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O caminho do artista

O caminho do artista Resumo
Produtividade & Gestão do Tempo

Este microbook é uma resenha crítica da obra: The creative life: true tales of inspiration

Disponível para: Leitura online, leitura nos nossos aplicativos móveis para iPhone/Android e envio em PDF/EPUB/MOBI para o Amazon Kindle.

ISBN: 978-8543105543

Também disponível em audiobook

Resumo

As páginas matinais

Você encontrará sua criatividade com as páginas matinais. É um processo simples. Todos os dias, escreva três páginas, à mão. Sem pensar em temas, nem planejar. Apenas coloque no papel tudo o que vier à mente. Não há certo ou errado. É um exercício de libertação da mente. Já começou?

O encontro com o artista

A mente pode ser dividida em duas partes. O cérebro lógico é responsável pela sobrevivência, identificando o que está errado e representa perigo. Já o cérebro artista é o lado criança, inventor, distraído. E por tudo isso, genial. 

Com o passar do tempo, esquecemos essa segunda parte e matamos a criatividade entre nós. Cada processo criativo pode ser caótico, como as crianças são. Não tenha medo. 

Religiosos pensam em Deus ao falar do criador, mas esquecemos que cada um de nós é também criador. Por isso, a arte é processo espiritual. 

O caminho do artista aqui descrito é trabalhado em 12 passos, um por semana. Em cada um deles, você recupera um aspecto que fortalece o cérebro artista. Vamos a eles?  

Recuperando o senso de segurança

Para exercer a plenitude da criatividade, desejamos apoio. Mas não é fácil. No começo, artistas querem ser valorizados e reconhecidos pelas pessoas próximas, entre familiares e ciclos de amigos. 

Para começar a recuperação criativa, fortaleça o lado questionador, leia, cumpra as tarefas que você se propôs. Deixe para trás o perfil de artista-sombra, que se escora em outros artistas para prosseguir com o próprio trabalho. 

Se o apoio não vier, tudo bem. Siga em frente, você é capaz.  

Recuperando o senso de identidade

Busque a autodefinição. Os limites só serão superados quando você acreditar na própria criatividade. A maioria das pessoas estranha o comportamento criativo. 

Por isso, sentir-se imprevisível é natural. O processo de libertação e desprendimento dos bloqueios parece turbulento, mas faz parte do reencontro com o espírito criativo. 

Qual o seu projeto? O que você quer criar? Dedique a semana a essas respostas para encontrar-se com o artista que existe aí dentro. 

Recuperando o senso de poder 

Muitas vezes, o artista tem explosões de energia, raiva, alegria, pesar e sentimentos contraditórios. Isso é a descoberta do próprio poder. É se livrar de amarras e limites.

Cada um desses sentimentos é produtivo e deve ser usado no processo criativo. Não fuja deles, entenda, viva cada explosão em sua plenitude. Não fuja das sensações ruins, elas podem ser produtivas. Escute cada pico de energia e se transforme. Isso é ter poder. 

Recuperando o senso de integridade

Não lute contra si mesmo. No reencontro com o lado artista, você poderá não se identificar com o que era antes. 

E essa é uma mudança honesta. Ao trabalhar com as páginas matinais, é comum notar diferenças entre os verdadeiros sentimentos e aqueles que desejamos demonstrar. Mas cada sentimento, mesmo os ocultos, fazem parte de nossa integridade. Somos completos, para o bem e para o mal.  

Recuperando o senso de possibilidade

Examine quais ganhos você tem quando fica estagnado. Nenhum, né? Quando coloca restrições às possibilidades, as limitações surgem.

Mas a vida é movimento. É possível realizar muitas coisas ao olhar as tantas possibilidades que surgem. Criação é movimento. Nada pode ser descartado antes de ser examinado.

Recuperando o senso de abundância

O dinheiro pode ser um grande bloqueio criativo para muita gente. E o que você pensa sobre ele precisa ser reexaminado. Ele não é a real e única fonte de segurança no processo criativo. Sua capacidade está aí, dentro de você. 

Para praticar a verdadeira arte, o dinheiro até facilita. Mas sem ele, nada impede a verdadeira criação. 

Recuperando o senso de conexão

Chegamos à metade das lições para estimular a criatividade. E você precisa dar ênfase às habilidades receptivas e ativas para conectar-se de vez com seu espírito criativo. 

Ao aperfeiçoar a escuta interna, fica mais fácil reconhecer a voz da inspiração. Busque se ouvir, fique em contato com o próprio interior. Afaste-se do barulho, da pressa, da correria. Quanto tempo você dedica para o próprio espírito?

Recuperando o senso de força

O tempo também pode ser um bloqueio criativo. Uma exploração inteligente desse bem envolve administrá-lo com inteligência, diminuindo os riscos criativos. 

Durante a vida inteira lidamos com perdas. De pessoas amadas, de dinheiro, de oportunidades. Mas também ganhamos muita coisa. E o olhar correto para os ganhos faz entender a necessidade de mirar no lugar certo. Evitar gastar tempo com as perdas e aproveitar o que resta é fortalecer a criatividade latente. 

Recuperando o senso de compaixão

E como fazer para vencer os bloqueios internos? É preciso explorar e reconhecer as dificuldades emocionais do passado. É a compaixão que cura o susto da criança assustada e ansiosa por uma realização criativa. 

Ela surge para entender que o medo é normal. O que está errado pode ser corrigido, sem autocobrança exagerada. A compaixão traz serenidade e abre ainda mais os olhos para onde direcionar o artista que existe aí dentro. 

Recuperando o senso de autoproteção

No processo criativo, existem muitos perigos ao redor. A criatividade é um processo espiritual, mas nem por isso está livre de ser prejudicada. Por isso, são necessários exercícios frequentes para fortalecimento.

A disciplina de dedicar tempo à criação e às páginas matinais são um bom exemplo de como proteger o lado criativo. Inspiração não brota de uma hora para outra, como num passe de mágica, mas é fortalecida aos poucos, com o trabalho diário que vence a energia ruim que nos deixa empacados. 

Recuperando o senso de autonomia

Para conseguir autonomia artística, você precisa examinar suas melhores formas de alimentar a criatividade. Antes disso, deve se aceitar como artista, fortalecendo a base espiritual que impulsiona a força criativa. O senso de autonomia lhe permite dizer qual é a sua arte, qual sua proposta estética, que passos dá para ela se tornar relevante. 

Recuperando o senso de fé 

Na última semana da caminhada até a explosão criativa, é recuperado o senso de fé, ao reconhecer o potencial artístico que existe em você. Essa fé é transformadora. Abra mão do desejo de controle de seus processos do começo ao fim. Em muitos momentos, eles irão comandar o trabalho. A resistência ao trabalho artístico é descrença, é um limite. 

Acreditando na própria capacidade criativa, o potencial artístico atinge um patamar irreversível.

Notas finais 

Quando pensamos em grandes artistas, nos perguntamos sobre como são capazes de ser tão inventivos. E a principal lição de Julia Cameron é que há um criador dentro de todos nós, muitas vezes sufocado não só pela correria do cotidiano, mas também pela valorização apenas do lado lógico do cérebro. Agora você não tem mais desculpa. Passou da hora de trabalhar esse lado artístico escondido aí dentro.

Dica do 12’

Depois de colocar em prática esses passos para a plenitude da criatividade, é importante aprender um pouco mais sobre outros mundos. No microbook O perigo de uma história única, a escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie prova que um olhar viciado pode reproduzir preconceitos, também na arte.

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Quem escreveu o livro?

Julia Cameron, além de autora do manual do criativo, é professora, artista, poeta, dramaturga, ro... (Leia mais)