Google a Biografia Resumo - Steven Levitt

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Google a Biografia

Google a Biografia Resumo
Biografias & Memórias

Este microbook é uma resenha crítica da obra:  In the Plex: How Google thinks, works and shapes our lives

Disponível para: Leitura online, leitura nos nossos aplicativos móveis para iPhone/Android e envio em PDF/EPUB/MOBI para o Amazon Kindle.

ISBN: 1455875724, 978-1455875726

Resumo

A Google é uma das empresas mais revolucionárias do mundo hoje em dia, e sua forma de trabalhar tem sido considerada inspiração para diversos empreendedores hoje em dia. No presente microbook, vemos as ideias que fundamentam o funcionamento da Google, assim como a cultura organizacional e a história desta incrível empresa que hoje está em todos os cantos.

Procurando um microbook inspirador? Interessado em atualidades? Querendo entender mais a respeito do crescimento de uma grande empresa? Mergulhe neste livro e entenda tudo sobre a Google. A obra é ideal para lhe acompanhar em uma caminhada ou na rotina de ida ao trabalho.

O autor aqui é o economista Steven Levitt, um escritor, professor de economia na Universidade de Chicago, e vastamente conhecido pelo seu livro "Freakonomics", onde ele usou a teoria econômica para explicar fenômenos da vida cotidiana, mostrando como existem milhares de aspectos econômicos a tudo o que fazemos. Entenda mais do que este homem tem a ensinar nos próximos 12 minutos.

A biografia da ferramenta de busca

Larry Page cresceu em Michigan, onde seu pai era professor de ciência da computação. Page estudou ciência da computação como seu pai, se graduou e foi para a Universidade de Stanford na Califórnia. No verão antes de começar os estudos em Stanford, Page participou de um programa para candidatos aceitos, que incluía um tour por São Francisco. O guia turístico era um aluno de pós-graduação da idade de Page, Sergey Brin. Logo, apesar de serem muito diferentes, ambos ficaram conhecidos como uma dupla, “Larry And Sergey.“ Brin nasceu na Rússia e mudou-se para os Estados Unidos com sua família aos quatro anos de idade. Entrou na Universidade de Stanford aos 19, depois de ter passado um tempo na Universidade de Maryland. Ele foi um dos alunos mais jovens de PhD a estudar em Stanford.

Em sua pesquisa na Universidade, Page e Brin focaram-se em mecanismos de busca. Eles desenvolveram juntos o ‘PageRank’, um poderoso algoritmo que analisava milhões de links e então enumerava esses links de acordo com a importância. A ideia se originou da academia, onde Brin e Page descobriram que os artigos acadêmicos publicados eram medidos com base em suas outras referências acadêmicas.

A ferramenta de busca se tornou uma enciclopédia de informações. No começo, era conhecida como BackRub Page e Brin renomeou o projeto para “Googol”, um termo matemático para o número 1 seguido de 100 zeros. Depois que eles perceberam o potencial da ferramenta de busca que haviam desenvolvido, decidiram sair da Universidade de Stanford e renomearam o projeto para Google.

O Google era uma pequena empresa, mas essa pequena ferramenta de busca demonstrou suas forças ao lidar muito bem com inúmeros problemas de desempenho. E isso funcionou como uma grande tentação para cientistas de computação que estavam interessados em pesquisa. Enquanto outras empresas sucumbiam à pressão e começaram a fechar os negócios, o Google estava focado em contratar alguns dos melhores engenheiros que entendiam bem sobre o funcionamento da internet. Dentro de um ano, o Google conseguiu juntar cientistas de renome como Marissa Mayer, Jeff Dean, Krishna Bharat, Anurag Acharya, Bem Gomes, Urs Holzle e é claro Amit Singhal. Esses cientistas estavam sedentos por conhecimento e reconheceram a visão do jovem fundador do Google, que estava disposto a desenvolver tecnologias para mudar o mundo.

No entanto, o Google enfrentou inúmeros problemas relacionados à infraestrutura, graças a seu crescimento acelerado em um curto período de tempo. Eles também conseguiram um acordo com o Yahoo para lidar com o tráfego de busca de maneira eficiente, e foi aí que o jogo mudou. Todos os usuários que utilizavam o Yahoo passaram a conhecer a ferramenta de busca do Google, que tinha literalmente respostas para todas as perguntas.

Gradualmente, o Google conseguiu lidar com todos os seus problemas, mas um grande acontecimento mudou tudo: a ferramenta de busca foi modificada para entender o contexto de milhões de palavras na língua inglesa. Enquanto outras ferramentas de busca ofereciam resultados que não eram muito úteis para os usuários, a ferramenta de busca do Google tinha a habilidade de entender o que o usuário buscava.

Lucrando com busca pela internet

No começo dos anos 2000, o Google estava completamente focado em construir sua infraestrutura para gerenciar seus negócios. Ele enfrentou custos altos graças aos gastos com infraestrutura e contratações.

No entanto, como sempre, o Google conseguiu encontrar uma solução, graças à sua nova invenção – o AdWords. O AdWords era um serviço de publicidade para negócios que estavam interessados em colocar anúncios no Google. O AdWords permitia que as empresas definissem orçamentos específicos para publicidade e só pagavam quando os usuários clicavam em seus anúncios.

O AdWords funcionava da seguinte maneira: era um self-service de palavras-chave, compradas com o cartão de crédito. Quando alguém entrava no Google e procurava por uma palavra-chave comprada, apareciam algumas palavras de um texto com um link para o site do anunciante. O anúncio era muito parecido com o resultado da busca, mas eram pagos.

Os preços do AdWords foram fixados de acordo com a posição na página que o anúncio ocuparia. Se o cliente quisesse a posição mais desejada – o anúncio no topo à direita – ele pagaria $15 por mil exposições. A segunda posição custava $12 e a terceira $10.

Como era uma situação boa para as empresas, usuários e o Google, o AdWords foi um grande sucesso e nenhuma outra empresa conseguiu igualar a ferramenta até hoje. O Google gerou muitos lucros com o AdWords e até hoje não parou. Com receitas de $347 milhões em 2002 e quase um bilhão em 2003, o AdWords era a arma secreta do Google.

O Google também desenvolveu o AdSense para completar seus ganhos, mas também era a hora de comprar outras empresas. O Google comprou o Blogger, o Urchin software e outros negócios. E em 2014 o Google se tornou público em um IPO gigantesco.

A cultura corporativa do Google

Embora o Google seja um gigante da internet, seus fundadores e cultura eram diferentes. Uma das principais razões que contribuíram para o sucesso de Page e Brin, era a habilidade deles de questionar qualquer coisa. E com isso, podiam inovar e aprender mais no processo. Como crianças, eles absorviam tudo que podiam, e essa mesma atitude foi introduzida na cultura corporativa do Google.

A empresa oferecia para seus funcionários muitas regalias, incluindo comida de graça, massagens suíças e check-ups frequentes com médicos. Eles também ofereciam um centro de conhecimento chamado “Google University” para ajudar os funcionários a ganharem conhecimento. O processo de contratação era difícil para os funcionários, já que demorava entre 6 meses a um ano, mas depois que eram contratados, a empresa oferecia inúmeros recursos para ajudar no desenvolvimento.

Os fundadores aplicavam um processo transformacional como os Objetivos e Resultados Importantes, também conhecido como OKRs, para organizar a empresa que tinha mais de 20,000 funcionários. Era obrigatório para todos os funcionários, incluindo o CEO e os fundadores, definirem e aprovarem os OKRs, com metas anuais ou a cada trimestre. O Google dava muita importância para esses dados, já que podiam acessar o desempenho de cada funcionário e por isso, os dados eram ativos valiosos por trás dos seus talentos. Se os funcionários, ou o CEO, atingiam os requisitos do OKR, os resultados eram sempre abertos a todos os colaboradores do Google.

A empresa também defendia seu lema – “Não seja mal”, já que lembrava seus funcionários a sempre tomarem as atitudes certas e fazerem coisas boas. Um dos objetivos da empresa era de tornar o mundo um lugar melhor, e eles defendiam esse objetivo, mesmo durante tempos turbulentos.

E até mesmo dentro dos banheiros você podia ver a cultura diferente do Google influenciando - em alguns deles, as instalações sanitárias eram brinquedos: unidades japonesas de alta tecnologia com assentos aquecidos, jatos de água para limpeza, e um painel de controle equipado. E do lado dos sanitários, um pedaço de papel com uma pequena lição para melhorar o desenvolvimento de códigos.

Urs Holzle, um dos vice-presidentes da organização, uma vez disse: “Nós projetamos o Google, para que fosse o tipo de lugar em que, o tipo de funcionário que queremos, sentissem vontade de trabalhar de graça."

Em 1999, o Google foi para seu novo escritório em Palo Alto, acima de uma loja de bicicletas. A sala de conferências tinha uma mesa de ping-pong e, mantendo uma tradição, as mesas eram portas sustentadas por cavaletes.

Menos de um ano depois, a empresa já havia ocupado todo o espaço. Page e Brin decidiram que precisavam de um lugar bem maior, já que não levaria muito tempo para crescer ainda mais. Eles encontraram um espaço de 4 mil metros quadrados em Mountain View, ao sul de Palo Alto. E em 2001 o Google já procurava por mais espaço e começou alguns prédios ao redor da área.

Um novo e-mail e um novo navegador: como a inovação atropelou a concorrência

Em um período de tempo em que a internet estava começando a ganhar popularidade, muitos usuários enfrentavam situações frustrantes em que precisavam apagar constantemente seus e-mails e lidar com um espaço limitado. O Google lançou sua carta de trunfo na forma do Gmail, oferecendo cerca de 1GB de espaço livre para seus usuários.

Logo depois, o Google começou a oferecer mais espaço e o produto foi lançado em 1 de abril. A empresa ficou conhecida por suas piadas sobre o 1 de abril, e com a enorme quantidade de espaço livre oferecida, muitas pessoas acreditavam que o novo serviço não passava de uma piada da empresa. Afinal de contas, na época, o Yahoo oferecia 5MB e a Microsoft apenas 2MB de espaço. Além disso, o lançamento foi problemático por algumas razões: apesar do Google ter tornado público o lançamento do novo produto, as pessoas não estavam conseguindo se registrar. O Google limitou o número de contas de usuários, declarando que só seriam liberados com convite. No lançamento, o Google liberou 1000 contas, permitindo que cada novo usuário convidasse mais alguns outros. Quem ficou de fora, se sentiu frustrado. Além disso, as pessoas ficaram chocadas ao descobrir que junto com os e-mails, recebiam anúncios que pareciam relacionados aos conteúdos. Era como se o Google estivesse espionando suas mensagens.

Era hora do Google construir seus próprios centros de dados para reduzir custos extras. Além disso, eles também começaram a comprar suas próprias fibras óticas para minimizar os custos ao máximo. O sistema de nuvem do Google estava localizado em inúmeros centros de dados espalhados ao redor do mundo, com custos de mais de um bilhão de dólares cada, cada um deles contendo servidores do Google. Conhecida por ser uma empresa secreta, o Google nunca revelou o número certo de centro de dados que possuía, mas também nunca negaram o fato de que hospedavam milhões de servidores nesses centros de dados. Mas em 2002, Jim Reese, o responsável pela infraestrutura do Google, compartilhou algumas informações a esse respeito: o Google, ele disse, tinha 10,000 servidores para processar as 150 milhões de buscas que seus clientes faziam todos os dias.

Em 2001, Page e Brin decidiram que queriam construir seu próprio navegador. E nessa época, o Google lançou o Chrome, um navegador que foi desenvolvido para operar mais rápido que o Firefox e que o Internet Explorer. A ideia era simples: um navegador mais rápido significava mais pesquisas, e mais pesquisas representavam mais dinheiro para o Google. O Chrome não foi uma melhoria dos navegadores atuais – era um estado da arte e se movia 56 vezes mais rapidamente que o Internet Explorer na época do seu lançamento. O Chrome ficou tão popular que tinha cerca de 120 milhões de usuários até 2010.

Pensando fora da caixa: investindo em outros mercados

O Google continuou a comprar empresas e depois da Writely and Zenter, compraram a Android, uma pequena startup de Andy Rubin. O Android foi lançado como G1, mas falhou em competir contra o iPhone da Apple, que criou ondas no mercado graças a seu display de touch e seu design revolucionário. Mas o G1 tinha uma vantagem em relação ao iPhone, já que seus usuários podiam sincronizar seus produtos favoritos do Google como o Gmail, o Android browser e o Google Maps. Depois de muita propaganda e um desenvolvimento de software pesado, o Android se tornou um grande competidor para a Apple, com uma arquitetura de software aberta.

Nesse ponto, o Google lançou o ‘Google Voice’. Esse programa permitia que seus usuários fizessem chamadas domésticas de graça. O serviço também traduzia mensagens de voz em forma de texto e enviava a seus usuários por e-mail.

Outro importante passo para o Google foi a aquisição do Youtube por $1.65 bilhões. Para muitos, essa era uma compra nada ortodoxa. Na época, o site tinha pouca ou nenhuma receita, e enfrentava muitos problemas de direitos autorais. No entanto, Page e Brin sentiram que estavam pagando um valor de $1 bilhão pela velocidade da trajetória. Embora muitos analistas tenham considerado essa decisão como louca, o tempo mostrou que essa tinha sido uma jogada brilhante. E em resumo, o Youtube estava se tornando uma versão da busca do Google para vídeos.

Eles também compraram uma startup de Santa Monica chamada Picasa, que armazenava fotos dos usuários online. Embora não fosse tão popular quanto sua concorrente Flickr, a Picasa ganhava clientes principalmente graças à sua integração com os outros serviços do Google. O Google também usou suas bilhões de imagens como dados para aprendizagem de suas máquinas. E diferente do Flickr, o Google não cobrava taxas mensais para uma versão “pro”.

O relacionamento do Google com a China

Com a ascensão da era da internet, muitos negócios lutavam para aumentar a estrutura de segurança e para lutar contra invasões de hackers. O Google estava se expandindo para o exterior e depois da expansão para Índia, Zurique, Israel e Tóquio, era hora de se espalhar pela China.

Embora Page e Brin tenham tomado a decisão de expandir para a China e tenham oferecido seus serviços para milhões de usuários, o Governo Chinês não estava muito feliz com a política aberta do Google de exibir resultados de busca sem filtros. O Google, foi lançado como ‘Guge’ na China, e também enfrentou muitas críticas quando inúmeras pessoas os acusaram de serem maus.

Embora os fundadores tenham dito: “A China tem 5000 anos de história e o Google tem 5000 anos de paciência com o mercado chinês”, eles rapidamente reconsideraram essa paciência. Além disso, os requisitos de licenciamento restritos da China e a enorme indiferença de seus usuários não foram bem recebidos pelo Google. Finalmente, o desastre aconteceu quando os computadores da empresa foram hackeados e sua principal propriedade intelectual foi roubada. O ataque foi rastreado levando ao governo chinês.

Como o Google não tinha outra alternativa, se revoltou contra o governo e anunciou seus planos de exibir resultados de busca orgânicos, desrespeitando completamente as políticas do país. Esse foi provavelmente o período mais embaraçoso para o Google, e seus fundadores enfrentaram muitas críticas por suas decisões. Embora o Google estivesse vivo na China, eles entendiam a realidade da situação.

Os problemas éticos enfrentados pelo Google

Enquanto o Google se expande a uma velocidade incrível, eles também desenvolveram um relacionamento próximo com Barack Obama, que era um senador na época. A empresa também contribuiu em grande parte na campanha presidencial, e inúmeros ‘Googlers’, incluindo Katie Stanton, Andrew McLaughlin e Sonal Shah saíram do Google para se juntar à Casa Branca. No entanto, ambos, o governo e o Google, foram criticados pelo público inúmeras vezes.

Consequentemente, Obama que se tornou o Presidente americano, descobriu que a lógica e o sistema de métricas do Google não receberam nenhum tipo de cooperação em Washington. O Google tinha quase 300 funcionários em seu Departamento Jurídico e estava muito ocupado com muitos processos. Os processos vinham de fornecedores de conteúdo que alegavam que o Google infringia leis de copyright, e de anunciantes que não estavam satisfeitos com o sistema de classificação do Google.

Mas, o Google precisava se focar em muitos outros problemas na época, e o maior deles era a lei contra monopólios. Em 2007, a organização comprou uma empresa conhecida como DougleClick, por $3.1 bilhões. Na época foi a maior aquisição da história do Google, e eles conseguiram comprar a empresa apesar da enorme concorrência com a Microsoft e outras empresas grandes. Com a notícia sobre a enorme aquisição do Google se espalhando, o governo pretendia começar uma investigação para verificar se o contrato violava leis contra o monopólio.

Enquanto isso, o Google também lançou o Google Print, um grande projeto que tinha a ambição de escanear milhões de livros impressos. A Amazon também lançou uma ferramenta de “busca dentro do livro” na mesma época, o que deixou o Google alerta. No entanto, as editoras confiavam mais no Google, já que a empresa concordou em exibir apenas uma parte dos trechos dos livros. O Google não estava competindo com as livrarias, ele só estava apresentando aos consumidores os livros que queriam comprar.

No entanto, até mesmo essa jogada encontrou muita oposição de pessoas que temiam que o Google infringisse direitos autorais. Com a turbulência, os fundadores do Google perceberam que eram desafiados constantemente e sabiam que a lógica nem sempre funcionaria com o público.

Notas Finais

Ninguém tem dúvida sobre o sucesso do Google, considerando os números do seu IPO e as receitas que foram geradas. O sucesso fenomenal do Google é atribuído a seus fundadores, que mostraram ao mundo que não há limites para a inovação e criatividade. Até mesmo nos dias de hoje, é impossível imaginar o escopo dos produtos que serão lançados no futuro, graças à sua natureza secreta. Embora o Google possa ter grandes pontos positivos, não podemos prever seus resultados de longo prazo com tanta certeza.

Dica do 12’: Gostou da leitura? Que tal aproveitar e ler também o microbook ‘Feitas para durar’ baseado na obra de Jim Collins e Jerry Porras? Eles exploram algumas ‘melhores práticas’ de empresas bem-sucedidas e visionárias!

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Quem escreveu o livro?

Steven é economista e professor de economia da Universidade de Chicago. Foi condecorado, em 2003, com a Medalha John Bates Clark. É muito conhecido por seu livro Freakonomics, de 2005, que escreveu em parceria com Stephen J. Dubner, onde usa a teoria econômica para explicar de forma inusitada fenômenos da vida... (Leia mais)