Minha esposa tem a senha do meu celular Resumo - Fabricio Carpinejar

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Minha esposa tem a senha do meu celular

Minha esposa tem a senha do meu celular Resumo
Sexo & Relacionamentos

Este microbook é uma resenha crítica da obra: Minha esposa tem a senha do meu celular

Disponível para: Leitura online, leitura nos nossos aplicativos móveis para iPhone/Android e envio em PDF/EPUB/MOBI para o Amazon Kindle.

ISBN: 978-8501303004

Também disponível em audiobook

Resumo

Minha esposa tem a senha de meu celular

A crônica que dá título ao livro foi publicada no perfil do Facebook do autor. Nela, Carpinejar diz que nunca conversou com a esposa sobre os motivos para dividirem as senhas do celular. E nunca tiveram muita certeza sobre quem disse “eu te amo” pela primeira vez.

Um não esconde nada do outro, às vezes assistem vídeos lado a lado, mostrando o que receberam e por onde estão navegando. Compartilham opiniões sobre as notícias e mostram que os aplicativos existem para puxar conversa, e não agravar o isolamento. Afinal, celular não é cofre, segredo ou conta privada. É um recurso para conversar. Os aparelhos dos Carpinejar estão sempre acessíveis. Ninguém fica tenso com possíveis mensagens. Não há invasão de privacidade, mas um convite para que ela seja dividida entre os dois. 

A vida ajuda quem se esforça

Os resultados podem demorar, mas aparecem para os esforçados. Ter paciência parece chato, mas todo esforço faz superar a resistência do tempo com a necessária insistência. Por mais que o quase nos atormente, uma hora as coisas acontecem. 

No amor, é igual. Às vezes, vamos longe demais. Em outras, ficamos no meio do caminho. Mas é preciso insistir e nunca desistir do amor. 

Você não precisa estar seguro financeiramente para se casar.

Não existe estabilidade, tudo é provisório. A espera por dotes financeiros, poupança e fortuna acumulada são pura ilusão. O casamento é uma improvisação contínua. Podendo garantir o essencial, case. O futuro é uma incógnita. E sempre será.

Por que você se casou? 

Carpinejar acha essa pergunta cretina e constrangedora. Só se casa porque a vida perde o sentido sem a outra pessoa. Só se casa quando a vida não existe antes de conhecer o grande amor. É como se a esposa do autor tivesse se apossado até do que não viveu com ele. Nas lembranças, ela está sempre junto de Fabricio, que se define como um casal dentro de si. 

Quem ama pensa que sabe tudo

Amar é confiar que sabe tudo. O coração transborda de esperança e promessas. Parece que tudo dará certo na vida, de um jeito definitivo e incontestável. Quem não ama tem dúvidas. Quem ama tem certezas.

A véspera do altar é perigosa 

Na metade deste microbook, Carpinejar fala das horas antes do casamento como as mais tensas, cheias de confissões, adrenalina, aventura e ansiedade. É hora de se calar, porque os conselhos não importam mais. O momento mais perigoso de um casamento é a véspera de subir ao altar. 

Amor feliz é como água do mar 

Porque nela você pode ver os próprios pés. No amor feliz, você não precisa esconder nada. Nenhuma tristeza, nenhuma alegria, nenhuma mensagem, nenhum pensamento. Não há vergonha, não há segredos. 

A facilidade da pornografia na web é sinal de ausência de intimidade. 

Se antes o sexo era explícito, agora ele está escancarado. Sem solenidades e reservas para consumir esse tipo de material, é possível ver tudo o tempo todo. E surgem tantas opções para o solteiro que ele mal sabe o que escolher.

As pessoas voltaram a enxergar as belezas dos relacionamentos pelo vazio de não saber o que optar em tempos de tudo à disposição. 

Sem nudes

Carpinejar não manda nudes. Ele acredita que até chegar na parte que interessa, não saberia enquadrar o peito peludo, os mamilos ou as canelas finas. Isso faria a mulher dormir. 

Para ele, nudes são entediantes. A mania do autor é mandar fotos de hematomas para a esposa quando joga futebol. Os dois ficam horas conversando sobre os jogos, o dia a dia profissional e outros assuntos que os aproximam mais e mais. 

Assim, não precisam mandar fotos do que viram tantas vezes para manter a fogo aceso.

Maldita rotina

A rotina é feita para ser o que mais amamos, por isso é repetida até o fim da vida. Ver-se ao lado da pessoa amada, pela manhã, deve ser motivo de alegria. Condenar a rotina ou culpar o dia a dia repetitivo por um suposto tédio é símbolo da pressa, da rapidez que domina nossos tempos. Quem cuida do amor não reclama da rotina. 

Por que dividir uma vida? 

Muita gente se pergunta o que leva duas pessoas a escolherem passar os dias juntos. Parece louco, insano, sem sentido. Ceder metade do guarda-roupa, do quarto, dos sonhos e confidências. Estar ali, grudados, sentindo saudades, se desesperar de preocupação. 

Só não entende a beleza de dividir uma vida quem se rendeu à rapidez, mas teme compartilhar a senha do celular. E da vida a dois.

Notas finais 

Por mais difícil que seja definir o amor, Fabrício Carpinejar tem a capacidade de traduzir esse sentimento em palavras líricas. Ele foge dos clichês, mas transforma simples frases em mantras. Em Minha esposa tem a senha do meu celular, o autor foge do individualismo das relações rápidas dos tempos digitais. É um verdadeiro apelo por mais romantismo em dias tão duros.

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Quem escreveu o livro?

Fabricio Carpinejar é autor de livros como "Cuide dos pais antes que seja tarde", "Para onde vai o amor?" e "Me ajude a chorar". Traz uma obra para os românticos, apaixonados ou interessado... (Leia mais)