As 4 Chaves para a Realização Ilimitada Resumo - Suryavan Solar

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As 4 Chaves para a Realização Ilimitada

As 4 Chaves para a Realização Ilimitada Resumo
Autoajuda & Motivação

Este microbook é uma resenha crítica da obra: As 4 Chaves para a Realização Ilimitada - Use as tecnologias ancestrais para ousar ser feliz, próspero, cultivar a cultura e a liberdade mesmo quando o mundo parece um caos

Disponível para: Leitura online, leitura nos nossos aplicativos móveis para iPhone/Android e envio em PDF/EPUB/MOBI para o Amazon Kindle.

ISBN: 978-85-452-0255-4

Também disponível em audiobook

Resumo

Sentir-se realizado - tá aí algo que todos procuramos. Neste livro "4 Chaves para a Realização Imediata", Suryavan Solar traz algumas dicas sobre como sonhar mas também sentir-se confortável com o local onde se está hoje. Afinal de contas, a vida é um grande caminho, e precisamos nos sentir confortáveis com o momento. No presente livro temos dicas claras, objetivas e práticas para serem postas em ação na rotina.

Se procura um conteúdo capaz de lhe ajudar a viver uma vida mais plena, este livro é mais que recomendado. Ideal para que leia ou ouça a qualquer momento do dia e em qualquer contexto.

Suryavan Solar é uma imensa referência para o mundo da meditação, liderança, assim como para o coaching. Fundador da "Cóndor Blanco" e escritor de obras que inspiram pessoas de todo o mundo, Suryavan é um verdadeiro líder e ajuda pessoas a despertarem seus líderes interiores. Entenda mais do que ele tem a ensinar nos próximos 12 minutos.

A startup de Buda

Muitos devem conhecer essa história, mas é importante abordar o olhar de Solar sobre ela.

Buda, conhecido como o príncipe Siddhartha Gautama, vivia cheio de luxo e tranquilidade dentro da sua mansão há milhares de anos.

Ele jamais fizera algum esforço para ter o que queria. Sua vida acontecia dentro de uma redoma de privilégios.

Isso até o momento que saiu da sua mansão e viu pessoas que tinham uma realidade diferente, inferior à dele.

Foi o que precisava para abrir  mão do seu conforto e, munido apenas de um sonho, abandonou tudo para dar vida ao próprio empreendimento, que era a busca por um antídoto da felicidade que acabasse com o sofrimento das pessoas.

Com essa breve história, Solar mostra como uma das figuras mais importantes da humanidade, para diversas crenças e religiões ,não resistiu ao chamado da mudança e abriu mão do apego para encarar algo novo.

Para Solar, lidar com as mudanças de forma astuta é como ser uma árvore que recebe sol, chuva, vento e intempéries climáticas, mas mantém tronco firme, galhos flexíveis e raízes livres para crescer à vontade.

É saber da onde vem a sustentação e cultivar a gratidão  por quem nos apoia.

Ao meditar conseguimos fazer isso. Conseguimos nos conectar com nossa fonte de apoio, que muitas vezes são nossos pais, e, assim, semeamos o poder da nossa ancestralidade.

As defesas de freudianos contra a mudança

No final do século XIX, Freud estabeleceu o termo “mecanismo de defesa”, fazendo alusão ao modo da consciência humana de lidar com situações difíceis e diminuir a tensão gerada por elas.

A psiquiatra Elisabeth Kubler-Ross diz que desenvolvemos alguns mecanismos de defesa para lidar com perdas, como a negação,  a raiva, a negociação, a depressão e a aceitação.

Solar entende que as resistências às mudanças, nossos mecanismos de defesa contra a mudança, acontecem de forma individual e coletiva.

Na individual, ele descobriu que existem sete defesas: preguiça, medo, raiva,     insegurança, dor, negatividade, ignorância e desconexão do espiritual e divino.

As crianças, movidas pelo frescor, espontaneidade, disposição, curiosidade, alegria e pureza, geralmente são tidas como feridas e malcriadas em momentos de crise e costumam desenvolver as defesas da insegurança e da dor.

Os adolescentes, aventureiros, audaciosos, dinâmicos, fortes e ágeis, quando rebeldes e reprimidos desenvolvem as defesas do medo e da raiva.

Os adultos, mais proativos, responsáveis, maduros e que buscam a autonomia e a estabilidade, às vezes, caem no estereótipo de irresponsáveis ou workaholics. Geralmente, eles desenvolvem a defesa da preguiça em momentos crises.

Por fim, os idosos, sábios e pacientes, infelizmente, são tidos como adoentados e reclamões. Quando isso acontece, eles desenvolvem as defesas da negatividade e da ignorância.

Dependendo da manifestação, podemos entender qual fase da nossa vida está se mostrando prejudicada - infância, adolescência, vida adulta ou melhor idade - e alojando defesas contra a mudança.

Nesse caso, é necessário entender que essas defesas não são inimigas, mas sim boas advertências para nos mostrar o caminho a ser seguido.

Já na prisão coletiva, estamos falando dos nossos sistemas em colapso e da sociedade que nos mantém ocupados, intoxicados, assustados, distraídos e adormecidos.

Perdemos a ousadia de olhar para dentro. Entregamos nosso corpo ao médico, nossa mente ao psicólogo, nosso coração à paixão e à idealização e nossa alma à religião. Tudo isso fraciona nossa vida e acaba com nossas autonomia e liberdade.

A ancestralidade e a mudança

Antes não havia internet, aviões ou startups, e as pessoas mais antigas conseguiam desfrutar de coisas simples, como as estrelas, o ar puro e, principalmente, as companhias.

O que foi criado para facilitar nossas vidas, segundo o autor, acaba nos afastando da felicidade. Pagamos com qualidade de vida pelo progresso e pelo conforto.

Estamos atravessando um momento caótico de corrupção, desigualdade e degradação.     

Estamos em uma época em que há abundância de informação e escassez de amor e água. Seria a era da degradação? Como lidar com isso?

Em várias sociedades antigas as fases de transições da vida e do mundo eram, ritualmente, comemoradas. Tem cultura que celebrava o início da vida adulta em um rito no qual a pessoa deveria enfrentar um monstro metafórico; em outras, a morte era festejada, bem como o caos e outros processos de dissolução.

É importante entendermos que, ao contrário do que vivemos hoje, a vida é uma dança constante entre vários turnos e estações, tal qual a natureza, e devemos respeitar e saber lidar com sabedoria, compreendendo que as mudanças nunca param de acontecer.

Os sistemas educativo, político, econômico e social carecem dessa mudança, pois foram pautados por pessoas que viveram há séculos.

Solar cita como um dos autores Tiago Mattos, reforçando que estamos vivendo uma mudança de era, não uma era de mudanças. Interessante, não é mesmo?

A aceitação da crise

Quando há caos, ser ousado é aceitar essa realidade. Depois, devemos entender que as crises, assim como os pontos de ruptura e mudanças, são inevitáveis e fazem parte da evolução individual e coletiva.

A crise, na verdade, é um grande acúmulo de energia, como o  Big Ben, que precisa ser canalizado de modo criativo e construtivo.

É necessário aprender a encarar os desafios para não acabar criando uma bola de neve. Se tivermos uma dor no pescoço, por exemplo, é melhor cuidar disso logo do que enrolar e acabar com uma doença crônica na coluna, certo?

Nesse sentido, a meditação também pode ajudar. Não com as dores na coluna, mas a lidar com as crises, já que a prática nos permite visualizar os desafios com mais clareza e tranquilidade.

Aí vão algumas dicas importantes de Solar para praticar esse ato valioso.

  1. Medite durante cinco minutos em um lugar silencioso.
  2. Deixe a coluna reta e respire profundamente.
  3. Concentre-se em cada parte de seu corpo, até achar um ponto de incômodo ou tensão.
  4. Preste atenção no que você está sentindo.
  5. Preste atenção em seus pensamentos. O que mais passa pela sua cabeça nesse momento?

Deve ser claro para todos que as crises podem nos ajudar a crescer, pois trazem grandes ensinamentos, fortalecendo nossa integridade, despertando qualidades, talentos e virtudes adormecidas e expandindo nossa visão sobre as coisas.

As fases da crise

Para fazer com que a crise seja realmente algo positivo é necessário entender quais são suas fases e saber o que fazer em cada uma delas.

A primeira delas é chamada de “o evidente”. É o que está visível para todos. Nessa fase, podemos identificar as áreas da vida que estão sendo comprometidas e as mudanças que precisamos fazer.

A segunda é, ao contrário da primeira, “o oculto”. São as estruturas psíquicas, os padrões emocionais e as crenças que dão base aos nossos comportamentos e ações. São nossos medos internos que devem ser trabalhados por meio do autoconhecimento e superação.

A terceira fase se chama “o inovador”. É aquele momento de se aproveitar de todo conhecimento que a crise trouxe e usar a criatividade.

Quem passou por elas com maestria foi:

  • Thomas Edison, inventor da lâmpada, que trabalhou por 800 dias até acertar no experimento e “fazer” luz.
  • Marilyn Monroe, que, ao chegar na agência de modelos, foi convidada a ser secretária, mas acabou se tornando uma das mulheres mais atraentes e famosas do mundo.
  • Steven Spielberg, que foi reprovado três vezes nos testes de admissão da Universidade de Carolina do Sul, até se tornar um dos maiores cineastas do mundo.
  • Brian Acton, fundador do WhatsApp, que nunca passou nos testes de contratação do Facebook e do Twitter.
  • Por fim, J.K. Rowling, autora de Harry Potter, que teve a história de sucesso mundial rejeitada por mais de dez editoras.

A importância da gratidão

Encarar as crises com gratidão é uma oportunidade de crescimento que a vida nos oferece em momentos de conflito.

A gratidão traz força, motivação e vitalidade!

Quando uma pessoa se sente grata a parte do cérebro que gera bem-estar e satisfação é ativada. Nesse mesmo momento, é produzida a dopamina, o neurotransmissor responsável pela sensação de prazer; e oxitocina, hormônio do amor e da tranquilidade.

Agradecer é incentivar o outro e se sentir bem ao mesmo tempo!

Os três P’s

Vivemos cheios de excessos. Estamos sempre à beira de um ataque cardíaco, estresse e depressão, por isso existem algumas práticas interessantes que nos ajudam a focar e tomar as melhores decisões.

Essas práticas são os três P’s: parar, purificar e preparar antes de decidir qualquer coisa. Vamos à primeira delas.

Parar

É disso que precisamos antes de tomar decisões importantes nos vários âmbitos da nossa vida e, novamente, a meditação pode ajudar nesse quesito.

Pesquisas científicas demonstram que a meditação ativa uma parte do cérebro ligada à tomada racional de decisões e que também deixa a pessoa melhor capacitada para se concentrar no presente, desvinculando emoções que possam atrapalhar a lógica.

Ainda é válido ressaltar que a meditação é uma prática milenar de culturas ancestrais cuja origem se perdeu no tempo.

Solar acredita que o ato é indispensável para o bem-estar físico e mental.

Purificar

O autor acredita que para fazermos escolhas sensatas precisamos nos purificar, nos desintoxicar e deixar algumas coisas do passado para trás.

Em Cóndor Blanco, a purificação é mental, emocional, espiritual e corporal. Isso quer dizer que tenta ser integral ao englobar os quatro aspectos do ser humano.

Para fazer isso, é necessário deixar para trás emoções negativas, velhas crenças e hábitos nocivos que nos sabotam diariamente.

Preparar

Agora é hora de se preparar para um novo começo!

Para essa fase final, o pessoal de Cóndor Blanco desenvolveu uma metodologia interessante baseada em quatro ferramentas de crescimento pessoal que nos preparam para realizar o caminho da ousadia.

  1. Livros: podem nos guiar quando estamos desmotivados, limpam nossa mente e ampliam nossa visão.
  2. Seminários: nos conectam à outras pessoas que buscam as mesmas coisas e nutrem nossa área de interesse.
  3. Viagens: permitem a aprendizagem a partir de novas culturas, nos tiram da zona de conforto e nos dão umas perspectiva mais global e humanitária.
  4. Retiros: completa todas as experiências anteriores. Têm a capacidade de nos alinhar com a natureza, facilitam o autoconhecimento e possibilitam a integração de tudo o que foi aprendido.

A importância da ousadia

Tudo neste microbook se refere indiretamente à ousadia.

Solar a considera uma habilidade mais do que importante para colocar em prática tudo o que foi dito anteriormente: mudar, enfrentar crises com sabedoria, agradecer e seguir as dicas dos três P’s.

Para tudo fazer isso é preciso de ousadia!

Entretanto, não paramos para pensar em como podemos ser ousados, em como podemos ter ousadia. Afinal, da onde vem essa “força”? Em que ela se baseia?

A resposta para essa questão é o mote deste microbook, pois os pilares da ousadia são As 4 Chaves para a  Realização Ilimitada.

Antes de nos aprofundarmos no assunto, o autor lembra da história da canadense Maggie McDonnell, que foi eleita a melhor professora do mundo pelo Global Teacher Prize, da Fundação Varkey.

Maggie trabalhou em uma comunidade indígena do ártico canadense. Lá, onde a violência dominava, vários alunos sofriam de depressão, desistiam  da escola ou se suicidavam. Ela chegou a ir em dez funerais nos primeiros anos até decidir que podia fazer algo além da sala de aula.

Foi então que criou um programa de incentivo à cultura, esporte e lazer, integrando os alunos à comunidade.

Com práticas de diversos esportes, aulas de culinária, mecânica etc., ela conseguiu aumentar a inscrição de alunos nas escolas em 500% e em seis anos a realidade do local era outra.

A professora poderia ter cedido ao medo da violência, do fracasso ou do desafio de lidar com um nova cultura, mas não. Ela ousou e por isso mudou a vida de muitas pessoas.

Autorresponsabilidade  

Essa é a primeira das 4 Chaves para a Realização Ilimitada.

Para o autor, é o poder pessoal de assumir o controle do destino e deixar de ser marionete da vida. É avançar rumo ao desejado.

As pessoas com autorresponsabilidade têm pensamento próprio e uma vida não tão convencional. Elas criam métodos para se educar e trabalhar e deixam costumes vitimistas de lado. Elas são responsáveis pela própria vida.

A autorresponsabilidade é a chave para o empreendedorismo. É consciência e empoderamento.

Pare e pense: quais são os problemas e as dificuldades que geram maiores queixas no momento? Você está disposto a assumir compromissos e prazos para dar os primeiros passos?

Autoconhecimento

Essa chave deve ser um caminho de aperfeiçoamento constante. Uma forma de compreender a própria natureza e as limitações.

Solar reconhece que há várias técnicas para nos conhecermos profundamente, no entanto, ele recomenda aquelas que nos fazem indagar sobre nosso nascimento, pois revelam como foi nossa chegada ao mundo e aproximação com a vida.

Ele também acha importante estudar os chacras para entendermos nosso corpo e suas mensagens de advertência à saúde.

O autoconhecimento melhora nossa relação com nós mesmos e com as outras pessoas e é a base para acessar a sabedoria.

Autoestima    

Essa é a sustentação da evolução, desenvolvimento, aprendizagem, criatividade e autenticidade do ser humano.

É o conjunto de percepções e sentimentos que moldam nossa forma de nos mostrar ao mundo.

É a capacidade de nos aceitar mesmo com nossos defeitos e qualidades.

É dando ênfase às características mais valorizadas que fortalecemos nossa autoestima.

Autoconsciência

É o processo de reflexão que nos permite entender quem somos.

Se não temos consciência, ignoramos nossas habilidades, nos sentimos inseguros e tomamos decisões equivocadas.

Devemos nos conhecer física, emocional e mentalmente para ter ousadia de mudar condutas inadequadas e desapegar do que nos faz mal. Só assim seguiremos rumo ao que desejamos de melhor.

Considerações finais

Com base em anos de experiência sobre desenvolvimento humano e estudos de culturas, Solar traz visões e dicas interessantes para nos tornamos seres realizados, acreditando que práticas ancestrais, como a meditação, podem ajudar nesse quesito e em muitos outros.

Agora que você conheceu As 4 Chaves para Realização Ilimitada, que tal seguir as dicas do autor?

Dica do 12min

Suryavan Solar cita diversas obras inspiradoras. Uma delas é o livro Vai Lá e Faz, de Tiago Mattos. Aproveite o embalo e leia esse microbook aqui no 12 Minutos.

Este livro é uma parceria de 12minutos com a Editora Gente. Para comprá-lo na íntegra, clica aqui! :)

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Quem escreveu o livro?

Investigador de culturas ancestrais e autor de mais de 50 livros, Suryavan Solar fundou a Organização Cóndor Blanco Internacional há mais de três décadas. Junto com a filha Sol Nyma, redefiniu o método Cóndor Blanco no final da década de 1990, vocacionado a formar seres humanos integrais e apoiar o despertar de seres autônomos. Para isso, utiliza simples e geniais ferramentas ancestrais, adaptadas ao mundo moderno. Suryavan... (Leia mais)