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Capa do livro O Cortiço, de  Aluísio de Azevedo — resumo e resenha crítica no 12min

O Cortiço

Aluísio de Azevedo

5.0 (171 avaliações)
6 mins

Mergulhe na vida pulsante do cortiço, onde ambição e paixão se chocam em uma narrativa visceral. Veja como João Romão sacrifica tudo pelo poder e como o ambiente transforma o caráter de quem ali vive. Uma jornada intensa e realista sobre as bases da sociedade brasileira que você precisa conhecer.

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Resumo

Leitores apaixonados por clássicos realistas, estudantes de literatura e interessados em críticas sociais profundas sobre a formação do Brasil.

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Principais Insights

A Vida no Cortiço como Microcosmo Social

Em 'O Cortiço', Aluísio de Azevedo apresenta o cortiço como um microcosmo da sociedade brasileira do século XIX. Os moradores do cortiço de São Romão representam uma diversidade de origens, raças e classes sociais, refletindo as tensões e desigualdades do país. A convivência forçada e a luta por recursos escassos evidenciam a fragilidade das relações humanas em um ambiente marcado pela pobreza e pela exclusão social. Azevedo utiliza este cenário para explorar temas como o determinismo social e a influência do meio no comportamento humano, características marcantes do naturalismo.

O Impacto do Determinismo no Comportamento Humano

O naturalismo em 'O Cortiço' é fortemente influenciado pela ideia de determinismo, onde o ambiente e a hereditariedade moldam o destino dos personagens. Azevedo retrata como os moradores do cortiço são frequentemente produtos de suas circunstâncias, incapazes de transcender as limitações impostas pela pobreza e pela falta de oportunidades. Personagens como João Romão e Bertoleza revelam como ambições e desejos são constantemente frustrados por essa realidade opressora, destacando a crítica do autor à sociedade e à estrutura social que perpetua a desigualdade.

A Crítica à Formação das Elites Brasileiras

Aluísio de Azevedo utiliza 'O Cortiço' para criticar a formação e os valores das elites brasileiras. Por meio dos contrastes entre o cortiço e as classes mais abastadas, o autor expõe a hipocrisia e o oportunismo das elites que prosperam às custas da exploração dos menos favorecidos. João Romão, que começa como um imigrante pobre e se transforma em um influente proprietário, simboliza a ascensão social baseada não no mérito, mas na exploração e no acúmulo de riqueza. Azevedo sugere que a elite brasileira se forma mais pela esperteza e pela exploração do que pela contribuição positiva à sociedade, revelando uma visão crítica e pessimista sobre as estruturas sociais da época.

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Ideias-chave em

  • A ascensão implacável de João Romão através da exploração e da ganância.
  • O cortiço como um organismo vivo que transforma a personalidade de seus moradores.
  • A trágica trajetória de Bertoleza, sacrificada pela ambição social de Romão.
  • O conflito entre a cultura europeia e a sensualidade brasileira personificado em Jerônimo.

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