A Mentalidade do Fundador Resumo - James Allen

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A Mentalidade do Fundador

 A Mentalidade do Fundador Resumo
Startups & Empreendedorismo

Este microbook é uma resenha crítica da obra:  Founder´s mentality

Disponível para: Leitura online, leitura nos nossos aplicativos móveis para iPhone/Android e envio em PDF/EPUB/MOBI para o Amazon Kindle.

ISBN: 9788567871752

Também disponível em audiobook

Resumo

Um crescimento rentável, verdadeiro e duradouro - como conquistar e trazer isso para a sua empresa? Este livro te ensina. Dando um passo a passo de como encontrar o seu espaço no mercado, traçar boas estratégias e conquistar novos clientes, este livro é o seu próximo passo rumo ao sucesso de sua marca e do seu empreendimento.

O presente microbook é mais que recomendado para empreendedores que querem mudar as suas vidas e saber melhor como lidar com crises.

Essa obra é de autoria de James Allen, um escritor filósofo britânico que foi conhecido principalmente pelos seus trabalhos que unem motivação e auto-ajuda, sendo uma forte inspiração para empreendedores de todo o mundo nos dias de hoje. Conheça mais do trabalho deste mestre nos próximos 12 minutos.

A importância de adotar, ou se reconectar, com a mentalidade do fundador

Nas extensas pesquisas realizadas para a confecção da presente obra, nossos autores identificaram que as empresas lideradas por fundadores são, de fato, mais eficientes. Contudo, mesmo as demais organizações podem competir em pé de igualdade se mantiverem uma "mentalidade de fundador".

Esse conjunto de práticas e atitudes ajudam as organizações a manter energia, flexibilidade e um mindset de abertura à medida que conseguem crescer com consistência, em vez de sofrerem o declínio normalmente decorrido da saída do fundador da empresa.

De modo geral, o ciclo de vida dos negócios está diminuindo. Empresas jovens podem escalar mais rapidamente e ameaçar operadores históricos, assim como o GoPro fez contra a Sony em pequenas câmeras de vídeo ou Netflix, que se tornou a primeira estação de TV na Internet, superando grandes redes tradicionais.

A mentalidade do fundador é, portanto, uma enorme vantagem competitiva para as empresas jovens, logo, é preciso reconhecer esse fato e investir nele, sobretudo no momento em que experimentam o crescimento e, assim, essa fonte de vantagem natural começa a diminuir paulatinamente.

As empresas que permitem que a mentalidade do fundador se corrompa descobrem que enfrentam riscos crescentes e vulnerabilidade contra novos empreendimentos em áreas como velocidade para decidir e agir e a capacidade de atrair e reter jovens talentos.

Ciclos de vida mais curtos exigem novas estratégias de crescimento

Quando a velocidade das mudanças externas é superior à velocidade das mudanças no interior das empresas, significa que o fracasso está bastante próximo.

Mercados e concorrentes mais ágeis representam um grande problema para grandes organizações que encolheram, estão atoladas em múltiplas complexidades, têm dificuldade em identificar sua própria situação e se encontram submersas em procedimentos burocráticos.

As empresas que permitem que se abra uma brecha entre a velocidade para decidir e agir no interior e a velocidade para ver e se adaptar às mudanças no exterior precisam simplificar e focar suas estratégias no mercado, renovando a mentalidade do fundador.

As organizações jovens estão escalando mais rápido do que nunca. Isso faz com que as empresas tradicionais corram riscos inéditos, reduzindo o ciclo de vida de muitos negócios no processo.

As 3 crises previsíveis do crescimento

“A Mentalidade do Fundador” identifica três crises de crescimento que toda empresa enfrentará e precisará superar. Quais são elas? A primeira crise é a do overload, ou sobrecarga.

Esta é a crise pela qual as empresas jovens passam ao tentar escalar seus negócios rapidamente quando descobrem que seus processos de contratação e tomadas de decisões ameaçam comprometer os elementos anteriormente responsáveis pelo sucesso dos negócios.

A segunda crise, a do stall-out, ou desaceleração, é enfrentada por empresas mais maduras que descobrem que sua fórmula de crescimento passado parece estar atingindo um limite.

Segundo os autores, isso acontecerá com 2 em cada 3 grandes empresas nos próximos 15 anos e apenas cerca de 1 em cada 6 se recuperará completamente. Em seu âmago, encontra-se a questão de determinar se os problemas são originados por causas externas ou internas.

A terceira crise, a da queda livre, ou free fall, tem lugar quando as empresas descobrem que o modelo de negócios implantado, pelo menos em parte, está se tornando obsoleto.

Essas crises não são facilmente perceptíveis, entretanto, todas mostram sinais de alerta, a partir dos quais, novas ações podem ser tomadas. Infelizmente, a maioria dos empreendedores não visualiza suas origens até que a crise esteja sobre eles.

Como reconhecer se a sua empresa está passando por um desses três "pontos de estrangulamento"?

Cada uma das três crises é bastante diferente, mas compartilham alguns sinais de alerta que apontam para uma redução no ritmo de crescimento. Fique atento aos seguintes pontos:

  • maior dificuldade em atrair e reter os profissionais mais talentosos;
  • perda de clareza na identificação do propósito único e dos aspectos que diferenciam a empresa;
  • declínio na fidelização de clientes;
  • novos competidores obtendo participação de mercado em seu "core business";
  • taxa de crescimento orgânico lento sem motivo aparente.

Como a mentalidade de um fundador motiva e retém o talento na era dos Millennials?

As empresas dotadas, em alto nível, com a mentalidade do fundador, como o Google, o Facebook ou a Nike, podem atrair a geração Millennial por três razões.

Em primeiro lugar, essas empresas têm um propósito claro e especial, capaz de liberar energia. Isto é, não são apenas mais um negócio. Um exemplo seria a missão do Google de organizar todas as informações do mundo. Isso é simplesmente mais inspirador!

Essas empresas tendem a ter uma distância menor entre a alta administração e os funcionários da linha de frente. Assim, os colaboradores mais jovens se sentem mais conectados à liderança e à empresa.

Seus profissionais, em geral, experimentam maior liberdade e, também, responsabilidade, como a Haier na China, que é construída em torno de milhares de pequenas equipes com o objetivo declarado do CEO de reduzir sua distância para os funcionários da linha de frente.

Finalmente, essas organizações tendem a ser mais meritocráticas, como a AB Inbev que oferece aos colaboradores maiores oportunidades de promoção e avanços em suas carreiras.

O resultado dessas três coisas é uma empresa mais inspiradora e capaz de oferecer melhores perspectivas, uma vez que os jovens são ouvidos no início da carreira e sentem que podem causar impacto. Trata-se, em suma, de assegurar que os funcionários se sintam parte de algo especial, um movimento.

Quais são os riscos da saída de um fundador da empresa?

Quando o fundador, seja por qual motivo, se desliga da empresa, sua visão original corre o risco de perder espaço em prol de uma perspectiva de curto prazo que se concentra em lucros trimestrais, abandonando o que foi construído a longo prazo.

Um excelente exemplo disso é o colapso do Home Depot e seu preço das ações em 2000 com a contratação de um CEO da General Electric para substituir os fundadores. Quando esse CEO falhou, a sua substituição renovou a energia do negócio a partir do retorno dos fundadores como conselheiros.

Uma segunda consequência é que a empresa começa a perder contato com o cotidiano do trabalho na linha de frente – algo pelo qual a maioria dos fundadores é obcecado e demonstra incrível curiosidade intelectual.

Um exemplo é o que aconteceu na Starbucks quando Howard Schultz partiu e a próxima equipe gestora deixou de prestar atenção aos detalhes da experiência do cliente nas lojas – ou seja, ao coração do sucesso da marca. Neste caso, o fundador Howard Schultz voltou para “arrumar a casa”.

A terceira coisa que pode acontecer é que a empresa começa a se burocratizar, os processos de decisão se tornam mais complexos do que eram com o fundador, as pessoas não se esforçam para assumir responsabilidades e, assim, o ritmo dos negócios diminui.

O fundador possui, naturalmente, uma enorme autoridade moral para tomar grandes decisões e, às vezes, seus substitutos não têm o mesmo senso de urgência ou oferece os mesmos níveis de suporte organizacional.

Nesse sentido, basta ver o que aconteceu com a Apple após o afastamento de Steve Jobs. Quem assumiu o seu lugar foi John Scully, que não era um tecnólogo com o mesmo respeito dos desenvolvedores ou colaboradores que realmente conheciam o negócio.

Na empresa, quem deve praticar a mentalidade do fundador?

Qualquer líder pode motivar sua equipe com os princípios da mentalidade do fundador. É mais difícil fazê-lo em ambientes burocráticos e mais fácil em uma unidade separada.

Para manter o espírito de inovação e reforçar a mentalidade do fundador, nossos autores encontraram um enorme valor em "experiências mini-fundadoras", nas quais os colaboradores podem exercer essas habilidades de liderança em determinada região, linha de produtos etc.

Empresas como AB Inbev, Haier ou DaVita podem ser refundadas com sucesso e, assim, a mentalidade do fundador pode ser criada. Esses aspectos da liderança podem ser aprendidos o que torna a mentalidade do fundador tão universal e útil.

Notas finais

O conceito de “mentalidade do fundador” não se refere apenas aos fundadores individuais, mas sobre as atitudes e comportamentos que são comuns as todas as organizações de sucesso que contam com quadros de colaboradores leais e engajados.

Práticas como a definição de uma missão clara, de uma perspectiva de longo prazo ou a curiosidade intelectual sobre os detalhes da linha de frente podem e devem ser promovidas mesmo quando o fundador não mais está presente no cotidiano da empresa.

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Quem escreveu o livro?

O James Allen tinha 15 anos quando seu pai, um homem de negócios, foi assaltado e assassinado. Ele deixou a escola para trabalhar em tempo integral em várias empresas industriais britânicas para ajudar a sustentar a família. Mais tarde, casou-se com Lily L. Allen e tornou-se um secretário executivo para uma grande empresa. Aos 38 anos, inspirado pelos escritos de Leo Tolstoy, se aposentou do emprego. Allen - juntamente com sua esposa e sua filha, Nohra - mudou-se para uma pequena casa de campo em Ilfracombe, Devon, Inglaterra, para levar uma vida simples de contemplação. Lá ele escreveu durante nove a... (Leia mais)