticos e eficientes, aprenda a agir de uma maneira mais coerente e fazendo uso da inteligência emocional.

Ideal para ser lido em momentos de descontração, o presente microbook é indispensável para pessoas que são interessadas em auto melhoramento e desenvolvimento pessoal ou que desejam aprender mais sobre inteligência emocional.

A autora aqui é Susan David, uma autora renomada em todo o mundo, principalmente em se falando da inteligência emocional. Ela também é a mente por trás do best seller "Mindfulness", e lhe convida para mergulhar no mundo do autoconhecimento nos próximos 12 minutos. Sendo uma psicóloga, co-fundadora do um Instituto de Coaching, ela tem bastante conteúdo a lhe passar!

Aprenda a sentir suas emoções de maneira correta

Todas as pessoas passam por períodos de mudança e de incertezas em suas vidas. Durante esses momentos, todos experimentarão provavelmente inúmeras emoções. Ainda assim, fomos ensinados desde muito cedo que as emoções negativas como tristeza, raiva e medo são ruins. Sempre tivemos como um fato que “A Cinderella está triste e precisa de um lindo vestido e de um príncipe para fazê-la feliz”. Ou a antiga expressão dos reprimidos emocionalmente: “Grandes garotos não choram.”

Quando você pensa nas diversas emoções que os seres humanos são capazes de sentir – medo, alegria, tristeza, culpa, desprezo, decepção – você percebe que a maioria delas são consideradas “negativas”. Se somos mesmo feitos para sermos felizes o tempo todo, por que essas emoções “negativas” existem?

Somos cercados de pessoas nos dizendo para “pensar positivamente” e estamos tão ocupados tentando superar essas expectativas, que paramos de escutar nossas próprias emoções.

Quando você dá um sorriso falso ou se força a ser feliz, está ignorando sinais vitais que existem para te guiar na direção certa. O medo, por exemplo, pode surgir para te dar um aviso. Se você não sentisse medo, poderia pensar que pular de um penhasco é uma boa ideia. Emoções negativas não são o problema. Rejeitar a existência delas ou considerá-las excessivamentenegativas, por outro lado, são unsdos maiores obstáculos do nosso desenvolvimento emocional.

Lidamos com esse tipo de emoçãode uma dessas maneiras: guardando todos as emoções ou preocupando-nos em excesso com elas.

A pessoa que guarda suas emoções busca “ignorar” todas elas, o que a deixa sufocada até que elas explodam de formas nada saudáveis. Uma pessoa que se preocupa em excesso, por outro lado, analisa em demasia suas emoções, preocupando-se com tudo, em um ciclo vicioso, até que se afunda em seus próprios pensamentos.

Essas duas técnicas são prejudiciais para seu bem-estar emocional e muitas vezes causam problemas em seus relacionamentos no trabalho e em casa. Embora existam algumas situações que exigem que você guarde seus sentimentos (como uma prova, por exemplo), você deve aprender a sentir suas emoções. Podemos alcançar isso em quatro passos:

1#: Seja presente. Sinta suas emoções e as reconheça

2#: Dê um passo para trás. Crie distância e enxergue a situação com mais clareza

3#: Tome atitudes baseadas em seus próprios valores e em seus objetivos de longo prazo

4#: Deixe pra lá. Aceite sua decisão e vá em frente.

Cada emoção é sentida por uma razão e só depois de aceitarmos verdadeiramente todas as nossas emoções, aprenderemos como viver ao máximo e poderemos ser verdadeiros com nossos valores e objetivos pessoais.

Identifique a diferença entre o medo e a intuição

Todos os dias tomamos decisões e a maioria delas é influenciada por nossas emoções. Normalmente validamos nossa decisão dizendo que temos uma “intuição”, o que pode ser verdade em alguns casos. No entanto, o problema dessa abordagem é que nossas emoções nem sempre são confiáveis.

Enquanto passamos pelos altos e baixos na vida, começamos a colecionar histórias de derrotas que repetimos quando precisamos de algum conforto. Por exemplo: “eu sou terrível em multitarefas” ou “eu odeio trabalhar com pessoas de personalidade forte no escritório”. Isso acaba influenciando nossas decisões diárias, já que podemos dispensar um candidato talentoso em uma entrevista por ser um pouco dramático ouevitamos assumir um novo projeto que poderia levar auma promoção porque não acreditamos ser capazes. Estamos presos nessas histórias antigas e precisamos aprender como nos desprender para lidarmos com as situações reais.

Você sabe como diferenciar uma intuição de uma resposta automática baseada em uma experiência passada, que foi ativada pelo medo? Aplique os quatro passos que mencionamos antes a uma situação atual que você achou estressante.

Por exemplo, você ficou sabendo que um projeto do trabalho que te empolgava muito não vai mais acontecer devido a restrições orçamentárias. No começo, você sente raiva. Seu instinto é desistir e começar a procurar outros empregos.

Em vez disso, gaste um tempo para “estar presente” e perceba que essa situação ativou uma memória de uma época no passado em que você foi desvalorizado e perdeu seu emprego. Você pode então dar um passo para trás e perceber que seu chefe simplesmente não tem dinheiro agora e que a empresa te valorizao suficiente para te contarpessoalmente sobre a situação. Então, agora, você se sente decepcionado e não mais rejeitado. Ao invés de ficar com raiva, você decide expressar essa decepção de maneira construtiva.

Seguir os quatro passos explicados anteriormente vai te ajudar a diferenciar a intuição do medo e ganhar clareza para enfrentar a situação à sua frente. Você pode então decidir que atitude vai tomar,e seguir em frente sabendo que tomou a melhor decisão para você.

Tenha consciência plena

Insensibilidade é o ato de viver sem qualquer percepção ou consciência das pessoas ou do espaço a nosso redor. “Atenção plena”, ou mindfullness, tornou-se uma expressão da moda, que significa viver no presente e ter uma conexão com você mesmo e com as pessoas a seu redor.

Muitos de nós passamos o dia sendo desatentos. Isso não significa que somos pessoas ruins. Só estamos muito ocupados e focados em alguma tarefa ou presos em nossos pensamentos, perdendo qualquer conexão com o presente. Aqui estão algumas dicas para você identificar se está sendo desatento:

  • Você esbarra em coisas e deixa coisas caírem frequentemente;
  • Você coloca objetos em lugares estranhos, como o abridor de lata no refrigerador;
  • Quando você conhece alguém, imediatamente esquece o nome da pessoa;
  • Você não observa quando as coisas estão erradas.

Se isso parece familiar, você precisa gastar um tempo se reconectando com o presente. Em primeiro lugar, aceite que está tudo bem em se sentir como você se sente e passe um tempo com essa emoção compassivamente. Algumas técnicas podem te ajudar a se tornar mais consciente:

  • Esvazie sua mente e respire;
  • Escolha um objeto em sua linha de visão e se foque nele por um momento;
  • Durante suas tarefas diárias como escovar os dentes, foque em cada parte – nos cheiros, sensações, e texturas;
  • Encontre uma música que você gosta e escute como se fosse a primeira vez.

Isso vai te ajudar a ganhar mais perspectiva dos acontecimentos e do quanto você está reagindo a fatos imaginários.

Quando estamos sentindo emoções fortes como tristeza ou medo, é difícil “se distanciar”. Nessas horas, você sente que mundo está acabando. Só conseque enxergar como as coisas estão dandoerrado e só consegue acreditar em seus pensamentos.

Tornar-se mais consciente do seu mundo e viver o presente é a melhor maneira de se afastar de suas emoções e de enxergá-las com compaixão e curiosidade.

Tenha atitudes que apoiam seus valores pessoais

Você normalmente segue o fluxo, segue a multidão? Muitas pessoas fazem, porque isso provoca uma gratificação instantânea, ajudando-nos a pertencer à multidãoe nos permitindocurtir a vida com menos responsabilidade pessoal. O problema é que esse tipo de comportamento não é compatível com qualquer senso de propósito ou felicidade de longo prazo. Isso vai te levar a viver uma vida baseada nos valores de outras pessoas que você não apoia e vai te colocar em um caminho que não te ajuda a alcançar seus objetivos pessoais.

Um dos culpados por esse tipo de comportamento é o “contágio social”, que é particularmente comum em ambientes de trabalho. Digamos que seus colegas de trabalho gostam de falar sobre seu chefe durante o almoço e você normalmente participa da conversa, falando sobre todas as dificuldades que tem no trabalho. Quando volta ao escritório, você não se sente nada melhor, poisnão está respeitando um de seus valores principais, que é apreciar seu trabalho e trabalhar para ser promovido.

Gaste um tempo pensando sobre seus valores principais e seus objetivos pessoais, respondendo a essas perguntas:

  • O que realmente importa em sua vida?
  • Quais situações fazem você se sentir bem?
  • Que tipo de relacionamento você gostaria de ter?
  • Se sua vida fosse um filme, sobre o que seria?

Agora considere suas atitudes diárias em casa ou no trabalho e reflita se elas apoiam esses valores e te ajudam a alcançar seus objetivos. A ideia é ser tão conectado ao que você quer e ao que você valoriza, que você não vai mais sentir a necessidade de se auto sabotar ou de se comportar de maneira destrutiva.

Em vez de seguir os passos eas ideias de felicidade dos outros, é hora de pensar sobre o que você quer e definir a sua própria versão de felicidade. Quando você descobrir e se reconectar às coisas que realmente importam pra você, suas decisões diárias serão muito mais fáceis. Você também será capaz de definir sua própria versão de sucesso e de deixar a comparação social.

Busque fazer mudanças duradouras

Muitas vezes, tomamos decisões dramáticas quando queremos mudar as coisas: mudanças de emprego, carreiras ou de cidade. Em alguns casos,essas atitudes podem ser necessárias, mas às vezes elas nos levam a frustrações e medos. Em vez disso, tente trabalhar com o que você tem e faça pequenas mudanças que serão úteis agora e no futuro.

Existem três áreas chaves que você pode mudar para gerar uma atitude positiva e duradoura em sua vida: sua mentalidade, suas motivações e seus hábitos. Por exemplo, se você fizeruma pequena mudança em sua mentalidade em relação à sua atitude com os exercícios físicos, talvez não se sinta culpado por não estar frequentando a academia. Pense sobre todas as atividades que faz durante o dia, como limpar a casa, andar até o trabalho, andar com seu cachorro, correr atrás dos seus filhos, compras ou andar pela cidade. Melhor ainda, tente baixar um contador de passos em seu celular e veja os resultados. Repensar sobre todas essas atividades vai reduzir seus níveis de stress, podendo levar auma diminuição da pressão sanguínea e até mesmo à perda de peso, já que você fica menos tentado a procurar conforto na comida para aliviar sua culpa por não ir à academia.

Para ajustar suas motivações, a chave é permanecer conectado a seus valores pessoais,e não se fixar no que você quer agora em busca de uma felicidade instantânea. Expandir sua visão para as motivações de longo prazo irá te ajudar a ajustar naturalmente seus maus hábitos. Por exemplo, se você está tentando ter um filho, treinar uma maratona ou quer viver por mais tempo, então fumar já não faz mais sentido para você. Em vez de lutar uma batalha perdida com seus sentimentos negativos de culpa ou vergonha, busque alcançar as coisas que são mais importantes para você.

Pequenas mudanças podem parecer insignificantes isoladamente, mas elas contribuem para uma história maior e mais inspiradora. Aprimorar suas crenças, motivações e hábitos no presentepode ter um impacto duradouro em sua vida e ajudá-lo a seguir em frente, mudando não só o agora, mas também o futuro.

Encontre o equilíbrio entre o conforto e o desafio

A maneira mais fácil de vencer os altos e baixos da vida é ter conforto no que é familiar. A maneira mais difícil é desafiar você mesmo e fazer coisas que te deixam desconfortável. O melhor caminho é encontrar um ponto de equilíbrio entre estar muito confortável e ser muito desafiado – e só você pode descobrir como fazer isso.

Todos gostamos de ficar perto do que é familiar. O problema é que, se só fazemos coisas que já fizemos antes, não aprendemos nada novo. Isso pode nos levar ao tédio, auto dúvida e, em alguns casos, à depressão. Isso não significa que você deve reservar agora a próxima viagem para o Everest. Você só precisa encontrar um equilíbrio saudável entre o conforto e o desafio. Um certo nível de desafio e até mesmo de ansiedade é importante para nos ajudar a progredir. Alguns se referem ao equilíbrio entre conforto e desafio como um estado de “tensão criativa”.

Existem dois caminhos para encontrar esse equilíbrio e promover seu autodesenvolvimento: expandindo sua respiração (o que você faz) e sua profundidade (o quão bem você faz). Se você fica entediado com a monotonia da sua vida ou está exausto pela hiperatividade, reveja o que você está fazendo e se pergunte essas questões:

  • Isso vai me ajudar a ser a pessoa que quero ser?
  • Eu gosto do que estou fazendo?
  • Essa busca pode mesmo ser um sucesso?

Se você respondeu não para qualquer uma dessas perguntas, então pode ser a hora de repensar o que você está fazendo. Então, o próximo passo é aceitar que existe uma diferença entre persistência ou paixão e determinação cega.

A chave é perseguir os desafios que te ajudam agora e no futuro e também ter a coragem de desistir daqueles que não têm relação com seu propósito. Quando você conseguir fazer isso e encontrar um equilíbrio entre o conforto e o desafio, terá um senso de propósito renovado, energia e entusiasmo pela vida.

Notas finais

Enfrentar as dificuldades da vida pode ser difícil e é por isso que suprimimos nossas emoções até que elas nos levem a comportamentos destrutivos ou nos preocupamos continuamente até que nos afoguemos em nossos próprios pensamentos.

Muitas vezes nossas respostas automáticas emocionais derivam de experiências negativas anteriores, o que nos leva a tomar decisões ruins. Precisamos reconhecer nossos padrões repetitivos para termos uma melhor perspectiva das situações e observarmos o que realmente está acontecendo. Essa clareza nos ajuda a tomar decisões melhores, sem sermos influenciados pelas experiências ruins do passado.

Dica do 12’

Trabalhar suas emoções e seu equilíbrio é uma boa ideia, embora nem sempre seja uma preocupação imediata que temos. Justamente por valorizar esse tipo de trabalho mental, temos uma sessão específica sobre Motivação e Inspiração. Visite a página e escolha agora mesmo os próximos microbooks para sua biblioteca.

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Quem escreveu o livro?

Susan David é psicóloga na Faculdade de Medicina de Harvard, co-fundadora e co-diretora do Institute of Coaching no Hospital McLean e CEO da Evidence Based Psychology, uma consultoria empresarial. Escreveu o livro Emotional Agility, que foi nomeado o melhor livro de liderança na Amazon em 2016. Susan David, Ph.D., é uma psicóloga premiada na faculdade da Harvard Medical School; co-fundadora e co-diretora do Institute of Coaching do McLean Hospital; e CEO da Evidence Based Psychology, uma consultoria de negócios boutique. Ela é a autora do no... (Leia mais)