Como Investir na Bolsa de Valores Resumo - Billy Imperial

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Como Investir na Bolsa de Valores

Como Investir na Bolsa de Valores Resumo
Investimentos & Finanças

Este microbook é uma resenha crítica da obra: 

Disponível para: Leitura online, leitura nos nossos aplicativos móveis para iPhone/Android e envio em PDF/EPUB/MOBI para o Amazon Kindle.

ISBN: B06XTZXFY4

Também disponível em audiobook

Resumo

Em quais ativos investir?

Os investidores de ações precisam dispor de vários dados para escolher os melhores ativos, caso queiram fazer uma seleção adequada. No mês de novembro de 2016, por exemplo, haviam 487 empresas, dos mais distintos portes e segmentos, listadas na Bolsa de Valores brasileira.

Trata-se, portanto, de uma árdua tarefa, pois, se optar por uma empresa em detrimento de outras é um desafio para os investidores experientes, imagine o quão duro será para quem ainda é novato.

Felizmente, as dificuldades podem ser diminuídas utilizando algumas ferramentas apropriadas e reunindo informações de sites sérios que facilitam a tarefa de escolher ações adequadas.

Além disso, é possível pegar emprestado certas listas prontas, em vez de tentar criar uma a partir do zero. Para começar, podemos nos livrar de ativos ruins (isto é, com má liquidez) por meio de um simples “copiar e colar” nas organizações que integram algum índice disponibilizado pela BM&F Bovespa, como o IBRx100, IBOVESPA ou Small Cap.

Quando, finalmente, sua lista estiver gravada em uma planilha de ações, o passo seguinte consiste em fazer uma boa triagem. Todavia, identificar corretamente qual ação comprar não é o bastante, uma vez que isso, por si só, não assegurará um grande negócio. É imprescindível, antes de mais nada conhecer melhor o mercado de ações.

Conhecendo o mercado de ações

O mercado de ações é maior do que comumente se imagina, tendo um significativo papel no desenvolvimento social e econômico de um país.

Não por acaso, os países mais desenvolvidos e os que se encontram em crescimento acelerado possuem elevadas taxas de poupança e são muito eficientes ao direcionar os investimentos para as melhores alternativas, ou seja, aquelas que possibilitam que os cidadãos desfrutem de níveis virtuosos de bem-estar social e econômico.

O desenvolvimento de uma nação está inequivocamente ligado aos aspectos capazes de incentivar a formação da poupança, não o consumo, como vem sendo disseminado pelos incentivos e propagandas do governo brasileiro.

Chegar a essa conclusão não é, para Imperial, nada difícil. Basta refletir um pouco: como as empresas e os governos financiam suas atividades? Em primeiro lugar, os governos detêm as máquinas públicas e, para ele, é bastante cômodo arrecadar recursos via imposição de mais e mais tributos.

Entretanto, isso seria injusto, uma vez que você se sacrificaria agora para beneficiar as futuras gerações.

As empresas, por sua vez, podem recorrer aos autofinanciamentos e, assim, gerar intensamente os seus próprios recursos. Essa medida, embora eficiente e simples, tem um escopo limitado, fazendo surgir uma terceira alternativa: os financiamentos via mercado financeiro.

O Governo Federal lançou um programa voltado à captação de recursos mediante a venda direta de títulos da dívida pública, o Tesouro Direto. Similarmente, as empresas conseguem financiar suas atividades recebendo injeções de capitais externos.

Como isso é feito? Por meio da emissão de valores mobiliários na Bolsa, como as notas promissórias, debêntures e ações. Em suma, não existe prosperidade econômica para os países que não conseguem recursos para o investimento e, tampouco, iniciam processos virtuosos de desenvolvimento. Tudo isso depende, de uma forma ou de outra, do mercado financeiro.

Temos, por um lado, governos e empresas necessitando de recursos para investir em atividades produtivas e, de outro, os poupadores com dinheiro em excesso, mas sem boas oportunidades de investimento: assim surge o mercado de capitais. Para inserir-se nele há três atalhos que Imperial deseja compartilhar com os seus leitores.

Os três caminhos para a Bolsa

Há diferentes caminhos para o investimento na Bolsa. Alguns, como as ações das empresas supervalorizadas, são caros, já outros, são bem complexos, como os derivativos. Todavia, há os lucrativos e fáceis e é neles que o nosso autor se concentra.

De todas as formas possíveis de investimento, as três melhores são:

  • Investimento direto;
  • Fundos de Investimento em Índice de Mercado (ETF);
  • Fundos de ações.

Vamos a eles:

Fundos de Ações

Caso você tenha decidido investir em fundos de ações, deve saber que o fator determinante para o seu fracasso ou sucesso baseia-se na escolha do fundo. Para ser aprovado em seu “vestibular dos fundos”, considere o histórico de riscos e retornos, nos custos de administração e no alinhamento dos interesses dos aplicadores.

Para ajudar você nessa tarefa, Imperial sugere algumas boas gestoras e corretoras de fundos:

  • Bogari Capital;
  • Geração Futuro;
  • Órama;
  • XP Investimentos;
  • Easynvest;
  • Guide Investimentos;
  • Adam Capital;
  • Alaska Asset Management.

Cumpre ressaltar que, a despeito do fato de que as tributações são inevitáveis, elas são mais favoráveis para os investidores dos fundos de ações do que para quem opera diretamente no mercado.

Todas as operações realizadas no fundo estão isentas de impostos. O imposto de 15% é cobrado apenas na hora do saque. Isso significa que você não necessitará pagar uma DARF se tiver bons lucros, à medida que o tributo é recolhido direto na fonte.

Fundos de Investimento em Índice de Mercado (ETF)

Agora que chegamos na metade da leitura, acreditamos que você já tenha notado que é perfeitamente possível obter bons rendimentos ao investir na bolsa de valores.

Os ETF (sigla inglesa para Exchange Traded Funds, ou simplesmente Fundos de Investimento em Índice de Mercado) são, também, fundos de ação, porém trazem características dignas de atenção.

Sua primeira especialidade consiste no fato de que ETF´s imitam alguns índices de ações reconhecidos pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e são renegociados no home broker, tal como os investidores de ações fazem.

Se você ainda não percebeu as vantagens dessa oportunidade, considere a dificuldade que os investidores comuns encontram para diversificar suas carteiras e adquirir ações de empresas dos mais variados setores. Para que isso seja possível, absurdas quantias de dinheiro seriam necessárias.

Mas não se os investidores aplicarem em ativos que sejam intrinsecamente diversificados, como se dá com os ETF’s. Isto é, se você desejar investir no conjunto das ações presentes no Ibovespa (índice composto pelas ações que correspondem a cerca de 80% dos negócios na Bolsa), basta adquirir um lote de ETF’s que imitam esse índice, no caso, o BOVA 11.

Com você pode ver, investir em ETF não demanda muito dinheiro ou estudo: basta adquirir alguns lotes e acompanhar as cotações para verificar se tudo está indo bem. Mas, de quanto dinheiro estamos falando? É realmente possível investir pouco dinheiro?

O lote de 10 cotas é o mínimo para negociação. Portanto, se você puder desembolsar cerca de R$ 500 poderá adquirir o lote mínimo, ficando bem servido. A compra regular desses lotes é uma excelente estratégia a longo prazo para os pequenos investidores.

Investimento direto em ações

É essencial ser esperto desde o começo, selecionando bem uma corretora. Embora existam mais de 100 corretoras cadastradas, isso não implica que você tenha de passar horas e horas analisando cada uma delas.

Convém não fazer disso a decisão mais importante de sua vida, uma vez que, caso não goste da corretora escolhida, basta trocá-la. Há métodos muito utilizados para escolher boas corretoras, mas, antes de dar um veredito, assegure-se de refletir sobre os seguintes pontos:

  • diversidade de produtos: Tesouro Direto, ações, fundos imobiliários, fundos de investimentos etc.;
  • conteúdo para os investidores;
  • segurança: confira os selos de qualificação;
  • atendimento;
  • estabilidade de seu home broker;
  • taxas de corretagem;
  • taxas de custódia.

A lista de corretoras certificadas com o selo do PQO Bovespa (Programa de Qualificação Operacional) pode ser conferida no site da instituição. Tenha em mente que cada corretora trabalha com diferentes custos de corretagem, ferramentas e custódia e com acesso a uma gama maior de investimentos.

Contudo, escolher sua corretora apenas pelos preços praticados não é a melhor ideia, à medida que o dinheiro economizado nessa etapa poderá ser gasto com calmantes, caso a empresa selecionada tenha um mau atendimento.

Não obstante, se o seu objetivo é puramente vender e comprar ações, não necessita de tantos serviços adicionais e outros mimos. Selecione a corretora com as menores de taxas de operações.

Após realizar todas essas etapas, você estará diante de uma das mais importantes decisões em sua jornada de investidor. Assim, você deve ter “na ponta da língua” a resposta para a seguinte pergunta:

Como escolher uma ação?

Imperial sustenta que as pessoas que investem em fundos não precisam de muita preparação, já que os respectivos gestores realizam a maior parte do trabalho duro, motivo pelo qual são bem recompensados. Porém, o entrave dos investidores comuns reside nas grandes quantidades de informações imprescindíveis para fazer escolhas acertadas.

Afinal, a pergunta central é: “entre centenas de ações, quais devem ser compradas?” Antes de mais nada, é preciso compreender que você não terá acesso a uma fórmula mágica para dizer onde investir.

Devemos reconhecer que não somos gênios. Somos vendedores, fotógrafos, tradutores, técnicos em computadores, engenheiros, professores, militares e contadores. Somos pequenos investidores e, por esse motivo, mais vulneráveis aos riscos do mercado. Somos praticamente invisíveis.

Com efeito, não movimentamos enormes recursos que podem ser facilmente identificados. Não dispomos de uma equipe concentrada em selecionar os ativos mais promissores e mitigar eventuais riscos de cada operação. Estamos sozinhos nesse barco, porém, podemos tirar proveito de tal contexto.

Os controladores de fundos e grandes investidores dominam o mercado. Entretanto, seus movimentos são lentos, à medida que demoram semanas para se retirarem de um investimento ou completarem uma operação. Os pequenos investidores, por outro lado, podem entrar e sair de uma operação dentro de um mesmo dia.

É possível encontrar algumas ferramentas que são capazes de selecionar boas empresas e identificar os movimentos atuais dos grandes investidores para que, então, sigamos o fluxo.

Essas ferramentas, apesar de originalmente criadas para os maiores investidores (pois nenhum gênio desenvolveria ferramentas para investidores com poucos recursos em conta), estão disponíveis na internet. 

Notas finais

Você pode ganhar especulando ou investindo na Bolsa. Não existe um modelo certo, pronto e acabado para isso. Se você se sente melhor com análises técnicas repletas de padrões gráficos, então deve se dedicar ao máximo para conhecer mais sobre o tema.

Se você perceber que nas análises técnicas também não há certezas, mas apenas probabilidades, deverá reconhecer a impossibilidade de acertar em tudo. Nesse cenário, o melhor a ser feito consiste em se manter firme na estratégia de acertar, ao menos, 7 vezes a cada 10 tentativas.

Dica do 12min

Se você gostou deste microbook e deseja aprender mais sobre o mercado de ações, leia também “101 Perguntas e Respostas para Investidores Iniciantes” e entenda por onde começar a investir!

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Quem escreveu o livro?

Billy Imperial é um autor nascido em Cachoeiro do Itapemirim - Espírito Santo. Investidor e extremamente habilidoso com o manejo de suas finanças, Billy passou a auxiliar diversos profissionais, p... (Leia mais)