Qual a Relação entre Educação, Disrupção e Empregabilidade? Resumo - 12min Originals

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Qual a Relação entre Educação, Disrupção e Empregabilidade?

Qual a Relação entre Educação, Disrupção e Empregabilidade? Resumo
12min Originals

Este microbook é uma resenha crítica da obra: Qual a Relação entre Educação, Disrupção e Empregabilidade?

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Também disponível em audiobook

Resumo

Skates voadores (hoverboards)

Se você tiver boa memória, vai lembrar que no filme De Volta Para O Futuro, lançado em 1985, os protagonistas andavam de skates voadores em um 2015 projetado diferente de nossos dias. referência no filme de volta para o futuro, filme de 1985, ele se passa em 2015

Em tese, eles já deveriam estar popularizados para seguir algo como uma profecia do filme. Pois eles existem: há um modelo criado pela montadora de automóveis Lexus que, em um solo específico, é capaz de flutuar e levar seus usuários para diversos lugares sem o contato direto com o chão. 

Podemos falar também de outras vezes em que o cinema inspirou empreendedores. No filme O Guia do Mochileiro das Galáxias, o peixe babel faz uma tradução simultânea no ouvido do protagonista, fazendo com que ele seja capaz de entender tudo o que qualquer pessoa diga em outros idiomas. 

Esses dois exemplos bem específicos são apenas exemplos usados pela sétima arte e que, ao ser vistos nas telonas pela primeira vez, impressionaram. Com eles, o mundo seria muito diferente em termos de costume, pois promoveriam uma disrupção.

Mas, afinal, do que se trata esse termo tão falado quando o assunto são inovações e mudanças comportamentais?

Diferença entre mudança, inovação e disrupção

Uma mudança ocorre quando uma série de opções estão à nossa frente, nos comprometemos com uma deles e decidimos simplesmente fazer uma troca. Lembre-se que aqui falamos de tecnologia. 

Ao tratar de inovação, usando o exemplo mais simples de se compreender, pense em uma série de opções à sua frente outra vez. Aqui, surge uma nova opção que não existia antes e ela se apresenta melhor que as outras em pelo menos um aspecto.

Já na disrupção, também há um monte de opções à sua frente. Então, surge uma nova, que torna todas as outras irrelevantes e cria um novo padrão. Essa destruição é progressiva e nem sempre é instantânea E tudo que veio anteriormente se torna obsoleto. 

E há situações específicas que geram disrupção. 

Quando ocorre uma disrupção?

Há três situações geradoras de disrupções. 

Uma delas é quando há a fragmentação de um grande poder existente. Como exemplo, podemos pensar nas mudanças na mídia, quando antes as grandes redes de televisão e revistas dominavam o cenário da comunicação, mas hoje dividem fatias consideráveis de publicidade com veículos de internet e redes sociais. 

A segunda situação geradora de disrupções é quando há a criação de uma nova camada em cima da sociedade. Como exemplo, suponha que que passe a existir uma nova língua comum a ser falada por toda a sociedade, isso mudaria tudo, não? Outra camada foi criada quando a internet chegou, mudando toda uma forma de se comunicar e se estabelecer no mundo.

Por fim, a descoberta de um novo grande poder causa disrupção, como é o caso ocorrido quando se descobriu a eletricidade, por exemplo. 

E há muitas outras disrupções acontecendo, neste momento, enquanto você lê este livro. 

A disrupção que ocorre com a tecnologia compartilhada

Uma mudança de comportamento profunda vem ocorrendo, com a mudança de paradigma entre ter propriedades ou acessá-las. Isso só foi possível por meio da tecnologia.

Podemos usar como exemplo o Uber e outros aplicativos de transporte. Você, certamente, já deve ter ouvido falar de alguém que opta por utilizá-los em detrimento da compra de um carro próprio, por entender que pode ser mais barato e prático pedir um carro com um clique, sem ter as despesas que um veículo traz.

Com isso, novos negócios vão surgindo em cima da economia de acesso e essa disrupção nos leva a enxergar a posse de um bem de outra forma. Aliás, até mesmo a forma de enxergar o dinheiro está em transformação. 

Bitcoin e blockchain

A existência dos bitcoins e do blockchain transforma a relação que temos com o dinheiro. 

O blockchain é uma tecnologia que suporta a existência do bitcoin. Basicamente, ele cria uma rede distribuída, que garante a segurança das transações que ocorrem dentro desta rede. Elas são replicadas em vários blocos e criptografadas. Por isso, suas transações são muito seguras. 

A disrupção causada pelos blockchain vem pelo fato de desde sempre a circulação de dinheiro ser centralizada pelos bancos centrais de seus países. Se formos olhar a história da humanidade, toda criação de moedas paralelas, descentralizando a circulação de dinheiro, gerou morte entre os que tentaram essa iniciativa. 

Pois o blockchain é disruptivo porque o dinheiro começa a ser criado e descentralizado pela primeira vez na história da humanidade. Ninguém sabe quem o criou, ele é distribuído fora do controle de um grande poder central e isso cria uma camada em cima da sociedade.

Energia solar

Chegamos à metade deste livro para falar sobre uma forma de geração de energia que é praticamente infinita e que tende a criar mais uma disrupção. 

Todos entendem que a energia solar é um caminho válido conforme a tecnologia invisível ficar mais acessível. Afinal, por que ter  uma telha comum se há a possibilidade de ter uma telha transparente que também gera energia?

Com a popularização de um novo padrão, em que esta mesma energia pode ser usada até mesmo nos carros, há o surgimento de uma disrupção iminente, tanto quanto outras formas de energia fora da Terra.

Fusão nuclear, hélio-3 e mineração no espaço

Não se trata de energia nuclear, mas do mesmo processo que acontece no sol. Simplificando, a fusão nuclear é como se outro sol fosse replicado. Uma tecnologia possível, mas que não pode ser feita em escala comercial.

O hélio-3 é um composto que existe em pouca quantidade na terra, mas abundante na Lua. Um bom motivo para sair da Terra, como os chineses já planejam.

Por falar em energia fora da Terra, há um asteroide com 10 quatrilhões de dólares em metal no espaço, estudado por cientistas. Para se ter ideia, a economia mundial movimenta 80 quatrilhões de dólares por ano. 

Olha a disrupção aí, gente! E vem mais coisa do espaço...

Fabricação de materiais no espaço

Veja se não é o caso de outra disrupção em vias de acontecer: há uma empresa chamada Made In Space, que enviou uma impressora 3D para a Estação Espacial Internacional. O motivo?  Lá a fibra ótica sai lisa e se o experimento der certo, poderemos ter uma internet mil vezes mais rápida que a atual.

Não é pouco, né?

Robótica e Inteligência Artificial

A tecnologia rompe os padrões de sentimentos e emoções com as máquinas. Exemplo: você não vai ficar comovido se ver alguém destruindo um robô como ficaria ao ver uma pessoa surrando outra, certo?

Pois a robótica trará benefícios incríveis, com efeitos colaterais. É possível ver gráficos em que a curva de aumento de funcionários da Amazon é maior entre robôs que entre pessoas, e carne e osso. 

O número de pessoas que se sentem confortáveis a trabalhar com robôs gira em torno de 35%, mas esta é uma tendência natural, uma realidade com a qual teremos que nos adaptar. Os robôs estarão cada vez mais presentes ao conduzir carros, por exemplo. 

Eles também já estão sendo utilizados em cirurgias. A grande questão do uso de robôs tem a ver com o limite de inteligência, tanto de uma pessoa quanto de uma máquina. Podemos criar uma inteligência tão superior à nossa que ela pode entender o ser humano como descartável para o restante da evolução. Há uns mais radicais, outros mais contidos em estudar esse tipo de projeção. 

O que importa mesmo é que não cabe ficar numa zona de conforto em meio a mais essa disrupção.

Disrupção e zona de conforto

Uma disrupção não nos tira da zona de conforto, ela destrói todas as zonas de conforto nas quais poderíamos nos escorar. E ela traz muitas perguntas complicadas, como até onde o avanço com robôs deve ser feito, levando em consideração a diminuição da empregabilidade em um mundo com escassez de recursos. 

Por isso, pensar e repensar a educação nunca é demais. 

Educação como solução

A educação não é uma bala de prata, capaz de resolver todos os problemas. No entanto, age como parte fundamental da solução como um todo. A educação não vai resolver todos os efeitos colaterais das disrupções.

Homens e mulheres foram substituídos por máquinas desde sempre, o que muda agora é a velocidade bem maior com que isso vem acontecendo. Investir na especialização do máximo possível de pessoas minimiza os efeitos de tanta automação existente. 

Mas não é qualquer educação que ajuda nesse problema...

Modelos de educação

Surgem novos empregos com os avanços tecnológicos, mas há um gap entre quem perde  posto de trabalho e os novos postos surgidos. E este gap é gigante. 

Nosso modelo educacional não está preparado para isso. O modelo atual nos permite escolher uma carreira e ficar cinco anos seguindo uma grade definida pela instituição, com professores pré-determinados e horário imposto. Tudo é muito engessado para o  contexto de mudanças em alta velocidade que vivemos hoje. 

Quando os primeiros softwares foram criados, havia um método semelhante ao dos cursos diversos: era tudo criado em processos lineares, em linha reta. Hoje, tudo é mais dinâmico e exige flexibilidade. Sem flexibilidade, o gap de empregos ficará ainda maior. 

Reflexões em tempos disruptivos

Há um sem-número de mudanças acontecendo agora, enquanto você lê. Sua atitude definirá de que lado você vai ficar: se junto com as oportunidades ou ameaçado pelas questões envolvendo a educação e empregos. 

O aprendizado e as adaptações rápidas são mais importantes do que saber e planejar muito. Há uma demanda crescente e um grande problema que pede por soluções que os produtos digitais podem atender. Pois acredite: daqui para frente, tudo terá alguma forma de envolvimento com o mundo digital, como já vem acontecendo desde o começo do século.

O melhor é fazer o máximo para não ficar para trás. 

Notas finais 

O mundo muda o tempo todo e quem não percebe essas mudanças vai ficando para trás, atrasado, com dificuldades para interagir e até mesmo sobreviver.

Ao longo de sua palestra Qual a Relação entre Educação, Disrupção e Empregabilidade?, JP Resende nos mostra o quanto perceber que nem mesmo o dinheiro trabalha da mesma forma como há algumas décadas é fundamental para não ser atropelado pelas novas camadas de disrupções que nos cercam. 

Não dá para esperar o tempo passar, achando que as novas tecnologias não vão interferir em nossas vidas. Pois elas podem até acabar com alguns dos empregos de quem não buscar qualificação. E se as qualificações não se adaptarem, também podem ficar obsoletas.

Passou da hora de abrirmos os olhos para o novo mundo que está chegando. Ou melhor, já chegou...

Dica do 12’

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Quem escreveu o livro?

João Pedro Resende, é o CEO e cofundador da Hotmart, profissional renomado, e já tendo levado sua empresa até para a lista de uma das startups mais promissoras da atualidade. É um empr... (Leia mais)

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