Mentes Geniais Resumo - Alberto Dell’Isola

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Mentes Geniais

Mentes Geniais Resumo
Produtividade & Gestão do Tempo

Este microbook é uma resenha crítica da obra: 

Disponível para: Leitura online, leitura nos nossos aplicativos móveis para iPhone/Android e envio em PDF/EPUB/MOBI para o Amazon Kindle.

ISBN: 978-8579302763

Também disponível em audiobook

Resumo

Os sete pecados da memória

A nossa memória piora com o passar do tempo: isso é um fato. No entanto, a maior parte das críticas de adultos e idosos em relação à própria memória são decorrentes de maus hábitos e nada têm a ver com a idade.

Em seu livro “Os sete pecados da memória”, Daniel Schacter, professor de psicologia na Universidade de Harvard, analisa os tipos de lapsos de memória mais comuns e denomina-os de “pecados” da memória. Tais “pecados” afetam todos nós e não apenas pacientes com graves limitações de memória.

Pecado da transitoriedade

A transitoriedade deve ser entendida como a tendência que nossa memória tem de enfraquecer ao longo do tempo.

Memórias que você evoca com frequência podem permanecer razoavelmente vívidas por décadas. Por outro lado, algumas lembranças desaparecem rapidamente. O momento em que estamos mais propensos ao esquecimento é logo após a aquisição da informação.

Nosso cérebro grava constantemente informações de maneira temporária e se não criarmos códigos de memória importantes, toda essa informação será descartada.

Pecado da distração

Provavelmente, você já cometeu esse pecado diversas vezes: esqueceu-se de onde deixou a chave do carro, de pagar uma conta ou até mesmo do motivo pelo qual abriu a geladeira.

Ao contrário do que se pode imaginar, a distração não é uma falha da memória propriamente dita, pois se refere a eventos que não podem ser evocados pelo simples motivo de nunca terem sido registrados.

A distração está diretamente ligada à atenção e, em geral, acontece em dois momentos:

  • quando estamos realizando mais de uma tarefa simultaneamente e acabamos por não prestar atenção em alguma delas;
  • quando estamos realizando alguma tarefa e alguma coisa ou alguém acaba por nos roubar a atenção.

Pecado do bloqueio de memória

Bloqueio da memória acontece da seguinte maneira: alguém lhe faz uma pergunta, você tem a impressão de que a resposta está na ponta da língua, ou seja, de que a sabe, mas não consegue lembrar-se dela com precisão.

Muitas vezes, é capaz de dizer todas as propriedades da palavra que está procurando: a letra com que se inicia, o idioma, palavras que rimam ou até mesmo o número de sílabas da palavra esquecida; no entanto, algo bloqueia a lembrança dessa palavra.

Pecado da atribuição equivocada

A atribuição equivocada refere-se a um erro na fonte de uma lembrança específica. Suponha que seu amigo lhe pede um livro emprestado e você diz: “ele está na estante do meu quarto, espere um minutinho que vou buscá-lo”.

No entanto, não encontra o livro. “Estranho, tenho certeza que o vi aqui”, você lamenta. No dia seguinte, encontra o livro na estante do seu escritório. Nesse exemplo, o fenômeno da atribuição equivocada fez com que você confundisse o local onde avistou o livro.

Pecado do viés pessoal

Todas as nossas lembranças sempre serão coloridas pelo nosso viés pessoal, mas isso não é algo negativo.

Imagine que, devido à distorção do viés pessoal, uma pessoa considere que sua mãe, hoje falecida, tenha sido uma excelente pessoa, mas que, na verdade, essa mãe era muito violenta e cruel.

Qual o problema de essa pessoa ter distorcido as lembranças referentes à sua mãe? Talvez lhe estivesse sendo difícil conviver com a ideia de que a mãe não tenha sido uma pessoa tão boa quanto ela gostaria que fosse.

Assim, a distorção decorrente do viés pessoal é uma ferramenta adaptativa para a nossa vida, visto que torna nossas lembranças mais parecidas com aquilo que realmente desejaríamos que tivesse acontecido.

Pecado da sugestionabilidade

A sugestionabilidade se refere à possibilidade de nossa memória ser influenciada por informações aprendidas após a codificação da lembrança. Em outras palavras, a influência de outras pessoas ou eventos pode alterar nossas memórias, criando até mesmo lembranças de eventos que jamais ocorreram.

Pecado da persistência

O pecado da persistência refere-se à tendência de revisitar involuntariamente lembranças que nos incomodam.

A lembrança indesejada pode variar desde uma música que não sai da sua cabeça, chegando até mesmo a um evento traumático, como um acidente de carro. Nesses casos, quanto mais nos esforçamos para parar de pensar na lembrança intrusiva, mais forte ela aparece em nossa mente.

Como se lembrar de nomes e fisionomias

A seguir, você aprenderá algumas abordagens diferentes para a memorização de nomes e rostos. Apesar de serem diferentes, elas envolverão o mesmo princípio básico: visualizar mentalmente uma cena que envolva o nome dessa pessoa e seu rosto em um ambiente que também facilite a evocação do nome.

Dividiremos nossas técnicas em dois tipos: “Conheço alguém com esse nome” e “Não conheço ninguém com esse nome”.

Conheço alguém com esse nome

Sempre que for apresentado a alguém que possui o mesmo nome de alguém que você já conhece, crie uma forte associação visual entre as duas pessoas. Convém salientar que apenas pensar “Ah, ele é parceiro de tênis do João que já conheço” não é suficiente. Ao criar mentalmente uma cena, mais gatilhos de memória serão ativados.

Outra dica para a elaboração dessa associação visual: utilize um ambiente como gatilho para o próprio nome. Assim, teremos criado dois gatilhos para o nome a ser memorizado: a profissão e o local.

Não conheço ninguém com esse nome

Muitas vezes, não conhecemos ninguém com o mesmo nome da pessoa que acaba de nos ser apresentada. Podemos dividir esses nomes em dois tipos:

  • Nomes com significado embutido: muitas vezes somos apresentados a pessoas com nomes desconhecidos, mas que têm um significado muito bem definido. Nesse caso, basta visualizar uma imagem que envolva o nome e a pessoa que você acaba de conhecer;
  • Nomes sem significado embutido: nesse caso, devemos atribuir um significado ao nome, substituindo-o por uma palavra que seja foneticamente semelhante e fácil de ser visualizada. Por exemplo, Iolanda pode ser substituído por “ioiô”, Leonardo por “leopardo”, e assim por diante.

Técnica do vínculo

Vamos supor que você precise realizar três atividades importantes durante o dia:

  • ir ao banco no qual você é correntista;
  • buscar os filhos na escola;
  • ir a uma reunião.

Para memorizar esses eventos, é preciso criar uma imagem substitutiva para cada um deles. Veja a seguir as imagens que o autor sugere para cada evento:

  • ir ao banco no qual você é correntista – banco de jardim;
  • buscar os filhos na escola – seus filhos;
  • ir a uma reunião – algum colega de trabalho que estará na reunião.

Agora, basta criar uma pequena história, ambientada na sala de estar da sua casa, envolvendo um banco de jardim, seus filhos e seu colega de trabalho.

Por exemplo, imagine que um banco de jardim está espancando seus filhos na sala de estar da sua casa e, quando o desespero toma conta de sua mente, surge um colega de serviço e destrói o banco com um golpe de caratê.

Técnica das jornadas

Essa técnica consiste em inserir informações em jornadas que você conheça bem, tais como o caminho que você percorre diariamente para o trabalho pela manhã, a estrada que você usa para chegar até seu sítio, o percurso de suas caminhadas diárias etc.

Você pode, inclusive, criar jornadas imaginárias, a partir de locais vistos em revistas, filmes ou até mesmo em sua imaginação.

Para se lembrar de uma lista de itens, seja números de telefone, datas históricas, pessoas, objetos ou cartas de baralho, tudo o que você precisa fazer é associar os itens da lista aos pontos de referência de sua jornada. É importante que suas imagens sejam inusitadas para serem memoráveis.

A técnica das jornadas é muito flexível: se você tiver de memorizar listas muito grandes, apenas acrescente novos pontos de referência à sua jornada ou crie uma jornada nova, e se tiver de memorizar listas muito pequenas, utilize apenas uma parte da sua jornada.

Memorizando números: o sistema pela rima

Todos já passamos pela desagradável situação de ter esquecido algum número importante: a senha do banco, o número do CPF, o telefone de um amigo ou até mesmo o CEP de nosso endereço.

Letras, quando as juntamos adequadamente, podem nos dar poesias, cartas de amor ou até mesmo relatórios bancários. Mas, números, não importa como os juntemos, teremos sempre números e, em alguns casos, dores de cabeça!

Você achará bastante fácil o sistema pela rima, pois ele utiliza imagens que foneticamente se assemelham aos números.

Mais uma vez, será necessário criar associações coloridas, exageradas e ridículas, tais como:

  • 0 – Prego;
  • 1 – Rum;
  • 2 – Bois;
  • 3 – Chinês;
  • 4 – Prato;
  • 5 – Brinco;
  • 6 – Cesta;
  • 7 – Gilete;
  • 8 – Biscoito;
  • 9 – Revólver;
  • 10 – Jazz

Memorização do calendário

O calendário gregoriano passou a vigorar de 15 de outubro de 1582 em diante, para o continente europeu, e a partir de 1753, para a Inglaterra.

Não há nada que o impeça de calcular o dia da semana de datas que estão em outros séculos. Basta fazer o ajuste adequado, somando a chave do século correspondente ao resultado obtido.

Chaves dos séculos para o calendário gregoriano:

  • XVI – 0;
  • XVII – 6;
  • XVIII – 4;
  • XIX – 2;
  • XX – 0;
  • XXI – 6;
  • XXII – 4;
  • XXIII – 2;
  • XXIV – 0

E assim sucessivamente. E como é praticando que se aprende, veja o exemplo a seguir.

Em que dia da semana caiu 12 de setembro de 1877?

Aplicação da fórmula: 12 (dia) + 6 (chave do mês) + 5 (chave de 1877) + 2 (chave do século XIX) = 25. O maior múltiplo de 7 que podemos subtrair de 25 é 21; portanto, 25 – 21 = 4. Resultado: 12 de setembro de 1877 foi uma quarta-feira.

A sequência de séculos em que não é necessário nenhum ajuste é a dos anos múltiplos de 4, assim sendo, a mesma dos anos bissextos em um mesmo século fornece também os séculos que não necessitam de ajuste, ou seja, os séculos XX, XXIV, XXVIII etc.

Desse modo, sabemos de antemão que o cálculo para o século LXVIII, por exemplo, é idêntico ao feito para o século XX, e que para os séculos subsequentes deveremos fazer o ajuste na ordem exposta anteriormente até o LXXII, quando, novamente, cairemos no caso do século XX.

Aumentando a concentração

Ainda que poucas pessoas conheçam esses exercícios, muitas já passaram por algum treinamento desse tipo.

Por exemplo, pela necessidade, algumas pessoas acabam desenvolvendo a habilidade em trabalhar ou estudar em ambientes extremamente adversos, como uma casa ou escritório muito barulhento.

É claro que, sempre que possível, é importante controlar o ambiente externo; no entanto, muitas vezes, isso se torna impossível. Assim, esses exercícios servirão para você treinar sua concentração e chegar a níveis nunca antes alcançados.

Concentrando-se visualmente

Escolha algum objeto para se concentrar: pode ser a chama de uma vela, uma rosa, uma caneta, um relógio etc. As únicas condições são:

  • o objeto deve estar no mesmo nível dos olhos, pois essa é uma maneira de não forçar a coluna durante o exercício;
  • o objeto deve ter um tamanho adequado, não podendo ser pequeno como uma formiga, pois não possuirá detalhes suficientes para prender a atenção, nem grande como uma parede ou porta, pois será difícil observá-lo de uma só vez;

após cada distração, você deve reiniciar o exercício.

Concentrando-se na audição

Escolha uma música rica em instrumentos musicais para realizar esse exercício. Em seguida, escolha um dos diversos instrumentos e procure concentrar-se apenas nele durante a execução da música. O exercício durará apenas 5 minutos.

Assim, procure escolher uma música que seja mais longa que isso. Ao final dos 5 minutos, o despertador deverá tocar, avisando o final do exercício. Lembre-se: nunca deixe qualquer relógio nas proximidades, ou as horas poderão tirar sua concentração.

Concentrando-se no tato

Escolha um objeto que possua muitos detalhes em relevo e, em seguida, com os olhos fechados, concentre-se apenas em seu tato e nos detalhes em relevo desse objeto. A cada pensamento que tire sua concentração, abra os olhos e reinicie o exercício.

Concentrando-se no olfato

Escolha alguns produtos que exalem um odor forte e não tóxico, tais como cebola, café, alho, casca de mexerica, entre outros, e coloque-os lado a lado. Quando os cheiros começarem a se misturar, procure identificar cada um deles.

Eficiência versus eficácia

Ainda que semelhantes, esses conceitos são muito diferentes. Grosso modo, eficácia é aquilo que produz o efeito desejado, enquanto eficiência é a maneira como esse efeito é obtido.

Ser eficaz, portanto, equivale a “atingir seus objetivos”: se você estuda e consegue passar num concurso público, podemos dizer que seu estudo foi eficaz, quer você tenha passado dez anos estudando, quer tenha estudado durante apenas três meses.

Ser eficiente, em contrapartida, equivale a fazer determinada tarefa da maneira mais rápida e econômica possível. Quando se trata de provas e concursos, o importante é ser eficiente, ou seja, estudar o mínimo de horas possível, e eficaz, isto é, ser aprovado.

Infelizmente, a maioria das pessoas valoriza exageradamente o esforço – se não tiver sido difícil não terá nenhum valor –, mas isso está completamente fora de contexto, pois, hoje, o que importa mesmo é o resultado. Assim, quanto melhor trabalharmos, melhor produziremos e maior qualidade de vida teremos.

Mapa mental

Mapa mental é nome do organizador gráfico desenvolvido pelo psicólogo Tony Buzan, nos anos 1970. O mapeamento mental, por sua vez, é uma técnica gráfica que utiliza mapas mentais como meio para potencializar a aprendizagem e estimular o pensamento global cerebral.

O mapa mental é útil para gestão de informações, de conhecimento e de capital intelectual; compreensão e solução de problemas; memorização e aprendizado; e criação de manuais, livros e palestras.

Além disso, é uma excelente ferramenta de brainstorming e auxilia na gestão estratégica de empresas ou negócios, sendo a expressão do pensamento radiante, ou seja, é um modelo pelo qual a mente humana trabalha.

Segundo Buzan, o mapa mental estimula o hemisfério cerebral direito ao enfatizar a linguagem espacial e visual. Hoje, o pensamento global cerebral tem se tornado mais desejado no ambiente comercial, já que as empresas precisam inovar para se manterem competitivas.

O mapa é organizado em estrutura de teia, se desenvolvendo em torno a uma questão principal, representada por um símbolo no centro do diagrama. Desse modo, os desenhos feitos em um mapa mental partem de um único centro, a partir do qual são irradiadas as informações relacionadas.

Criando seu primeiro mapa

Como em qualquer outra atividade, apenas a prática leva à perfeição. Desse modo, é óbvio que seus primeiros mapas mentais não serão dos melhores, e uma boa dica para iniciar é simplesmente relaxar e permitir que sua mente faça associações de maneira livre.

Deixe que qualquer pensamento acerca do tópico surja e seja incluído em seu mapa. Ainda que muitas dessas anotações não precisem fazer parte da versão final, é importantíssimo que as escreva em seu rascunho.

Afinal, essas palavras, ainda que à primeira vista sejam irrelevantes, podem funcionar como gatilhos de memória e evocar as informações mais importantes a serem anotadas.

Imagine que você deseja fazer um mapa mental acerca da legalização do jogo no Brasil. Certamente, existem muitas ideias que povoariam seu pensamento: geração de empregos, turismo, governo, impostos, sorte, assaltos, crime etc.

Após escrever todos esses pensamentos, você talvez ache interessante envolver apenas os prejuízos que essa medida poderia trazer para o país. Em contrapartida, também seria possível que criasse um mapa mental envolvendo apenas as vantagens econômicas que essa medida acarretaria ao país.

No entanto, caso se interesse em fazer uma análise entre as vantagens e desvantagens da legalização do jogo, talvez o mais interessante fosse criar um quadro sinótico contendo todos os aspectos que essa medida poderia provocar.

Quadro sinótico

Há alguns conteúdos para os quais o melhor método de memorização é o quadro sinótico. Todos já fizemos um quadro sinótico alguma vez em nossos estudos e a grande questão é saber quando será melhor utilizá-lo.

Em conteúdos em que é possível fazer comparação entre categorias, a melhor opção é o quadro sinótico, pois o estudante obterá um ganho maior na memorização de conteúdos comparativo se fizer o quadro sinótico.

Como exemplo, podemos citar as entidades da Administração Pública Indireta, estudadas em Direito Administrativo: autarquia, sociedade de economia mista, empresa pública e fundação pública.

Trata-se de categorias que se diferenciam em critérios como conceito, regime de pessoal, patrimônio, exigibilidade de licitação nos contratos celebrados, entre outros. Assim, para que o estudante obtenha uma visão do todo, de forma comparativa, o quadro é a melhor opção.

Notas Finais

Muitos se perguntam quantas horas por dia é preciso treinar para começar a anotar eficientemente. Ao contrário da memorização ou leitura dinâmica, as anotações eficientes não requerem treino.

No entanto, essas estratégias requerem uma verdadeira mudança de hábitos. Então, de nada valerão os ensinamentos deste microbook se você não mudar seus hábitos. Existe um grande abismo entre “saber o que deve ser feito” e “fazer o que deve ser feito”.

Não deixe que o abismo existente entre “planejamento” e “ação” atrapalhe seus sonhos. Se, em algum momento, você hesitar em mudar, tente responder à seguinte pergunta: “que desculpas terei daqui dez anos?”. Provavelmente, terá as mesmas que você tem se dado no momento.

Não espere o momento certo para começar a estudar ou a aplicar as técnicas. As grandes mudanças na vida ocorrem justamente nas horas em que nos encontramos nas situações mais difíceis, pois quando estamos bem, felizes com os resultados que vimos obtendo, não temos necessidade de mudar.

Dica do 12’

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Quem escreveu o livro?

Mentes Geniais é uma obra de Alberto Dell'Isola, um hipnólogo, palestrante, psicoterapeuta e escritor. Autor de livros como "Mentes Brilhantes", "Mentes Fantásticas" e o presente, "Mentes Geniais", e... (Leia mais)