I Love You But You Always Put Me Last Resumo - Andrew Marshall

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I Love You But You Always Put Me Last

I Love You But You Always Put Me Last Resumo
Parentalidade e Sexo & Relacionamentos

Este microbook é uma resenha crítica da obra: I Love You But You Always Put Me Last

Disponível para: Leitura online, leitura nos nossos aplicativos móveis para iPhone/Android e envio em PDF/EPUB/MOBI para o Amazon Kindle.

ISBN: 978-0-230-77215-1

Também disponível em audiobook

Resumo

Ajustando as suas prioridades

Quando você disse “eu te amo”, pela primeira vez, ao seu parceiro, é provável que nunca tenha imaginado que essa linda declaração seria sucedida por um “mas”. Ao caminhar até o altar, certamente não lhe ocorreu que, um dia, seu casamento seria deixado à deriva.

Crianças, obviamente, são maravilhosas e dão forma e sentido às nossas vidas. Infelizmente, é muito fácil se deixar levar, colocando seus filhos em primeiro lugar enquanto vocês se empenham em se tornarem pais perfeitos.

Felizmente, porém, nenhum de vocês precisa atingir a perfeição – basta serem bons o bastante. A boa notícia, segundo o autor, é que isso é extremamente benéfico tanto para os seus filhos quanto para o seu relacionamento.

Marshall, devido à sua vasta experiência, está ciente das dificuldades inerentes à parentalidade (conceito útil para nos referirmos tanto à maternidade quanto à paternidade) e os elementos que a envolvem.

Portanto, é imprescindível que vocês parem de considerar a manutenção da relação entre, por exemplo, marido e mulher, como algo líquido e certo. Para tanto, é necessário tomar a decisão de nutrir o amor conjugal novamente. Afinal, é a felicidade da sua família que está em jogo!

Como chegamos até aqui?

Quando a sua presença enquanto parceiro é percebida como um fato ou seu parceiro não a prioriza em suas ações, é natural que você tenda a considerar que ele ou ela não a ama o suficiente. Ou – o que é ainda pior – que há algum tipo de falha estrutural em seu relacionamento.

No entanto, os problemas podem ser originados pela mudança de um estágio de amor para outro ou por algo relativamente mais simples, como falta de comunicação. Nesse contexto, pode surgir uma grande tentação de se manter ocupado com afazeres profissionais e/ou domésticos e se preocupar com outros assuntos.

Não obstante, a decisão de ignorar ou evitar problemas nunca é a melhor alternativa. Se você puder falar honestamente e ouvir (realmente ouvir), a maioria dos problemas podem ser solucionados.

Com efeito, se você aproveitar apenas uma ideia, não apenas desse capítulo, mas de todo o livro, nosso autor escolheria esta: “casamentos felizes são construídos a partir de boas habilidades de relacionamento”. Trata-se, em termos práticos, de uma mensagem otimista, uma vez que essas habilidades podem ser aprendidas

O choque de se tornar pai ou mãe

Os filhos viram sua vida de cabeça para baixo e, por mais que você tente se preparar, sempre existirão choques e contratempos. Se não tomar cuidado, em vez de se apoiarem, ambos podem acabar se sentindo sozinhos ou culpando um ao outro.

Portanto, em vez de ser duro consigo mesmo ou sua parceira por quaisquer deficiências percebidas, é altamente recomendável que ambos ocasionalmente cometerão erros. A capacidade de ser pai ou mãe surge com o tempo, com o enfrentamento dos desafios e a superação de dificuldades.

Ao se sentir cansado e estressado, é fundamental dizer a si mesmo que essa fase não durará para sempre e manter a gentileza um com o outro. É inevitável que a existência dos filhos o leve de volta à sua própria infância, isto é, a assuntos que você pensava estarem superados há muito tempo.

A primeira consequência é se concentrar no relacionamento atualmente mantido com os seus pais. O aspecto positivo disso pode ser encontrado na possibilidade de curar antigas feridas e corrigir velhos erros.

O que os bebês (e as crianças) precisam

Depois de ter filhos, todos à sua volta parecem ter bons conselhos a oferecer (muitos francamente contraditórios), não é mesmo? Não obstante, há algumas ideias centrais que devem ser seguidas. Entre elas, uma das mais valiosas consiste em ficar calmo, a fim de que o seu bebê relaxe, de modo que o feedback mútuo entre vocês aumente.

Por outro lado, se você estiver sempre irritado e/ou estressado, o seu bebê também se sentirá dessa forma e, logo, terá problemas. Bebês e crianças pequenas experimentam sentimentos intensos que, no entanto, não conseguem processar ainda.

O seu trabalho é ajudá-los a lidar com os inevitáveis altos e baixos que experimentarão, além de fornecer o espaço necessário para que eles descubram o mundo e seu lugar nele – por si mesmos.

Não se preocupe caso você e seu parceiro tenham opiniões divergentes em relação a melhor forma de atingir esse objetivo: aproveitando os pontos fortes de ambos, vocês poderão encontrar caminhos intermediários e o equilíbrio necessário para oferecer o melhor possível aos seus filhos.

Trabalho doméstico e lacunas de responsabilidade

Enquanto você estiver preso em uma disputa inócua acerca da divisão de tarefas domésticas, estará em uma situação mais propícia a interpretar mal o comportamento do seu parceiro ou fazer declarações vazias de utilidade prática acerca das responsabilidades dos homens e das mulheres.

Todavia, como pais, vocês estão sob mais pressão do que jamais estiveram, advinda tanto da sociedade quanto da expectativa que criaram sobre si mesmos. No fundo, mulheres e homens podem experienciar uma sensação de profunda injustiça e, consequentemente, perderem a motivação para seguir adiante.

Por isso, o autor ressalta que é importante elogiar um ao outro, em vez de apenas criticar. Frequentemente, não se trata, somente, de como as responsabilidades (cuidar da casa, criar os filhos, ganhar dinheiro, etc.) são divididas, mas de sentir que você está assumindo, sozinho, muito do fardo.

Agora que chegamos à metade da leitura, é chegada a hora de aprofundar as estratégias recomendadas por Marshall para diminuir a lacuna de responsabilidade e as lacunas de responsabilidade, visando encontrar um caminho equilibrado que funcione para os dois.

Trabalhar a parentalidade como um time

Vocês não encontrarão uma solução até terem explorado completamente os problemas e entendido os sentimentos e pensamentos um do outro. Após transcorrerem os dois primeiros estágios, podem passar ao estágio final: ação.

Na maioria dos casos, as resoluções não visam tanto uma divisão equânime, mas a compreensão da contribuição de ambos para o bem da família e a certeza de que os dois se sentem amados, e não meros provedores de serviços.

É por tal motivo que a diversão e a alegria não são elementos exclusivos dos filhos, mas também devem integrar o cotidiano do seu relacionamento. Com efeito, essa ideia é tão importante que é considerada uma “regra de ouro” pelo nosso autor.

Ser mãe, pai e, também, amantes

O autor sustenta que o sexo não precisa ser somente espontâneo. Após o nascimento de um bebê, é bastante natural que as mulheres levem mais tempo para se sentirem fisiologicamente prontas para retomarem suas vidas sexuais.

Como você não pode mais confiar apenas nos instintos para sair da rotina e entrar “no clima”, é imprescindível encontrar outras maneiras de fazer isso, como se divertir, apostar no romantismo, flertar e brincar juntos.

Dessa forma, o sexo se torna algo para alimentar não apenas o seu relacionamento, mas também a si mesmo, para que vocês não fiquem presos apenas ao papel de pais (gastando energia) e continuem sendo amantes (recebendo energia).

Aconteça o que acontecer, é importante falar sobre sexo, em vez de apenas esperar que as coisas melhorem uma data possível, mas nunca definida, data futura.

Crianças superprotegidas

Por mais que você ame seus filhos, é impossível edificar uma redoma capaz de protegê-los contra o mundo inteiro. Eles vão se apaixonar e ter seus corações partidos, perderão empregos, assistirão aos seus times de futebol perderem a final do campeonato etc.

É por isso que eles precisam aprender a ser resilientes, lidar com os contratempos da vida e se tornarem autossuficientes. Isso também ajudará o seu relacionamento, porque o tempo economizado em cuidar deles poderá ser canalizado para nutrir o amor que os cônjuges sentem um pelo outro.

No início, pode ser difícil tirar os filhos dessa redoma protetora e desenvolver novos hábitos, entretanto, essa decisão trará grandes benefícios a longo prazo e reduzirá significativamente os seus níveis de estresse.

O que seus filhos dirão ao terapeuta?

A melhor forma de evitar que seus filhos precisem de terapia consiste em fornecer-lhes segurança e, sobretudo, consistência, a fim que de cresçam sabendo, tanto por experiência própria quanto pela expectativa que criarem, de que vocês os protegerão quando estiverem doentes, feridos ou simplesmente tristes.

Quase todas as atitudes autodestrutivas – como brigar, se afastar dos problemas ou fugir de eventuais inconvenientes para não sair da zona de conforto – é utilizada indiscriminadamente por crianças e adolescentes para evitar a ansiedade e a depressão ou para buscar segurança (ainda que esta seja fugaz e não considere os custos a longo prazo).

Segundo Marshall, o âmago de seu trabalho como terapeuta consiste em oferecer segurança, para que seus pacientes se sintam aceitos, ouvidos e não mais fora de controle. O autor relata que quase nenhum de seus clientes questiona se os pais o amavam, mas, infelizmente, esse amor sempre parece condicional ou não confiável.

Se o seu filho ou filha tiver um problema ou estiver agindo mal, isso pode ser uma espécie de resposta a você. Embora esse conhecimento possa gerar, em um primeiro momento, certo desconforto, ele pode ter um aspecto positivo.

Embora seja realmente difícil convencer alguém a mudar de comportamento, é relativamente fácil mudar o seu próprio.

Notas finais

Se você dedicar toda a sua energia à criação da próxima geração, não apenas esgotará a si mesmo e ao seu casamento, mas também o risco de se identificar tão intimamente com seus filhos que o sucesso deles passará a ser o seu sucesso. E o fracasso deles será seu fracasso.

Toda essa carga colocará uma pressão desnecessária sobre todos os membros da família. Infelizmente, grande parte do debate atual sobre parentalidade oscila entre dois extremos: ser “perfeito” ou ser “negligente” – como se não houvesse nada no meio deles.

Apontar essa necessidade é um dos principais motivos pelos quais o nosso autor reintroduziu o conceito de “bom o bastante”, ou seja, os pais que estão lá para impedir a queda de um filho, mas se afastam para permitir que ele cometa os próprios erros e descubra o mundo por si mesmo.

Dica do 12’

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Quem escreveu o livro?

Andrew Marshall é um terapeuta conjugal, e possui mais de 25 anos de experiência na área, ajudando diversos casais a colocarem seus parceiros num local de evidência, fazendo com que a convivência seja mais sa... (Leia mais)