O Animal Social Resumo - David Brooks

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O Animal Social

O Animal Social Resumo
Sociedade & Política

Este microbook é uma resenha crítica da obra: The Social Animal: The Hidden Sources of Love, Character, and Achievement

Disponível para: Leitura online, leitura nos nossos aplicativos móveis para iPhone/Android e envio em PDF/EPUB/MOBI para o Amazon Kindle.

ISBN: 8539005638, 978-8539005635

Também disponível em audiobook

Resumo

Ouvimos tanto o conto de que nós humanos somos melhores que os animais, que por vezes, acabamos acreditando. Mas, no fim das contas, somos animais, tal qual todos os outros que dividem esta terra conosco. Capaz de coisas fantásticas, nossos cérebros são parte do que faz nossa espécie tão diferenciada. E neste microbook, você vai aprender, de forma bem prática, como entender os impulsos e reflexos da natureza humana.

Procurando entender mais sobre si? Sobre as pessoas que lhe cercam? Se interessa por sociologia? Antropologia? Este microbook foi feito para você. Ideal para ser lido em momentos de descontração, em qualquer situação de seu dia.

O autor aqui é David Brooks, um comentarista político e cultural. Nascido no Canadá, ele hoje escreve para o New York Times, e é conhecido internacionalmente por suas peças icônicas. Conheça mais sobre o trabalho e os conteúdos que ele pode lhe passar nos próximos 12 minutos.

Decisões humanas instintivas

Qualquer garoto tem uma lista de características sobre sua garota dos sonhos. Mas há uma grande chance de que, depois que esse garoto crescer, ele vai se apaixonar por alguém que não se encaixa em seus critérios.

E por que isso acontece? Porque somos atraídos inconscientemente por pessoas que se parecem conosco e que possuem características faciais similares. Por exemplo, se nossos narizes possuem uma largura parecida e se existe uma distância comparável entre nossos olhos.

Além disso, somos atraídos por pessoas que compartilham nossas características educacionais, econômicas e étnicas. Um estudo de 1950 descobriu que mais da metade dos casais que se casaram em Columbus, Ohio, viviam a apenas 16 quadras de distância quando começaram a namorar. Além disso, 37% dos casais viviam a 5 milhas - ou cerca de 8 quilômetros - de distância um do outro.

Somos mais propensos a nos apaixonarmos por pessoas que compartilham nossas atitudes, expectativas e interesses. Apesar disso, também oscilamos em direção a pessoas com certas características físicas genéricas.

Temos alguns instintos que nos indicam certas preferências: os homens normalmente usam seus olhos para escolher; já as mulheres valorizam a confiança e são 70% melhores para se lembrar de detalhes. Mas elas também se atraem por homens com características de DNA diferentes.

Por exemplo, em média, mulheres heterossexuais preferem homens altos com características faciais simétricas, que são um pouco mais velhos e mais fortes do que elas. Os pesquisadores também demonstraram que as mulheres são mais atraídas sexualmente por homens com pupilas grandes. E, de acordo com um grande estudo conduzido ao redor do mundo, os homens preferem mulheres com uma proporção quadril-cintura de 0.7. Embora a proporção quadril-cintura seja o fator mais importante, os homens também gostam de mulheres com lábios grandes, pele limpa e cabelos brilhantes.

As influências sobre nossas escolhas

Embora acreditemos que estamos no controle do nosso comportamento, diversos pesquisadores já demonstraram que pequenas coisas podem nos influenciar muito. Até mesmo algumas poucas palavras podem ativar grandes associações, alterando nosso comportamento.

Por exemplo, um estudo fez com que as pessoas lessem uma série de palavras vagamente associadas com idosos: “naftalina”, “antiguidade” e “tricô”. Então, quando as pessoas sendo testadas deixaram a sala, os pesquisadores observaram que elas andavam mais lentamente do que quando chegaram.

No mesmo estudo, outras pessoas leram palavras relacionadas a agressividade, como “rude” ou “intruso”. De maneira semelhante, as pessoas começaram a interromper umas às outras com mais frequência.

Além disso, a maneira como julgamos alguma coisa depende de como ela nos é apresentada. Por exemplo, uma garrafa de vinho de $20 pode parecer barata se estiver cercada de outras mercadorias mais caras como uma garrafa de vinho de $230. E é por isso que as lojas de vinho expõem suas garrafas mais caras, mesmo que ninguém as compre.

Essas pequenas coisas também têm um papel importante em questões como os prognósticos de alguém. Imagine um cirurgião contando a seu paciente que um procedimento tem 90% de taxa de sucesso. Agora imagine que ele conta de maneira diferente, dizendo que há uma taxa de fracasso de 10%. Como você pode imaginar, é muito mais provável que o paciente escolha o prognóstico focado na taxa de sucesso.

As teorias sobre nosso julgamento moral

De acordo com a visão de alguns filósofos, o julgamento moral é baseado no raciocínio deliberado. E isso é chamado de racionalismo moral. Seus defensores afirmam que tomamos decisões morais de maneira lógica, aplicando princípios universais a uma dada situação. Esses princípios universais podem ser desde “não roube” a “busque o bem-estar da sociedade”.

De acordo com o racionalismo moral, existe uma luta de poder entre nosso instinto egoísta primitivo por um lado, e nossos princípios morais pelo outro lado. E se queremos agir moralmente, precisamos ter força de vontade para subjugar nossos impulsos egoístas que estão escondidos em nosso subconsciente.

Por exemplo, imagine que você tem alguns problemas em seu namoro e conhece uma pessoa atraente que te chama para sair. Embora seus instintos possam te persuadir a dizer sim, seus princípios morais estão lá para evitar que você traia seu parceiro.

Vamos analisar agora uma visão oposta, o intuicionismo moral que afirma que nosso julgamento moral é baseado em nossa intuição e não em nossa razão. Os intuicionistas afirmam que nem todos os nossos impulsos e intuições são egoístas, e que os seres humanos possuem um senso moral interno para guiá-los. Nós experimentamos esse senso moral em coisas como a compaixão, que é um senso de justiça.

De acordo com o intuicionismo, nós não experimentamos necessariamente uma luta entre nossos sentimentos e nossa razão. Mas ao invés disso, há uma luta entre nossos impulsos egoístas e nosso senso moral. Então, se você quiser ter um encontro com uma pessoa do seu trabalho, por exemplo, você pode se sentir muito culpado, mesmo antes de consultar seus princípios morais de maneira consciente, que vão te lembrar de que você está em um relacionamento.

O impacto das emoções e da intuição na moralidade

As emoções e a intuição têm um importante papel na tomada de decisão moral. Vamos pensar nos psicopatas: embora a maioria das pessoas experimentem uma resposta visceral intensa quando veem uma criança sendo espancada (com a pressão sanguínea aumentando e a palma da mão suando), os psicopatas conseguem ficar calmos.

Os psicopatas são tão inteligentes quanto o resto de nós, então era de se esperar que tivessem os mesmos padrões morais, já que utilizam as mesmas habilidades de raciocínio. Mas esse não é o caso. Os psicopatas tipicamente possuem padrões morais baixos e são mais propensos a causar sofrimento em outras pessoas. A intuição deles é resultado de um sistema lógico muito diferente.

Esse exemplo mostra como uma deliberação consciente não leva necessariamente a um comportamento moral. Na realidade, algumas vezes nosso julgamento moral antecede nossa deliberação consciente. E em alguns casos, julgamentos morais racionais são produzidos por avaliações intuitivas rápidas.

Por exemplo, quando pesquisadores do Max Planck Institute para a psicolinguística na Holanda leram declarações morais sobre tópicos polêmicos como a eutanásia e o aborto, as pessoas reagiram com sentimentos de avaliação de 200 a 250 milissegundos depois de terem escutado. Em outras palavras, elas formularam uma postura moral antes de terem tempo de raciocinar conscientemente sobre a decisão.

E em alguns casos, o raciocínio consciente pode não influenciar na tomada de decisão moral. Bebês por exemplo, já se mostraram automaticamente favoráveis ao comportamento moral.

Em um experimento, bebês de seis meses assistiram um filme que mostrava um filhote lutando para escalar uma colina. Um segundo filhote estava tentando ajudá-lo, enquanto um terceiro estava dificultando o progresso do primeiro filhote. Depois de assistir ao filme, os bebês tinham a escolha de brincar com um dos filhotes. E eles tipicamente escolheram o segundo filhote que foi prestativo.

Emoções são essenciais para tomada de decisões

Se você não sentisse tantas emoções confusas, você tomaria excelentes decisões, certo? Na verdade, não!

O que acontece sempre é que as pessoas sem emoções não tomam decisões muito racionais. Ao invés disso, elas podem tomar decisões muito tolas ou sequer tomá-las.

Por exemplo, certas condições médicas (causadas por um tumor ou um derrame, por exemplo), podem acabar com as emoções de uma pessoa, mas deixam a inteligência intacta.

O neurologista Antônio Damásio pesquisou sobre isso e descobriu que esses pacientes não são apenas incapazes de tomar boas decisões, mas também encontram dificuldades em tomar qualquer decisão. Até mesmo decisões simples, como decidir onde almoçar, podem ser difíceis para essas pessoas. E mais, quando elas tomam uma decisão, essas escolhas são ruins, fazendo com que arruinem suas vidas financeiras ou com que se casem com alguém com quem não se importam.

Um motivo pelo qual as emoções são tão importantes na tomada de decisão, é porque elas nos permitem avaliar o valor subjetivo das diferentes opções, o que é uma condição para uma escolha racional. Em outras palavras, nossas emoções nos permitem sentir que tipo de impacto as decisões terão em nós.

Por exemplo, o que acontece quando você imagina que está caindo de um penhasco? Você provavelmente sente medo ou até mesmo pânico. Bem, essa é a maneira do seu corpo te alertar sobre decisões arriscadas. Nós interpretamos esses alertas como uma emoção, e essa reação cria um grande incentivo para nossas escolhas ou para evitar certas decisões.

E é exatamente por isso que os pacientes de Damásio tinham tantos problemas para tomar decisões. Basicamente, eles não experimentavam qualquer alerta emocional, eles simplesmente não tinham incentivos para escolher qualquer coisa.

Somos seres sociais, precisamos nos conectar

Como seres humanos, nascemos para nos conectar uns com os outros. Na realidade, de muitas maneiras, não poderíamos existir sem outras pessoas.

É claro que isso é verdade em um nível de sobrevivência, mas isso também se aplica às questões de identidade. Afinal de contas, quando somos crianças, nossas personalidades surgem de acordo com os relacionamentos que temos com nossos pais.

Pense em como os sentidos de uma criança se desenvolvem através de interações contínuas com outras pessoas, tanto que replicam o comportamento de suas babás ou cuidadores.

Por exemplo, os pais normalmente dão risada quando seus bebês estão rindo, olham para o bebê quando o bebê está olhando, ou imitam os sons que o bebê faz e vice-versa. Esse tipo de reflexo é muito importante para o processo de desenvolvimento, porque nossos cérebros evoluíram para entenderem pistas sociais, respondendo a elas e buscando por uma resposta da outra pessoa.

Quando observamos alguém bebendo um copo de água ou sorrindo, nosso cérebro simula a mesma ação. Um conjunto de neurônios específico, chamado neurônios de reflexo, são responsáveis por esse processo. Quando estão ativados, eles criam o mesmo padrão que apareceria se realizássemos essa ação. Por exemplo, quando você vê alguém sorrindo, você se sente feliz porque seus neurônios de reflexo simulam aquele sorriso em sua própria mente.

E esse processo funciona na velocidade da luz. Estudos mostraram que um estudante universitário leva uma média de 21 milissegundos para sincronizar seus movimentos com o de seus amigos. E esse exemplo também demonstra outro fato sobre a psicologia social humana. O de que temos uma tendência forte e automática de nos conformarmos às normas de grupo.

Isso foi provado em um experimento famoso. Algumas pessoas observaram um conjunto de três linhas de tamanhos diferentes. No entanto, como essas pessoas estavam cercadas por um grupo de pessoas que foram instruídas a insistir que essas linhas tinham o mesmo tamanho, 70% das pessoas se conformaram e negaram o fato óbvio de que as linhas eram diferentes.

Seu inconsciente é muito importante

Sigmund Freud, o pai da psicanálise, comparou a mente humana a um iceberg. Nós só podemos entender um décimo do que está acontecendo no cérebro – e essa é a mente consciente, ou a ponta do iceberg – enquanto o resto está imerso na água, escondido. Mas só porque está escondido, não significa que é irrelevante.

Na realidade, a mente inconsciente pode lidar com grandes quantidades de dados – muito mais do que nossa mente consciente – e podemos confiar em toda essa informação para tomarmos decisões rápidas e para realizarmos tarefas complexas.

Para entender a extensão disso, considere o fato de, que a qualquer momento, nossa mente pode processar 11 milhões de bits de informação, mas nós só podemos estar cientes de 40! E até mesmo em sua melhor capacidade, a mente consciente é 200.000 vezes mais fraca do que a mente inconsciente.

E essa informação é crucial. Por exemplo, dirigir um carro seria impossível se nossa mente inconsciente não pudesse lidar com tantos processos motores e perceptivos. Afinal de contas, graças a sua grande capacidade de processamento, nossa mente inconsciente toma decisões em milissegundos. Enquanto isso, nossa mente consciente demora muito mais tempo.

Além disso, nosso inconsciente é responsável por algumas proezas incríveis. Essa parte do nosso cérebro pode absorver e processar grandes quantidades de dados de maneira instantânea, organizando e interpretando em milissegundos. Então a qualquer momento, estamos percebendo e interpretando inúmeras coisas que sequer percebemos.

E é por isso que algumas pessoas podem fazer previsões apuradas sem conseguirem explicar suas razões. Por exemplo, muitas fazendas de frangos têm funcionários especializados em identificar o sexo dos frangos. Essas pessoas, que normalmente têm anos de experiência, conseguem olhar para um pinto de um dia e diagnosticar seu sexo em instantes, com uma precisão de 99%. E ainda assim, eles não sabem como conseguem fazer isso.


Finalmente, os seres-humanos não são tão racionais quanto gostamos de pensar. Mas isso não é um problema, porque os processos inconscientes e não racionais da nossa mente podem fazer coisas extraordinárias para nos ajudar nas decisões. E ainda assim, se a racionalidade é tão superestimada, como a inteligência entra nessa história? E quais habilidades realmente determinam o sucesso?

A influência da inteligência no sucesso futuro

Nossa sociedade valoriza a inteligência e a maioria de nós provavelmente pensa que ser esperto pode ter um grande impacto no sucesso futuro da vida. E em média, as pessoas com os QIs mais altos se saem muito melhor na escola e em ambientes similares. Mas a capacidade intelectual excepcional leva a realizações excepcionais em outras áreas também?

A primeira coisa a entender é que ter um QI alto não significa que você vai ter felicidade ou uma vida pessoal bem-sucedida. Porque claramente, quando se trata de relacionamentos, outras habilidades como a empatia e força de vontade superam a inteligência. Por isso, quando você controla outros fatores, pessoas muito inteligentes não têm casamentos ou relacionamentos melhores. Elas também não são pais melhores.

Na realidade, de acordo com o Cambridge Handbook of Intelligence, pesquisadores concluíram que o QI contribui, no máximo, com 20% do sucesso na vida de uma pessoa.

E embora seja difícil estimar taxas como essa, está claro que uma alta inteligência não necessariamente leva a um desempenho de trabalho superior ou a riquezas. Um estudo descobriu que apenas 4% da variação no desempenho de trabalho pode ser previsto pelo QI.

De maneira semelhante, embora em algumas profissões (como na academia por exemplo), ter um QI de 120 seja uma vantagem, além desse limite, pontos adicionais de QI não se traduzem em grande sucesso ou habilidades. Em outras palavras, um químico com um QI de 140 não vai necessariamente se sair melhor que um colega com um QI de 120.

Outro estudo influente seguiu a trajetória de carreira de um grupo de estudantes altamente inteligentes, que estavam no maior percentual de QI para suas idades. E embora esses jovens tenham se saído bem na vida – se tornando advogados, arquitetos e executivos – nenhum deles ganhou nenhum grande prêmio ou fez grandes descobertas científicas. Por outro lado, dois garotos que foram excluídos do estudo por não terem o QI alto o suficiente, William Shockley e Luis Alvarez, se tornaram cientistas muito famosos e acabaram ganhando um Prêmio Nobel.

O sucesso é influenciado pela sensibilidade e autocontrole de uma pessoa

Se a inteligência não é uma boa medida de sucesso futuro, quais características podem determinar se uma criança se sairá bem na vida?

A sensibilidade é um fator importante a esse respeito. E desde o nascimento, algumas crianças são mais sensíveis que outras. Isso foi estabelecido em um estudo sobre como 500 crianças respondiam a novos estímulos.

Pesquisadores descobriram que 20% de todos os recém-nascidos se assustavam mais facilmente que outros: isso é, quando eram confrontados com estímulos desconhecidos, o batimento cardíaco deles acelerava e começavam a chorar compulsivamente. Outros 40% desses bebês tendiam ao outro extremo. Não importa o que fosse colocado na frente deles, essas crianças não se perturbavam.

Sob as circunstâncias certas, as crianças mais sensíveis se saíam bem melhor do que as outras. Mas em ambientes hostis, esses bebês cresceram e se tornaram adultos vulneráveis, propensos a ansiedades e doenças relacionadas ao estresse. Por outro lado, as crianças menos sensíveis têm a tendência de se tornarem mais corajosas independentemente do ambiente.

Autocontrole é outro fator que influencia o sucesso futuro. Em um famoso experimento, um pesquisador desafiou crianças de quatro anos a resistir e não comer um marshmallow que estava bem na frente delas. Se as crianças conseguissem passar 20 minutos sozinhas em uma sala sem comer o marshmallow, elas poderiam ganhar um segundo marshmallow.

O estudo descobriu que esse teste simples de força de vontade poderia prever se a criança seria bem-sucedida futuramente.

As crianças que conseguiram esperar os 20 minutos se saíram melhor na escola; e até mesmo 30 anos depois, esse grupo tinha salários altos e muitos eram graduados em universidades. Por outro lado, as crianças mais impulsivas tinham maior taxa de criminosos e problemas relacionados ao álcool e às drogas.

Ainda assim, o estudo descobriu que o autocontrole era uma característica maleável. Por exemplo, quando os pesquisadores aconselharam as crianças a fingir que não estavam mesmo olhando para marshmallow, e sim para alguma coisa sem gosto, como uma nuvem fofinha, a maioria conseguiu resistir à tentação.

Notas Finais

Embora sejamos seres racionais, a racionalidade não é a única determinante do nosso comportamento. Na realidade, muitas vezes o nosso inconsciente é o grande responsável pelo nosso processo de tomada de decisões. Além disso, nosso sucesso é influenciado não só pela nossa inteligência ou QI, mas em grande parte por nossa capacidade de autocontrole e nossa sensibilidade.

Dica do 12’

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Quem escreveu o livro?

David Brooks é um autor norte-americano, atualmente escritor de um editorial para o New York Times. Foi editor sênior na Weekly Stardard, contribuinte na Atlantic Mon... (Leia mais)