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Saúde plena - resenha crítica

Saúde plena Resenha crítica
Saúde & Dieta

Este microbook é uma resenha crítica da obra: Saúde plena: equilibre sua alimentação e seus hábitos para uma vida mais feliz

Disponível para: Leitura online, leitura nos nossos aplicativos móveis para iPhone/Android e envio em PDF/EPUB/MOBI para o Amazon Kindle.

ISBN: 978-85-42-81517-7

Editora: Estante de Saúde

Também disponível em audiobook, baixe agora:


Resenha crítica

Para que você foi feito?

Essa questão fundamental é respondida pelos autores do seguinte modo: “fomos feitos para existir plenamente”. No entanto, isso não se limita aos seres humanos, pois todo o universo “apenas existe”.

Lembre-se de que você é parte dessa existência universal. Dessa forma, as flores, os pássaros, as árvores, o mar, as montanhas e as estrelas, assim como você, apenas existem.

Isso significa que, de algum modo, todos os propósitos estão registrados na grande vida do universo. O fato de estar aqui, neste exato momento, indica que a própria existência necessita de você.

Dito de outra forma, você é pleno e necessário. Se as coisas fossem diferentes, você não existiria. Como um único verso, o “uni-verso” não encontra nada que o limite. Como os versos de uma melodia que inclui a matéria, a energia, a luz, o som e tudo o que há no mundo.

O que impede as pessoas de viverem de forma extraordinária?

A palavra “extraordinário” é explicada pelos nossos autores a partir de sua etimologia. O termo “extra” significa “além do”, enquanto “ordinário” é sinônimo de “comum”. Logo, ser ordinário acarreta uma vivência no estado de “normalidade”.

O problema é que a normalidade se resume ao que é estritamente necessário para a subsistência, não correspondendo ao potencial que existe em seu interior e que anseia por vir à tona.

Esse potencial é o responsável pelo afloramento das contribuições, vocações e habilidade que só você possui no mundo. Apenas uma vida extraordinária permitirá a sua concretização.

O que impede a transição do estágio de potencial para o de implementação de ações concretas são as chamadas “prisões internas”, criadas por você mesmo, ainda que inconscientemente. Acredite nisso. Trata-se de um importante primeiro passo a ser dado.

Como se libertar dos condicionamentos ruins?

Para mudar os maus hábitos, é imprescindível adotar 3 passos. No primeiro deles, você deve identificar quais são os gatilhos que desencadeiam os mecanismos automáticos das reações mentais.

Eles podem ser intrínsecos (tais como lembranças específicas) ou extrínsecos (como as sensações de desconforto). As situações de estresse são bons exemplos desse fenômeno.

O segundo passo consiste em elevar os níveis de atenção, especialmente quando as ocorrências que disparam os condicionamentos se manifestam em decorrência de fatos inesperados.

Por sua vez, o terceiro passo é gerar, transitoriamente, hábitos positivos em oposição aos padrões repetitivos ruins até que a sua mente seja liberta das atitudes e dos conceitos prejudiciais às mudanças pretendidas.

Por exemplo, é possível que você, mesmo sem o saber, esteja condicionado a responder com agressividade e violência. Sempre que notar um gatilho, como um desentendimento com alguma pessoa ou uma batida de automóvel, notará que, imediatamente, surgirá um certo desconforto mental.

Nessas ocasiões, os autores recomendam que você acione um condicionamento positivo, repetindo mentalmente algum mantra pessoal (como “eu sou tranquilo e calmo”).

Talvez se sinta melhor respirando de modo profundo e lento ou contando até 10 para esperar os desconfortos psíquicos passarem. Caso isso não seja realizado, as reações negativas e agressivas aflorarão sem que você exerça nenhum tipo de controle.

Depois que isso acontecer, os estragos já terão sido feitos, causando sofrimentos tanto para quem for agredido quanto para quem agride. Esse processo é seguido de grande descontrole emocional que se caracteriza por uma série de alterações de somatização, sentimentos negativos e pensamentos desordenados.

Os resultados incluem falta de ar, aceleração da respiração e dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e, até mesmo, consequências graves, como o infarto do miocárdio.

O bem mais precioso

Entre os bens que possuímos na vida, a saúde é, inegavelmente, o mais precioso de todos. Se faltar saúde, não poderemos viver de forma extraordinária. Para o faminto, não há nada mais valioso que a comida; para quem está sedento, é a água; para o ourives, é o ouro.

Porém, sem a respiração, nenhuma dessas pessoas poderia viver. Não há quem possa sobreviver sem respirar, não é mesmo? O oxigênio, ou seja, a energia vital que respiramos, circular pelo corpo.

Dessa maneira, não seja, em hipótese alguma, negligente com sua saúde. Independentemente de suas crenças, valha-se delas e encontre, em seu interior, um local onde possa se sentir realmente pleno.

Cremos que dentro de todas as pessoas existe o equilíbrio, uma sintonia e harmonia perfeitas, de modo que podemos experimentar a união completa entre espírito, mente e corpo.

É nesse “espaço interior” que cada um vivencia a união entre o “Eu” e o “Todo”. Esse lugar pode ser entendido como a fonte da perfeita saúde, como decorrência da concretização de todas as nossas potencialidades.

Os nossos autores utilizam a metáfora do GPS, uma vez que podemos encontrar, dentro de nós, a melhor ferramenta para indicar o caminho de encontro com o nosso verdadeiro “Eu”. Alguns indivíduos sonham com vidas saudáveis e longas. Esse sonho pode ser real.

Agora que chegamos na metade da leitura, conheceremos três aspectos essenciais para obter uma saúde plena em nossas vidas: o contato com a natureza, a obtenção de níveis excelentes de vitamina D e a arte de envelhecer.

Contato com a natureza

Como seres humanos, todos estamos conectados diretamente com a natureza. Os contatos mais íntimos com os ambientes naturais e as belas paisagens podem elevar nosso estado de espírito, induzir produções de hormônios essenciais (um bom exemplo é a ativação, pelo sol, da vitamina D), melhorar o humor, aprimorar a imunidade e elevar nosso estado de espírito.

Há, no Japão, uma prática que é muito valorizada, chamada de “banho de floresta”. Nela, são realizadas caminhadas, mindfulness (ou “atenção plena”, em tradução livre), meditação ou quaisquer atividades prazerosas com as pessoas imersas em áreas densamente arborizadas ou florestas.

Naquele país, as políticas voltadas à saúde pública apoiam essa atividade devido a inúmeros benefícios que já foram comprovados por meio de diversos estudos. Com efeito, eles vão desde o combate à insônia e a diminuição da pressão arterial até a melhora da ansiedade, do estresse e do humor.

Imagine-se em um local maravilhoso, seguro, repleto de verde, com sons de pássaros cantando, aroma das árvores e folhas se mexendo. Uma pesquisa japonesa realizada na Universidade Chiba acompanhou, ao longo de 20 anos, 280 pessoas.

Os cientistas concluíram que os ambientes florestais propiciam concentrações inferiores de cortisol, menor pressão arterial e frequência cardíaca. Outras descobertas interessantes incluem uma maior atividade no nervo inferior simpático e parassimpático, em comparação a parâmetros coletados nos ambientes urbanos.

A prática de permanecer em ambientes naturais é amplamente incentivada pelo serviço de saúde pública, tanto no Japão quanto em outros países. Esses órgãos governamentais entenderam que essa é uma necessidade real dos seres humanos.

Nos Estados Unidos, por exemplo, a organização Shinrin-yoku (ou “banho de floresta”, em tradução livre), acompanha esses tipos de movimentos, orientando os participantes.

O “grounding” (aterramento) é uma prática semelhante, na qual o contato de pés descalços com a água de rios e mares, areia da praia, pedras, grama e terra, é muito valorizado, como forma de intensificar a conexão bioenergética do homem com a natureza.

Você costuma tomar pequenos choques quando encosta nos botões de elevadores ou em maçanetas? Então, é provável que haja um certo desequilíbrio entre os potenciais elétricos armazenados em seu corpo.

A neutralização desses desequilíbrios pode ser obtida por meio do aterramento. No entanto, suas vantagens vão além disso. É possível melhorar a saúde cardíaca, combater o envelhecimento precoce, reduzir a ansiedade, aliviar o estresse e melhorar a qualidade do sono.

Tenha em mente que o ritmo dos seus batimentos cardíacos é definido, em grande medida, pelos chamados “impulsos energéticos regulares”. As arritmias acontecem, justamente, quando esse mecanismo é, de uma forma ou outra, afetado.

A importância da vitamina D

Essa vitamina é indispensável para a preservação dos tecidos ósseos, influenciando diretamente o sistema imunológico. Nesse ínterim, ela é indicada para o tratamento das doenças autoimunes, tais como a esclerose múltipla e a artrite reumatoide.

Ademais, a vitamina D é essencial para os processos de diferenciação celular. Leve em consideração que ela influencia significativamente cerca de três mil genes. Quando há falta desse nutriente, nada menos que dezessete tipos de câncer são favorecidos.

A vitamina D age, ainda, na secreção e produção hormonal, em várias doenças crônicas, enfermidades não transmissíveis, entre as quais destaca-se a síndrome metabólica (diabetes tipo 2 é um de seus componentes) e o mal de Alzheimer.

Caso esteja grávida, o consumo diário de vitamina D é absolutamente vital, uma vez que sua falta pode ocasionar abortos no trimestre inicial da gestação. Ao fim da gravidez, a carência do nutriente aumenta as probabilidades de que as crianças se tornem autistas e favorece a pré-eclâmpsia.

Envelhecer é uma arte

O envelhecimento deve ser entendido como um processo de desgaste natural do organismo humano. Entre as alterações típicas vinculadas à senilidade, destacam-se a perda de elasticidade da pele e da massa muscular, restrição de flexibilidade articular, redução de densidade óssea, diminuição da capacidade e elasticidade pulmonar, dentre outros.

Há diversas teorias que buscam explicar esse processo. Por exemplo, sabe-se que as células do corpo possuem o chamado “ciclo celular”. Após a morte de cada célula, acontece a divisão de outra para repor essa perda.

Desse modo, a função e a integridade de tecidos e órgãos são mantidas. Depois de múltiplas divisões celulares, a estrutura que protege o DNA (os telômeros) são encurtados.

Portanto, à medida que envelhecemos, os telômeros ficam menores, provocando a diminuição da capacidade de substituir células mortas. Isso eleva a predisposição aos danos oxidativos do DNA causados pelos radicais livres que são produzidos pelo metabolismo, gerando as enfermidades típicas do envelhecimento.

Os nossos autores, porém, não defendem a necessidade de terapia irrestrita de reposições hormonais. Pelo contrário, advogam a necessidade de uma mudança comportamental que permita o equilíbrio orgânico e a promoção de um envelhecimento saudável, no qual os indivíduos possam se manter ativos e ter boa qualidade de vida.

Notas finais

Anime-se e sempre olhe para o futuro, com a segurança de que atingir um estado natural consiste na fonte da mais ampla saúde. Dito de outra forma, ser saudável é o seu estado natural.

A perfeita conexão com a natureza faz com que os autores sejam categóricos ao afirmarem que grande parte das enfermidades que assolam as pessoas na atualidade poderiam ser facilmente evitadas a partir da adoção de estilos de vida mais saudáveis.

Nesse sentido, as “9 esferas da saúde” devem ser priorizadas, quais sejam, água, alimentação, sono, atividade física, socialização e lazer, saúde sexual, serenidade mental, hábitos de vida e contato com a natureza. Assim, será possível manifestar o que há de melhor dentro de você.

Dica do 12’

Gostou do microbook? Então, não perca a oportunidade de se aprofundar, ainda mais, nos elementos determinantes para uma boa saúde: leia “Por que nós dormimos” e conheça as novas descobertas científicas sobre o sono.

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Quem escreveu o livro?

O autor é médico e, além disso, dedicou grande parte de sua vida em estudos e pesquisas para encontrar... (Leia mais)

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