Como Reduzir o Impulso de Comprar Resumo - Reinaldo Domingos

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Como Reduzir o Impulso de Comprar

Como Reduzir o Impulso de Comprar Resumo
Investimentos & Finanças

Este microbook é uma resenha crítica da obra: 

Disponível para: Leitura online, leitura nos nossos aplicativos móveis para iPhone/Android e envio em PDF/EPUB/MOBI para o Amazon Kindle.

ISBN:  978-8563680716

Também disponível em audiobook

Resumo

Fuja das compras por impulso

Merecer é um verbo que vem sendo muito utilizado ultimamente. Todo mundo acha que merece uma porção de coisas. Tem gente que compra roupa nova toda semana. Tem aqueles que adquirem relógios, computadores e outros bens de consumo disponíveis no mercado.

Há mães que presenteiam seus filhos pequenos com brinquedos novos num curto espaço de tempo, sem qualquer critério, homens que costumam trocar de carro todos os anos e assim por diante.

Essas aquisições são feitas sob a desculpa do “eu mereço”. E cada um tem seus motivos para justificar esse merecimento. No entanto, muitas vezes o tempo passa e as pessoas continuam extasiadas com seus pequenos prazeres cotidianos, sem perceber que se contentam, na verdade, com muito pouco.

Na verdade, o comportamento de cada um influencia, e muito, os resultados que serão obtidos quando o assunto é dinheiro.

Se a sua vida financeira está estagnada ou mesmo parece andar na marcha à ré, isso é um sinal de que talvez você precise rever alguns hábitos que fazem parte da sua rotina.

Certos costumes que você vai adotando ao longo do tempo podem estar atrapalhando a sua vida como um todo, seja no campo dos rendimentos ou mesmo em áreas como a relação familiar, o dia a dia no trabalho, entre outras.

Há quem acredite que consumir é um dos maiores prazeres da vida e deve ser praticado com a máxima intensidade – afinal, não sabemos se amanhã ainda estaremos aqui, então temos que aproveitar tudo hoje!

A decisão de compra da maioria das pessoas funciona no “piloto automático”, sem a intervenção do pensamento lógico e da ponderação necessária. O que vemos hoje é que as pessoas deixaram de pensar com racionalidade para agir com impulsividade, guiadas pelo pensamento irracional.

Ou seja, trocaram o “penso, logo existo” pelo “compro, logo existo”, sem se darem conta de que a principal consequência ao adotar essa postura é “compro, logo devo”.

Inebriados pela ilusão de pequenas satisfações materiais, como ter um casaco de grife ou assumir o alto custo de um automóvel cujo combustível e manutenção não cabem no seu bolso, muitos homens e mulheres são levados, muitas vezes sem perceber, ao desequilíbrio financeiro.

O merecimento de possuir algo que foi conquistado “na marra”, pelas vias da impulsividade, quase sempre é um erro. Isso faz com que as pessoas se enrolem num emaranhado de táticas financeiras contraproducentes sem fim.

São cada vez mais comuns histórias como a do sujeito que compra um computador em 10 parcelas de R$ 200,00 e, ao perder o emprego no quarto mês de pagamento, não tem mais como cumprir com a quitação do produto dali por diante.

Diante desse quadro, ele argumenta: “Dou um duro danado na minha profissão e, no momento da compra, achei que merecia ter um computador novo. Só não imaginei que ficaria desempregado”. Pois esse é o ônus da impulsividade: não pensar adiante.

O que acontece é que as pessoas hoje não estão preparadas para nenhum tipo de imprevisto ou revés financeiro e, quando isso ocorre, a coisa começa a ficar fora de controle.

Elas começam a atrasar o pagamento de suas prestações e optam por quitar apenas o valor mínimo de seus cartões de crédito pensando que no próximo mês poderão reverter a situação.

Ou ainda, o mais comum: tornam-se adeptas do uso do cheque especial e passam a incorporá-lo como se fosse um dinheiro próprio, o que não condiz com a realidade.

Diante desse emaranhado de complicações financeiras, passam a viver como se a situação crítica em que se encontram fosse algo comum.

E, pior: continuam comprando coisas supérfluas, parceladas em diversas vezes, se sustentando numa segurança enganosa de que poderão bancar tais hábitos na base de empréstimos e outros tantos limites de crédito que hoje estão à sua disposição.

Em vez de se incomodar com a situação de crise e reagir, muitas pessoas acabam assumindo uma postura de passividade. Elas se acostumam a dar um “jeitinho” todo mês e podem acabar transformando sua vida financeira numa bola de neve de dívidas.

“É mais fácil fingir que não está vendo o problema do que encará-lo de frente”, diz a sabedoria popular. Desse modo, o automatismo financeiro se instala e o tempo vai passando sem que seja possível para essas pessoas realizar e conquistar coisas maiores e mais importantes, que elas realmente merecem.

Se você se identificou com algumas das questões levantadas até agora, então é hora de despertar, romper de vez com a passividade e reagir. O primeiro passo é o mais difícil, mas ele precisa ser dado.

Se você conseguir quebrar o ciclo comportamental que guiava sua vida até então certamente terá melhores condições de, pouco a pouco, ir à luta a fim de conquistar metas mais ambiciosas que envolvem realizações que você, de fato, merece.

Controle o seu orçamento

Quando listamos os nossos sonhos e passamos para o papel o valor de cada um deles e em quanto tempo conseguiremos realizá-los, percebemos que eles podem custar caro.

Diante dessa constatação, é preciso colocar em prática algumas estratégias para realizá-los. Uma das primeiras medidas a serem tomadas é a reavaliação sincera das suas despesas mensais.

Nessa etapa da sua reeducação financeira, você tem que ser franco consigo mesmo. Sempre há, em meio aos nossos gastos, algo de que podemos abrir mão.

Para alcançar os sonhos é preciso fazer alguns sacrifícios, e o corte no orçamento é um deles. Portanto, se você vinha gastando o seu dinheiro com supérfluos que não agregam valor à sua vida, chegou o momento de reformular alguns hábitos e abrir mão de determinadas coisas.

Para começar a promover alguns cortes no orçamento, você precisa aprender a identificar o que é essencial e o que é supérfluo.

Você deve estar pensando: “É claro que sei o que significam essas duas palavras”. Mas será que sabe mesmo? Muita gente superestima o valor das coisas e acaba olhando para algo que é supérfluo, pensando que aquilo é fundamental.

Por exemplo, uma pessoa possui um carro seminovo, em ótimo estado, que vale R$ 24.000,00. O automóvel nunca deu problema, no entanto, ela está ansiosa para trocá-lo por outro carro, automático, cujo valor é R$ 54.000,00.

Ela não tem nenhuma reserva financeira para complementar o montante do valor final do novo carro. E sabe o que vai fazer? Financiar o restante do valor num acordo em que, somando todas as parcelas, pagará no final o preço de quase dois carros.

Se perguntada se precisa mesmo fazer isso agora, a pessoa dirá que ter um carro automático a deixará muito feliz. Alega também que “não quer adiar mais a sua felicidade”.

Num caso como esse, podemos perceber o quanto os valores são relativos de uma pessoa para outra. Será mesmo que contrair uma dívida como essa vai compensar a “felicidade” de ter um carro automático?

E depois, durante o financiamento, se ela perder o emprego e não puder continuar com o compromisso das prestações mensais, vai continuar feliz vivendo sob a constante ameaça de, a qualquer momento, ter que devolver esse carro?

Por tudo isso, é recomendável que você reveja os conceitos de essencial e supérfluo, pois em algum momento sua ansiedade pode levá-lo a superestimar alguns bens materiais. Ao promover os cortes no seu orçamento, analise bem os prós e contras de abrir mão de determinada coisa.

Tem gente que faz questão até da marca das azeitonas que compra no supermercado. Muitas vezes o produto cujo valor é mais caro revela-se ser também mais saboroso.

No entanto, nesse caso, convém perguntar: será que azeitona é um item essencial para a sua alimentação ou pode ser descartado da sua lista de compras?

Assim como um pote de azeitonas, muitos outros produtos que entram no seu carrinho de compras são desnecessários. Uma caixa de chocolates, um pacote de salgadinhos, litros de refrigerante são exemplos de itens supérfluos que vemos constantemente nas prateleiras dos supermercados.

Antes de agarrar com unhas e dentes esses e outros produtos, você deve avaliar se eles são nutritivos, se são mesmo essenciais para a sua alimentação e por quanto estão sendo vendidos, ponderando também sobre o custo-benefício ao escolher um deles.

Ao decidir pela compra, considere também se é de vital importância optar pela marca mais cara ou se um similar mais barato poderá satisfazer suas necessidades.

Os ajustes no orçamento devem começar pela ida ao supermercado, até porque esses estabelecimentos costumam vender de tudo: meias, toalhas, tapetes, aparelhos eletrônicos, utensílios de cozinha etc.

Geralmente as pessoas passam pelos corredores e acabam levando produtos que nem haviam pensado em adquirir quando saíram de casa com o objetivo de repor sua despensa alimentar.

É importante considerar que o controle nos gastos não deve se restringir apenas ao supermercado. Os shopping centers também podem ser grandes locais de despesas não programadas.

Você sai de casa para pegar um cinema e quando percebe está parado diante de uma vitrine, envolto pelo encantamento de faixas com dizeres como “tudo com 50% de desconto” ou “compre 1 e leve 2” ou ainda “oferta válida somente hoje”.

A ideia inicial era ver um filme e comer pipoca, mas quando percebe você já está cheio de sacolas de compras não programadas. Esse é o clássico exemplo das chamadas compras por impulso.

Cuidado, pois elas podem se tornar um furo no seu orçamento por onde o seu dinheiro talvez esteja escoando sem que você perceba. Sendo assim, mantenha-se alerta. O piloto da sua vida financeira é você. Assuma esse controle.

Não se deixe influenciar

Na sociedade de consumo em que vivemos, somos constantemente bombardeados por propagandas tentadoras, com slogans sedutores que diariamente enchem os nossos olhos de encantamento.

São peças publicitárias geralmente estreladas por pessoas bonitas e famosas, sorrisos felizes, luzes que piscam, paisagens em 3D, frases de efeito e música de fundo.

Em meio a tudo isso, é preciso que tenhamos atenção redobrada no que se refere ao impulso de sair por aí comprando, extasiados por tantas imagens hipnotizantes.

Portanto, antes que a cegueira total tome conta da sua vida, puxe o freio de mão do consumismo e reflita sobre o poder de influência que agentes externos podem estar tendo sobre você.

Armadilhas disfarçadas de felicidade nos chegam a todo momento em forma de empréstimos bancários e prestações a perder de vista que aparentemente se justificam para chegarmos mais rápido ao que desejamos. No entanto, será que o atalho é o melhor caminho?

Desvios como esses, que envolvem os chamados “créditos fáceis”, podem acabar influenciando as pessoas ansiosas, que preferem “meter os pés pelas mãos” a ter um pouco de paciência e planejar um orçamento em que a conquista do que desejam possa ser alcançada de forma mais responsável.

Ou seja, já está mais do que na hora de refletir sobre uma questão imprescindível: “Você veio ao mundo para influenciar ou ser influenciado?”.

Considerando a hipótese de que você veio ao mundo para influenciar pessoas, essa pode ser uma oportunidade para orientar seus familiares e amigos a respeito do que é realmente saudável.

Mas, se você constatar que veio ao mundo para ser influenciado, pense bem, pois você poderá acabar sendo levado pelos que ditam as propagandas e anúncios de todo tipo espalhados por aí, atraindo para si uma série de complicações financeiras.

Às vezes, é muito mais inteligente seguir por um caminho mais longo para obter um bem de consumo, sem se deixar influenciar por agentes externos.

Assim, você poderá juntar o seu dinheiro com o passar do tempo e depois, com ele em mãos, fazer a aquisição desejada sem contrair prestações que podem, no futuro, comprometer parte da sua renda todos os meses.

Algumas pessoas – muitas vezes, parentes e amigos próximos – podem dizer que isso é bobagem e que o importante é viver o momento. No entanto, considere que você já é adulto e capaz de tomar suas próprias decisões.

Em alguns momentos, essas pessoas do seu convívio poderão convidá-lo a frequentar bares e restaurantes de alto custo, opções de divertimento que, muitas vezes, nem valem o custo-benefício.

Nestes casos, recuse os convites com delicadeza e proponha uma contrapartida. Sugira um passeio ou outra forma de lazer em que todos possam se divertir sem que seja necessário gastar com coisas das quais você não precisa.

Ao fazer isso, não fique com a sensação de que está se privando das coisas boas da vida, e sim que essa é uma maneira de preservar as suas finanças para depois ter uma vida assegurada por um longo tempo.

Não ligue se as pessoas disserem que você está fissurado nessa tal “educação financeira”. Tudo isso será irrelevante no futuro quando você estiver com a sua vida estruturada e seus sonhos realizados.

Por fim, avalie também se já não é o caso de rever os seus ciclos de amizade, os lugares que tem frequentado e os produtos que anda consumindo.

Será que o modo como você vive realmente o faz feliz? Ou seria uma maneira de forçar a barra para impressionar quem não tem tanta importância a fim de se sentir aceito num meio vazio, que em nada o preenche? Reflita sobre esse assunto.

Faça o dinheiro trabalhar para você

Se não controlarmos o nosso dinheiro um montante de juros se acumula e acaba por virar uma imensa bola de neve difícil de deter.

Consequentemente, você percebe que esses juros fazem de você escravo de um dinheiro que antes era seu e que poderia ter tido outro destino, mais positivo para a sua vida.

Esse outro destino, muito mais bem-vindo para suas finanças, também incluiria juros. Só que, nesse caso, os juros estariam a seu favor e trabalhariam para você. De que forma?

Bom, eles se acumulam conforme os rendimentos que você tem depositados no banco. Isso faz com que a sua poupança cresça cada vez mais, dia após dia.

Não obstante, muitas pessoas argumentam: “Mas a taxa de juros que a poupança rende é tão pequena, quase nada. Nem dá vontade de aplicar dinheiro nesse tipo de investimento”.

Contudo, esse é o primeiro passo. Se você pensar que não fez absolutamente nada e está ganhando um percentual em cima do valor que tem acumulado na poupança, já é alguma coisa. Mesmo que seja pouco, é dinheiro, não acha?

E tem mais: os gastos com juros da poupança aumenta à medida que cresce o valor depositado. Então, quanto maior a quantia, maiores os ganhos, o que significa que hoje talvez pareça um valor pequeno porque você tem uma quantia pequena de dinheiro guardada, mas amanhã…

Juntar o primeiro montante de dinheiro parece ser uma tarefa difícil, mas se você conseguir dar início ao processo e chegar a obter um valor considerável, o dinheiro passa a ficar “sob o seu domínio” e assim vai, pouco a pouco, juros a juros, aumentando de tamanho.

Portanto, comece a pensar que os juros podem ser o vilão da sua história financeira, mas também podem ser o mocinho – tudo dependerá do seu comportamento.

Entendido o processo e tomada essa decisão, o mais recomendável é que você escolha um banco confiável e seguro para guardar o seu dinheiro. Lembre-se de que banco não é apenas aquela instituição que nos oferece empréstimos e limites de crédito facilitados.

O banco pode ser nosso amigo se aprendermos a nos relacionar com ele de forma saudável. Ao abrir uma poupança no banco de sua preferência, tenha a disciplina de depositar a quantia necessária para o investimento nos seus sonhos de curto, médio e longo prazos.

O banco, agora jogando no seu time, vai colocar um pouquinho de dinheiro lá todo mês para que você aumente cada vez mais rápido o seu primeiro montante. Quanto mais dinheiro acumulado, maior será essa quantia.

Vendo as coisas dessa maneira, fica mais fácil encontrar motivação para realizar esse planejamento, não acha? Essa é a premissa do que chamamos de juros compostos.

Ao atingir um valor considerável, é aconselhável também que você passe a diversificar os seus investimentos para não concentrar todo o seu dinheiro em uma única instituição financeira.

Quando sentir que os valores acumulados chegaram a um nível acima do que você é capaz de administrar, procure um especialista da área financeira e peça orientações de como investir em outras modalidades econômicas.

Com uma boa consultoria, você poderá escolher onde e como aplicar os seus rendimentos, tendo a felicidade de saber que parte das suas metas para ter uma boa vida financeira está garantida.

E os seus sonhos, antes longínquos, tornam-se cada vez mais próximos. Nessa etapa, é recomendável que você esteja atento às opções de investimento.

Para os sonhos de curto prazo, nosso autor recomenda a caderneta de poupança; para sonhos de médio prazo, aconselha o CDB, o tesouro direto ou o ouro; e para sonhos de longo prazo, indica as previdências social e privada, o tesouro direto e a aquisição de imóveis.

Ao entender melhor como funciona o mundo das finanças, você percebe que é tudo muito simples. Basta guardar dinheiro e colocar numa instituição financeira de sua confiança, para render juros. A partir daí a coisa deslancha.

Talvez você questione: “Mas é só isso? E por que as pessoas fazem tantos cálculos, criam planilhas complexas e se debruçam em estatísticas para tomar conta do dinheiro?”.

Nós, seres humanos, gostamos de complicar aquilo que é simples. Se você se disciplinar e adotar o hábito de poupar, o dinheiro se curvará aos seus pés, o banco será seu amigo, cartões de crédito e débito serão apenas meios de pagamento e os juros trabalharão a seu favor.

Não esqueça: tudo é muito simples, só depende de como você vê.

Notas finais

As crianças e adolescentes de hoje não adquirem noções de educação financeira nas escolas e nem em casa, com seus pais ou parentes. Isso significa dizer que muitos deles poderão ter um nível grande de dificuldade para lidar com o dinheiro quando atingirem a fase adulta.

Na verdade, se fizermos uma autorreflexão, veremos que nossos pais não nos instruíram quando éramos pequenos sobre como agir em relação à nossa vida financeira.

Alguns conseguiram aprender sozinhos a ter sucesso na vida financeira, porém, a grande maioria faz uso indiscriminado de empréstimos, financiamentos de todo tipo e linhas de crédito abusivas.

Essas práticas só comprovam uma coisa: o que deveria ser passado de pai para filho, em algum momento da história, deixou de fazer sentido, e, assim, a corrente de ensinamentos no que se refere à vida financeira e patrimônio familiar foi quebrada.

Portanto, o seu embaraço financeiro hoje é, de certa forma, justificável. No entanto, vale considerar que de posse de todas essas reflexões que fizemos aqui, você não deve mais perder as rédeas da sua vida financeira.

Daqui para a frente, você tem o compromisso moral não só de adotar medidas de educação financeira na sua rotina como também passar adiante tudo o que sabe sobre o assunto.

Afinal, não se deve reter um conhecimento que poderá ser benéfico para toda uma comunidade.

E no que se refere ao trato com as crianças e adolescentes que você porventura tenha em seu convívio, a dica é não só falar sobre o assunto, mas também demonstrar, com atitudes, o que se deve ou não fazer dentro dos limites da nossa vida financeira.

Vamos lá, faça você também a sua parte. Comprar com consciência e sustentabilidade é uma questão de escolha. Contamos com você para juntos disseminarmos esse novo conceito de educação e equilíbrio financeiro na vida das pessoas. Boa sorte!

Dica do 12’

Leia também “Como organizar sua vida financeira – a chave do sucesso está em suas mãos” e aprenda a refletir sobre os seus gastos pessoais, traçar objetivos financeiros para o futuro, conhecer métodos de controle das finanças, e avaliar a vantagem das compras à vista ou a prazo!

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Quem escreveu o livro?

Reinaldo Domingos, o autor do presente livro, é doutor em Educação Financeira, terapeuta financeiro, educador, escritor e o presidente da DSOP e da Editora DSOP. Sendo especialista no conc... (Leia mais)