Como Organizar sua Vida Financeira Resumo - Rubie José Giordani

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Como Organizar sua Vida Financeira

Como Organizar sua Vida Financeira  Resumo
Investimentos & Finanças

Este microbook é uma resenha crítica da obra: 

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Resumo

Sua vida financeira está uma bagunça? A sua e a de milhões de brasileiros. Que tal mudar essa realidade agora? Passar a entender melhor como cuidar de seus gastos pessoais, e até mesmo criar metas para o futuro? Tudo, de uma forma bem fácil, leve, e com passos práticos que são descritos neste microbook.

Esta obra é recomendada para todos aqueles que querem se livrar das dívidas, e passar a ter dinheiro sobrando no bolso. Ideal para ser lida em momentos de concentração.

O autor aqui é Rubie José Giordani, um licenciado e especialista em Matemática, assim como escritor muitíssimo conhecido de livros voltados para o Planejamento, Controle e Recuperação de orçamentos. José Giordani é um terapeuta financeiro e convida você a aprender mais com ele nos 12 minutos que seguem. Vamos embarcar nessa aventura econômica?

Mão na consciência, ou melhor, no bolso

Todos os meses há dois acontecimentos financeiros em nossa vida: entrada de
dinheiro e pagamentos de contas. Por isso, é necessário controlar estas entradas e saídas de maneira que o saldo fique sempre positivo. O mais importante, obviamente, é ter uma forma de obtenção de renda, que pode ser fixa ou variável. Se a renda for fixa, nunca comprometa todo o salário, se for variável, planeje seus gastos a partir de uma média de rendimentos.

Tanto para o caso de renda fixa como para renda variável, se o rendimento for baixo, busque alternativas de renda extra, como por exemplo:

  • Revenda de mercadorias: a revenda de cosméticos, perfumes, joias e outros produtos pessoais é uma prática comercial que oferece grandes oportunidades de lucro.
  • Venda de doces, salgados, artesanato: fazer e vender lanches é outra opção para ganhar uma renda extra, pois comida sempre será necessária.
  • Programas de afiliados: sites que oferecem comissão por indicação na venda de mercadorias.
  • Melhoramento do currículo por meio de cursos: é possível melhorar o currículo tanto em cursos presenciais como em cursos on-line. Há diversas possibilidades de estudar quando e de onde quiser por meio da internet e, dessa forma, pode-se buscar um emprego em que o rendimento é melhor.
  • Melhor posição profissional na empresa: qualifique-se e melhore seu cargo na empresa e, provavelmente, seu salário aumentará.
  • Busca de outro emprego que lhe valorize mais: estude, faça cursos, procure outro emprego no mesmo ramo ou outro em que se sinta melhor. Sentindo-se melhor no emprego, mais portas dentro da empresa se abrirão e o salário também será melhor.
  • Abertura de uma empresa: pesquise a carência na sua região, estude e abra uma pequena empresa que, dependendo de seu esforço, crescerá e os lucros também. O site do SEBRAE é muito útil para obter informações de como abrir uma empresa começando como Empreendedor Individual e, conforme a empresa vai crescendo, vai mudando de categoria.
  • Escreva e venda seus próprios livros em sites de autopublicação gratuita: existem diversos sites que permitem a publicação e venda de livros de forma gratuita recebendo pelos direitos autorais.
  • Gerar renda extra não gastando com supérfluos: muitos gastos geram despesas como juros, taxas ou até mesmo compras de mercadorias que não serão usadas.

Por onde começar

Após refletir um pouco sobre seus rendimentos e possibilidades de aumentar a renda é chegado o momento de organizar o orçamento. Dessa forma, será possível ter certeza de que seu dinheiro está sendo usado conforme você planejou. Pense sua vida financeira como se você estivesse na administração de uma empresa, cujo objetivo principal é o lucro.

Para você o objetivo principal é conseguir pagar suas contas em dia e sobrar dinheiro para aproveitar a vida com sua família e amigos. Assim, a elaboração do orçamento é uma prática necessária e com atualizações constantes. É algo feito em conjunto, toda a família deve estar envolvida e comprometida.

Com o avanço tecnológico, tem-se a impressão de que só é possível fazer um controle orçamentário quando se utiliza o computador, porém o velho lápis e papel continuam valendo.

Fórmula de ouro

A matemática na gestão das finanças pessoais não é nada complicada. São meras operações de adições e subtrações. Obtém-se o somatório dos ganhos (∑ganhos) e o somatório das despesas (∑despesas) e pode-se escrever a Fórmula de Ouro. O Saldo Restante é o somatório ( ∑ ) dos ganhos menos o somatório ( ∑ ) das despesas, veja:

Saldo restante: (∑ganhos) - (∑despesas)

Realmente a Matemática na gestão das finanças pessoais é simples, não é mesmo? Então por que sempre falta dinheiro? Por que o orçamento está sempre apertado? Por que existem dívidas?

Porque não são feitos:

  • O orçamento.
  • O controle dos gastos.
  • As escolhas corretas.
  • Os objetivos para o futuro.

Por isso, acerte o alvo e comece a controlar as suas finanças.

Controle de finanças

Sugerimos que você e seus familiares peguem uma folha de papel e façam as seguintes considerações:

  • Identifiquem onde o dinheiro está sendo gasto.
  • Separem as despesas em fixas e variáveis.
  • Avaliem seus gastos quanto à necessidade.
  • Relacionem e tenham sempre em mente os rendimentos da família.
  • Conversem sobre a situação financeira atual da família.
  • Pensem e escrevam os objetivos comuns da família.
  • Reflitam sobre as vantagens que todos terão ao atingir os objetivos propostos.
  • Eleja um responsável para fazer o controle.
  • Comprometam-se todos a atingirem os objetivos.

Note que as despesas fixas são realmente persistentes. Já as despesas variáveis são despesas que ora existem ora podem não existir ou, até mesmo, variar bastante em termos de valores. Por isso devem ser rigorosamente avaliadas pelos familiares quanto à necessidade ou à prioridade.

Tenha em mente que o início do ano é a época mais crítica em termos financeiros, pois há gastos relacionados com o IPVA, IPTU, material escolar, pagamento de viagens e de festas de fim de ano, dentre outros gastos. E nesse momento o salário é menor, pois as férias já foram pagas.

Por isso, não gaste de imediato o 13° salário e o terço de férias, guarde esse dinheiro para pagar as contas no momento em que vierem. Em relação ao IPVA e ao IPTU, uma boa dica é ir guardando um pouco de dinheiro por mês para ter a quantia no momento do pagamento.

É possível também organizar suas despesas pela planilha do Excel, no computador. Aqui o procedimento de identificar os rendimentos da família, verificar onde o dinheiro está sendo gasto, separar as despesas fixas e variáveis, avaliar os gastos quanto à necessidade, relacionar os objetivos, refletir sobre as vantagens que todos terão ao atingirem os objetivos e o comprometimento que todos devem ter para que as finanças estejam em sua plena organização continuam valendo. Com conhecimentos básicos de Excel você poderá criar uma planilha adaptada à sua necessidade.

Projetando o futuro

Após identificar os rendimentos, evidenciar as despesas e refletir sobre sua necessidade, estipule objetivos para o futuro.

Os objetivos devem ser:

  • Claros.
  • Desafiadores.
  • Possíveis de ser atingidos.
  • Atingidos pelo esforço próprio.

Se você quiser obter ainda mais sucesso financeiro, separe os objetivos ao longo do tempo para alcançá-los.

Separe-os em:

  • Objetivos de curto prazo.
  • Objetivos de médio prazo.
  • Objetivos de longo prazo.

Mas, lembre-se: seja realista. Planeje sua vida financeira conforme seu poder aquisitivo.

Há itens que jamais uma pessoa com orçamento apertado poderá adquirir. Por exemplo: suponha que a renda bruta de um casal seja de quatro salários mínimos e um dos integrantes queira comprar um carro de R$ 5.000.000,00.

Suponha um salário mínimo de R$ 788,00 e responda rápido, é possível essa aquisição?

Se essa família investir metade de sua renda bruta para a compra do carro de cinco milhões de reais levaria mais de 264 anos de trabalho para juntar o valor, supondo que não haja inflação ou juros e que o valor do carro se mantenha inalterado.

Então, com os pés no chão, escreva alguns objetivos para o futuro e seja persistente. Esforce-se ao máximo para que esses objetivos se concretizem, um de cada vez, pois quando há muitos objetivos há também muitos desvios e interferências que podem prejudicar a realização dos planos.

Mudança de comportamento

Antes de comprar algo, faça a si mesmo estas três perguntas:

  • Eu posso?
  • Eu preciso?
  • Vai ser útil?

Cuidado com os gastos supérfluos, como vícios e prazeres desnecessários. E, após refletir e calcular sobre os gastos relacionados a esses prazeres, responda para si: prefiro comprar à vista ou a prazo? Se o bem de consumo que você precisa pode ser pago à vista, com desconto, e você dispõe do valor para pagar, essa é a melhor opção.

Porque ao juntar todos os valores não pagos em consequência dos descontos ao longo de determinado tempo tem-se uma boa quantia extra em caixa, certo? Pesquise preços, pois a diferença nos valores pode ser bem significativa, e sempre exija desconto no pagamento à vista. Pagamentos à vista podem oferecer uma coisa que o dinheiro não compra: tranquilidade.

Se a compra é necessária e não é possível o pagamento à vista, uma alternativa é a pesquisa de preço e a comparação das taxas de juros, que podem variar de loja para loja, ou então verificar se a taxa de juros em determinado banco é menor do que a da loja.

Nesse caso é mais vantajoso pegar o dinheiro emprestado no banco, pagar a mercadoria à vista e ir devolvendo ao banco como se fosse o pagamento das prestações na loja, só que com juros menores.

Atualmente, devido à concorrência, as lojas oferecem mercadorias pela internet e televendas, além da tradicional venda em suas lojas físicas. Ou seja, não basta pesquisar preços batendo pernas pelas lojas, atualmente é imprescindível pesquisar também na internet.

E os cartões de crédito? Eles facilitam suas compras, mas procure responder às seguintes perguntas:

  • Quantos cartões de crédito possuo?
  • Preciso de todos?
  • Qual é o valor total das taxas cobradas?

Pense e calcule os valores gastos ao longo de alguns anos. Veja em seu banco se há cartões com taxas mais baixas e cuide com os gastos para não passar do limite. Evite pagar somente o valor mínimo, pois as multas e juros serão cobrados na próxima fatura: a bola de neve só cresce.

Evite ao máximo o uso do cartão de crédito se não tiver dinheiro para pagar depois, afinal, os juros são muito altos.

Conta corrente e poupança

Economize determinada quantia todos os meses e guarde na poupança. Recomenda-se que 10% da renda seja destinada para a poupança e “não conte” com este dinheiro, pelo menos por enquanto. Deixe reservado para uma emergência, para um bom negócio, para uma viagem, para especializar-se, para algo realmente importante.

Algo ser importante é relativo, pois o que pode ser importante para você, pode não ser para outra pessoa. Por isso, converse com os integrantes da família e eleja prioridades.

Se você recebe seu salário em conta corrente, transfira para a poupança. Se for automático, melhor, e vá fazendo as retiradas para pagar suas contas, sempre se lembrando de deixar a reserva de 10% ou mais na conta.

Quanto menos dinheiro você tem em mão mais vai sobrar, mais vai economizar.

No supermercado

  • Vá ao supermercado com lista de produtos que você realmente precisa.
  • Vá ao supermercado sem fome. Com fome certamente você irá comprar mais por impulso.
  • Não tenha pressa, circule e aproveite as promoções.
  • Mude de marcas. Certas marcas possuem preços acima dos concorrentes, pois a publicidade é muito cara. Isso gera mais custos e o preço final precisa ser maior.
  • Faça comparações entre o preço dos produtos em relação ao peso das embalagens encontrando o preço unitário:

Para encontrar o preço unitário, deve-se dividir o preço pelo peso da embalagem.

Preço unitário = preço / peso da embalagem.

Por exemplo: determinada mercadoria custa R$ 12,00 e a embalagem é de 400 gramas, então:

12 – 400 = R$ 0,03 por grama.

Mas, a embalagem de 1kg (1000 g) está custando R$ 20,00, logo:

20 – 1000 = R$ 0,02 por grama.

Ou seja, na maioria das vezes, produtos em embalagens maiores custam proporcionalmente menos.

Lembre-se de observar a validades dos produtos e evitar o desperdício.

Em casa

  • Aproveite a luz natural.
  • Apague lâmpadas onde não há pessoas.
  • Se possível, utilize lâmpadas econômicas. A luminosidade é a mesma, porém o consumo é menor.
  • Pinte paredes com cores claras.
  • Adapte a potência da lâmpada ao tamanho do cômodo.
  • Reduza o tempo de banho e ajuste a temperatura para a posição “verão” quando não estiver tão frio.
  • Deixe o alimento esfriar antes de colocar na geladeira. Alimentos quentes provocam aumento do consumo de energia elétrica.
  • Acumule as roupas para usar a máquina de lavar roupa.
  • Acumule as roupas para usar o ferro elétrico. Passe antes as roupas mais grossas e aproveite a temperatura para passar as roupas mais finas após desligar o ferro.
  • Desligue a televisão quando ninguém está assistindo.
  • Tire todos os aparelhos da tomada quando estão desligados. Mesmo desligados, os aparelhos consomem energia elétrica e isso gera despesas desnecessárias.
  • Tampe as panelas e ao iniciar a fervura e diminua a chama do fogão. A temperatura da água do cozimento em panela normal não passa de 100 oC, então de nada adianta ter fogo alto. Sempre que possível, utilize panela de pressão, pois como a temperatura atinge mais de 100 oC, o alimento cozinha mais rápido e dessa forma economiza gás.
  • Reaproveite a água da máquina de lavar.
  • Economize água.
  • Capte a água da chuva. Dessa forma, você economiza água tratada e, consequentemente, economiza dinheiro.
  • Seja consciente.

Pratique os 5 Rs

Repensar: pense na necessidade real de um determinado produto antes de comprá-lo. Depois de consumi-lo, se sua cidade possui coleta seletiva, separe as embalagens da matéria orgânica, que pode se transformar em adubo para horta. Mude seus hábitos de consumo e descarte.

Recusar: diga não. Evite comprar aerossóis e lâmpadas fluorescentes, bem como produtos e embalagens não recicláveis ou descartáveis. Nunca se viu tanta garrafa PET nos lixos como agora.

Reduzir: consuma menos produtos. Compre produtos que possuam refil. Escolha produtos com menos embalagens ou embalagens econômicas, priorizando as retornáveis. Diga não ao consumo exagerado.

Reutilizar: crie produtos artesanais a partir da reutilização de embalagens de papel, vidro, plástico, metal, isopor ou CDs. Utilize os dois lados do papel e monte blocos de papel para usar como rascunho em suas anotações.

Reciclar: pratique os quatro primeiros Rs e separe as embalagens para a reciclagem. Se em sua cidade ainda não tem a coleta seletiva, pense na possibilidade de um grupo de pessoas do seu bairro entrar em contato com a prefeitura para a implantação do sistema. Lembre-se: são as coisas mais simples que promovem a diferença.

No trabalho

  • Ao usar o carro, ande, de preferência, com os vidros fechados, calibre a pressão dos pneus, tire pesos desnecessários e não acelere sem necessidade, isso economiza combustível.
  • Ande mais a pé ou de bicicleta, você reduz o consumo de combustível, faz exercícios físicos e economiza em academias.
  • Utilize o transporte coletivo. Em certas cidades estacionar um carro realmente é um problema e custa caro.
  • Dê e receba carona. É fácil, econômico e ecológico. Converse com seus colegas de trabalho e combinem um revezamento de caronas.

Saindo do endividamento

As dicas vistas até o momento favorecem o controle das finanças pessoais e familiares de modo a usar o dinheiro de forma consciente, que sobre e que permita usá-lo para o fim que foi criado. Se o controle do dinheiro não for feito de maneira adequada é muito fácil entrar no grande grupo dos endividados do país.

Se esse for o seu caso, aí vão algumas dicas para você sair do vermelho e entrar novamente no azul. Tenha muita calma, pois entrar no vermelho é mais fácil do que sair, mas é possível. Para sair do vermelho, não há milagres. Não espere que alguém vá pagar suas contas por pura caridade.

Você mesmo é o responsável por sua vida financeira. A árdua tarefa de sair do vermelho começa pelos mesmos passos vistos a fim de controlar o orçamento pessoal e familiar de modo a usar o dinheiro de forma consciente:

  • Relacionar e ter sempre em mente, e no papel, os rendimentos mensais da família.
  • Identificar onde o dinheiro está sendo gasto.
  • Separar as despesas em fixas e variáveis.
  • Avaliar os gastos quanto à necessidade.
  • Conversar sobre a situação financeira atual da família.
  • Pensar e escrever os objetivos comuns da família.
  • Refletir sobre as vantagens que todos terão ao atingir os objetivos propostos.
  • Eleger um responsável para fazer o controle.
  • Comprometerem-se todos a atingir os objetivos.

Vale destacar também que quando as dívidas se acumulam, certas estratégias se fazem necessárias para obter um dinheiro extra.

Uma alternativa é vender um bem, por exemplo, o carro. Nesse caso, trocar o carro por um de valor mais baixo e usar a sobra de dinheiro para pagar parte das dívidas deve ser considerado.

Quando as dívidas se acumulam é importante pagar antes as dívidas com juros mais caros – cartões de crédito, cheque especial – e depois as dívidas com juros menores – empréstimo pessoal, prestações – e sempre controlar os gastos pequenos, pois a soma gera valores expressivos.

Resumindo, você tem dois caminhos:

  • Utilizar corretamente o seu dinheiro obedecendo a fórmula de ouro.
  • Endividar-se.

A escolha é sua. Como você pôde ver administrar o orçamento não é uma tarefa difícil, basta organização, planejamento, disciplina e determinação. Não importa qual é a sua renda. Se recebe um, dois, cinco, dez ou vinte salários mínimos, o que importa é obedecer à fórmula de ouro.

Saldo restante: (∑ganhos) - (∑despesas)

A matemática é simples: para que o saldo restante seja positivo a soma dos ganhos deve sempre ser maior que a soma das despesas.

Boa sorte para você e esperamos que as dicas aqui mostradas sejam úteis para organizar sua vida financeira!

Dica do 12’: assista ao vídeo “A História das Coisas”, que fala sobre o consumo exagerado e de como produzimos muito lixo em nossa vida em função desse consumismo.

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Quem escreveu o livro?

Possui graduação em Matemática Licenciatura Plena pela Universidade de Passo Fundo (2003). É especialista em Matemática pelas Faculdades Integradas de Jacarepaguá (2009). Técnico em Informát... (Leia mais)