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Capa do livro Justiça: o que é fazer a coisa certa, de Michael J. Sandel — resumo e resenha crítica no 12min

Justiça: o que é fazer a coisa certa

Michael J. Sandel

6 mins

De forma instigante, somos levados a pensar no desafio entre mediar conflitos e princípios, ajudando a entender a política, a moralidade e rever nossas convicções. O autor, Michael J. Sandel, é um dos mais importantes filósofos de sua geração. Seu curso já teve mais de 15 mil alunos e uma série na televisão com 12 episódios. Tem dúvidas sobre o certo e o errado? Nos próximos 12 minutos, você será ajudado a pensar mais a respeito.

Ouça a introdução

Para quem é

Justiça: o que é fazer a coisa certa é um livro moderno e provocativo, com conflitos éticos difíceis de serem resolvidos, colocando nossas convicções à prova. Sua inspiração é o mais concorrido curso da Universidade de Harvard, em que quase mil alunos se aglomeram para ouvir a relação entre problemas da filosofia e assuntos prosaicos do cotidiano.

Principais Insights

A Complexidade da Justiça

Michael J. Sandel nos desafia a reconsiderar nossas concepções de justiça, mostrando que ela não é um conceito monolítico, mas uma teia complexa de princípios e circunstâncias. Ao invés de buscar uma resposta definitiva para o que é certo ou errado, o autor nos convida a explorar diferentes perspectivas e dilemas morais, incentivando um debate profundo e contínuo sobre o que significa agir com justiça em variadas situações.

Mediando Conflitos Morais

O livro enfatiza a importância de mediar conflitos entre princípios morais, destacando que muitas vezes nossas decisões éticas envolvem escolhas difíceis entre valores concorrentes. Sandel nos ajuda a navegar por essas águas turbulentas, oferecendo uma estrutura para entender melhor como diferentes teorias de justiça podem ser aplicadas a situações reais. Ele nos lembra que, em muitos casos, o desafio não está em saber o que é certo, mas em equilibrar as várias demandas éticas que se apresentam.

Revisão de Convicções Pessoais

Sandel incentiva os leitores a revisarem suas convicções pessoais à luz das discussões propostas no livro. Ao confrontar nossas crenças com argumentos filosóficos e dilemas morais, somos levados a questionar a solidez de nossos valores e a flexibilidade de nossas posições éticas. Essa autocrítica é fundamental para o crescimento moral e para o desenvolvimento de uma compreensão mais robusta e empática do que significa viver em sociedade, onde justiça e moralidade se entrelaçam de maneiras complexas.

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Sobre o autor

Michael J. Sandel é a Anne T. e Robert M. Bass professor de Governo da Universidade de Harvard, onde leciona desde 1980 e autor de muitos livros. Ele vive em Brookline, Massachusetts.Michael J. Sandel (5 de Março, 1953) é um filósofo político americano e um professor da Universidade de Harvard. Ele é mais conhecido para o curso de Harvard 'Justiça', que está disponível para visualização on-line, e por sua crítica de John Rawls' Uma Teoria da Justiça em seu primeiro livro, O liberalismo e os Limites da Justiça (1982). Ele foi eleito membro da Academia Americana de Artes e Ciências, em 2002.Sandel subscreve a uma determinada versão do comunitarismo (embora ele se sente desconfortável com o rótulo), e nesse sentido ele é talvez melhor conhecido por sua crítica de A de John Rawls teoria da Justiça. argumento de Rawls depende da suposição do véu da ignorância, que ele afirma que nos permite tornar-se 'eus desonerados' visão de .Sandel é que somos por natureza sobrecarregados de uma forma que torna impossível, mesmo na hipótese de ter tal véu . Alguns exemplos de tais laços são aqueles com nossas famílias, que não fazem por escolha consciente, mas nascem com, já anexado. Porque eles não são conscientemente adquirida, é impossível separar-se de tais laços. Sandel acredita que somente uma versão menos restritiva, mais solto do véu da ignorância deve ser postulada. Críticas, tais como inspirados Rawls de Sandel argumentar posteriormente que sua teoria da justiça não era uma teoria "metafísica", mas uma "política" um, uma base sobre a qual um consenso primordial poderia ser formada entre indivíduos e grupos com diversos pontos de vista morais e políticas.

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Lições

  • Sem justiça e mecanismos para a promoção da virtude, falta muito para se fazer a coisa certa
  • Questões de mera sobrevivência podem ser impactantes para a coletividade
  • O bem comum e a justiça caminham lado a lado. Nem sempre, justiça será sinônimo de Direito

Ideias-chave

  • Reflexão crítica: O livro incentiva uma análise profunda e crítica sobre o que constitui a justiça e como mediamos conflitos entre diferentes princípios morais e éticos, promovendo uma revisão das nossas próprias convicções.
  • Entendimento da política e moralidade: Ao explorar dilemas morais e políticos, o autor oferece uma compreensão mais clara sobre como nossas decisões e julgamentos são moldados por nosso entendimento de justiça.
  • Educação filosófica: Com base nas aulas e na série televisiva de Sandel, os leitores são convidados a explorar questões filosóficas complexas de maneira acessível, ampliando seu conhecimento e capacidade de debater temas éticos.

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