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12min
Capa do livro A Cidade e as Serras, de Eça de Queirós — resumo e resenha crítica no 12min

A Cidade e as Serras

Eça de Queirós

5.0 (162 avaliações)
4 mins

Descubra como Jacinto trocou o luxo frenético de Paris pela paz das serras portuguesas nesta obra clássica. Uma reflexão poderosa sobre o que realmente importa: o progresso vazio ou a conexão com a terra? Surpreenda-se com esta lição atemporal de felicidade e renovação!

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Resumo

Ideal para quem busca equilíbrio entre tecnologia e bem-estar e deseja refletir sobre os excessos da modernidade e o valor da simplicidade.

Tópicos

FictionHackeando o ENEM

Principais Insights

O Confronto entre o Progresso e a Tradição

Em 'A Cidade e as Serras', Eça de Queirós destaca o embate entre a vida urbana, simbolizada pelo avanço tecnológico e as inovações do final do século XIX, e a serenidade da vida no campo. A narrativa demonstra que, apesar das promessas de progresso das cidades, o protagonista Jacinto acaba por encontrar a verdadeira felicidade e realização nas serras. Esta dicotomia reflete uma crítica à crença cega no progresso tecnológico como a solução para todos os problemas da sociedade, sugerindo que a simplicidade e os valores tradicionais têm seu próprio valor e importância.

A Crítica ao Materialismo e à Superficialidade

O romance critica a superficialidade e o materialismo da sociedade urbana daquela época, representada pela elite que busca incessantemente o luxo e a ostentação. Através do personagem Jacinto, que possui tudo o que o dinheiro pode comprar, Eça de Queirós ilustra como a abundância de bens materiais não se traduz necessariamente em satisfação pessoal ou felicidade. O autor sugere que a verdadeira riqueza está nas experiências autênticas e nas relações humanas significativas, contrapondo-se ao vazio que o materialismo exacerbado pode causar.

As Relações de Classe e a Opulência das Elites

O livro oferece uma visão crítica sobre as relações de classe no final do século XIX, evidenciando a disparidade entre a vida dos ricos e dos pobres. A opulência das elites é retratada como isolada e desconectada das realidades enfrentadas pelas classes trabalhadoras. Ao longo da narrativa, Eça de Queirós expõe como essa desigualdade social é insustentável e prenuncia mudanças sociais significativas. O autor usa a sátira para destacar a miopia das elites que, obcecadas pelo progresso material, ignoram as verdadeiras necessidades e aspirações das outras camadas da sociedade.

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Ideias-chave em

  • A jornada de Jacinto: do luxo tecnológico em Paris à simplicidade rústica em Portugal.
  • Crítica ao positivismo e à ideia de que a civilização só existe no ambiente urbano.
  • O contraste entre a artificialidade da vida moderna e a autenticidade da natureza.
  • A transformação de Jacinto em um benfeitor rural após encontrar paz no campo.
  • A síntese final entre o progresso tecnológico e a doce vida nas serras.

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