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O que importa é o seu resultado

O que importa é o seu resultado Resumo
Carreira & Negócios

Este microbook é uma resenha crítica da obra: O que importa é o seu resultado: faça uma revolução estratégica em seu negócio e potencialize seu lucro em qualquer cenário econômico

Disponível para: Leitura online, leitura nos nossos aplicativos móveis para iPhone/Android e envio em PDF/EPUB/MOBI para o Amazon Kindle.

ISBN: 978-65-5544-037-9

Editora: Gente

Também disponível em audiobook

Resumo

Quer resultados melhores? Procure um oftalmologista

Muitos gestores se deparam com resultados pífios ao longo do período de administração. Logo de cara, é comum sentir dúvidas e não saber o que fazer para reverter esse cenário. E a principal razão para o declínio das companhias é a miopia empresarial. Trata-se de uma visão equivocada, que atinge empresários com a crença firme do sucesso do passado como garantia para assegurar bons números daqui para frente.

Claro, isso é um grande equívoco. Depois de algum tempo de sucesso, é comum ver gestores míopes, pensando que os bons números vão se sustentar sozinhos. Sem o esforço necessário, dia e noite, para manter bons resultados dos tempos áureos, a tendência de queda é gigantesca. Empresas são feitas de pessoas e elas precisam trabalhar duramente para manter um padrão de excelência ou atingir novos patamares.

A visão míope surge quando a arrogância toma conta do comportamento do empreendedor. Evite se iludir, esse comportamento é o começo do fim. Por isso, busque ficar em dia com o oftalmologista da boa gestão. O sucesso é construído dia após dia e nunca existe garantia da manutenção no topo. 

Lei do retorno

Cuide bem da sua corporação em todos os detalhes. Fazendo isso, você vai encontrar Deus. Mas se o seu comportamento for o de um líder relapso e distraído, deixando passar batido pequenos aspectos da companhia como se eles não fossem importantes, pode ter certeza de um breve encontro com o Diabo, cobrando todo esse tempo perdido.

Boa parte das falhas nas empresas acontece por falta de um plano tático. Ele é o responsável por um bom acompanhamento das rotinas diárias. O básico precisa ser bem-feito. A lei do retorno é implacável. Com uma boa gestão e controle de indicadores, os resultados aparecem. Sem isso, o fracasso é uma certeza. Assim como o sucesso, ele é construído dia após dia, tijolinho por tijolinho. 

No fracasso e no sucesso, a responsabilidade é toda sua, líder empreendedor. 

O básico bem-feito é o alicerce do sucesso

Na gestão do dia a dia, a ausência do básico é uma das principais falhas dos empresários. Podemos usar como exemplo simples uma edificação de três andares. Se ela não tiver um bom alicerce, não vai se sustentar por muito tempo e a construção vai ruir. 

O bom empreendedor não pode pular as etapas iniciais na implementação de uma gestão de qualidade. No começo, ela precisa ser simples, valorizando os recursos à disposição. Só com o passar do tempo é possível sofisticar a administração com métodos modernos. Para figurar como bom administrador, é preciso conhecer todos os setores da companhia, entender como eles se conectam e qual a responsabilidade de cada um no produto final da empresa. 

De nada adianta pensar em estratégias sofisticadas na rotina da empresa se antes não houver um básico bem estabelecido. Você é capaz de destrinchar o funcionamento de cada área da empresa? Se a resposta for não, o alicerce ainda está fraco, e o risco de ver a gestão ruir por dentro é alto. 

Rotina produtiva 365 dias por ano

A rotina produtiva 365 dias por ano deve ser seguida como uma bíblia. Enquanto um planejamento estratégico visa ao longo prazo e não é o responsável por ganhar o jogo dentro das corporações, é no plano tático que se constroem as pequenas vitórias. O plano tático precisa ser traçado no papel, prevendo aplicação de ações diárias. As tarefas do dia a dia não podem nos deixar parados.

Se houver um único dia em que você não apresenta resultados para serem analisados, fazendo a diferença no fim da semana, do mês ou do ano, você está longe de uma rotina produtiva de fato. Cada dia perdido é um desperdício de oportunidades. E elas podem ser cobradas a médio e a longo prazo. 

Sonho sem ação é só um sonho

Chegamos à metade do livro para falar de sonhos. Você tem os seus, certamente. Mas se não agir para colocá-los em prática, eles nunca vão virar realidade. Por mais fantástica e brilhante que seja uma ideia, sem execução ela não é nada.  Em compensação, uma ideia meia boca e bem-feita pode trazer resultados de muito valor para dentro da gestão. 

Em primeiro lugar, o gestor precisa definir aonde quer chegar e de qual maneira. Dentro desse objetivo, ele começa a traçar sua estratégia, delineada no plano tático diário. Não para por aí. Para cada tarefa, é preciso responder a essas perguntas antes de colocar o plano em prática. 

Quem vai executar? Quem vai medir? No dia a dia, quem vai planejar? Quem vai fazer o acompanhamento? Quem vai cobrar o resultado? Quem vai estar na ponta, fazendo a entrega necessária? O meu time está bem preparado? Quais são os prazos para o cumprimento das tarefas?

O sonho deixa de ser apenas sonho e passa a virar ação quando cada uma dessas perguntas é respondida com assertividade pelo líder.

Economizar no capital intelectual é burrice

O bom líder procura ter a melhor equipe ao seu lado. Evite cair na armadilha da economia burra, abrindo mão dos melhores profissionais trabalhando com você. É uma tremenda burrice que pode custar muito caro no futuro.

Toda companhia é um organismo vivo. Ela funciona diariamente influenciada diretamente pela relação entre as pessoas que ali trabalham. Dentro desse contexto, o papel de liderança se destaca, mas embaixo dela há milhares de conexões fazendo as coisas acontecerem. Até que os bons resultados cheguem ao líder, muita gente fez o trabalho de formiguinha, e quanto maior o capital intelectual envolvido, maiores as chances de bons números e resultados. 

Você já parou para analisar quais as principais qualidades dos membros de sua equipe? Dê atenção a cada um deles, explorando o que há de melhor nos talentos individuais e trabalhando em conjunto para a superação das dificuldades. 

Cultura F.A., forte e adaptável

São muitos os desafios no universo corporativo. Na cultura organizacional, muitos desafios aparecem pelo caminho para serem superados em busca do sucesso. Somente a cultura F.A. é suficiente para passar por todos eles. A sigla de forte e adaptável é autoexplicativa. 

Para uma boa gestão, é preciso ter força necessária para não se abalar nos momentos de turbulência e ser adaptável para se moldar aos novos caminhos. Nunca se esqueça que, em tempos tão dinâmicos como o que vivemos, o mundo corporativo se transforma dia após dia. Como na evolução humana, quem não se transforma, fica para trás. 

Inovação em todos os tamanhos

Inovação é sinônimo de disrupção, mas não necessariamente as gigantescas disrupções tecnológicas que nos atingem dia após dia num mundo cada vez mais digital. Dentro da sua corporação, pequenas disrupções são fundamentais para aumentar a produtividade e inovar. 

É importante entender que o conceito de inovação mudou com o passar do tempo. Há alguns anos, era sinal de ter uma grande ideia, aquela sacada capaz de mudar todo um mercado. Hoje, a inovação surge da disrupção, mas não necessariamente os movimentos bruscos que a palavra parece indicar. 

Numa rotina empresarial, inovar é sinal de executar melhor o que os outros já fazem, ter melhor desempenho hoje do que ontem, fazer melhor amanhã do que hoje. Inovar, no seu dia a dia, é buscar a melhoria contínua.  

Os diamantes são eternos

Por mais que a vida humana seja curta, empresas nascem para ser duradouras e resistentes ao tempo, superando até mesmo o tempo de vida dos criadores, passando de geração para geração. E quando você transforma o seu negócio em um empreendimento lucrativo, com liquidez e cultura corporativa forte e adaptável, você garante uma maior sobrevivência ao tempo. 

Nunca será fácil manter a estabilidade de uma empresa. As grandes empresas que conhecemos levaram muito tempo para se firmar, ganhar a mente de tantos consumidores e permanecer aí, sobrevivendo aos momentos ruins e conseguindo números notáveis. São como diamantes: eternos, mas lapidados com muito tempo, dedicação e atenção aos detalhes. 

Notas finais 

Quanto você se dedica para melhorar o desempenho da sua empresa? Esta obra deixa claro o quanto, por muitas vezes, os grandes líderes esquecem fatores básicos do dia a dia para melhorar os números nas companhias. E no final das contas, mesmo que tenha sido um expediente cheio de contratempos e seja uma época de crise em diversos segmentos, os números não têm dó. É preciso pensar em tática, estratégia e detalhes minuciosos para seguir o caminho do empreendedorismo.

Dica do 12’

Aprendeu bastante com esses insights? Para complementar, ouça o microbook Bora varejo. Nele, você receberá boas lições sobre como será o futuro do varejo, que já passava por transformações nos últimos anos, agora intensificadas depois da pandemia de Covid-19.

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Quem escreveu o livro?

Lásaro do Carmo Jr. é um dos principais executivos do Brasil e ex-vice-presidente do Grupo... (Leia mais)