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Neuromarketing

Neuromarketing Resumo
Marketing & Vendas

Este microbook é uma resenha crítica da obra: 

Disponível para: Leitura online, leitura nos nossos aplicativos móveis para iPhone/Android e envio em PDF/EPUB/MOBI para o Amazon Kindle.

ISBN: 978-85-5130-440-2

Editora: Autêntica Business

Também disponível em audiobook

Resumo

Neurodesign e o neuromarketing

Esses dois termos indicam a aplicação de insights da neurociência e da psicologia para criar designs mais eficazes e estratégias de marketing que chamem atenção dos potenciais clientes, sem que sejam esquecidos ao fim de dias cada vez mais caóticos, corridos e com uma concorrência de impulsos gerados por inúmeros dispositivos eletrônicos aos quais temos acesso. 

Esses dois campos também se utilizam de outras áreas de estudo, capazes de analisar detalhadamente o comportamento da mente humana e entender a reação das pessoas ao serem expostas a determinados designs e peças de publicidade.

Para que possam trazer resultados práticos, tanto no neurodesign quanto no neuromarketing são estudadas imagens criadas por computador, economia comportamental e também um pouco da psicologia evolucionista, um ramo da ciência que investiga os comportamentos de nossos ancestrais para sobreviverem ao longo dos anos. 

Por meio do neurodesign e do neuromarketing, o visual adotado para campanhas não é escolhido à toa, de maneira automatizada. Essa evolução faz com que a adoção de imagens seja muito mais detalhada, intuitiva e direcionada ao público-alvo.

Designs intuitivos 

Desde as primeiras décadas do século 20, profissionais de design passaram a estudar e aplicar um modelo mais moderno e racional de divulgar persuadir o público. Era o início de uma nova forma de pensar, que deixava para trás um tempo em que os designs eram mais rebuscados e complexos. Desde então, a alternativa de um visual mais limpo e simples, com produtos, arquitetura e mobiliário de aspecto mais veloz e minimalista, ganhou força. 

Atualmente, o design mais avançado de produtos tecnológicos e sites da internet são desenvolvidos de maneira a refletirem bem o comportamento dos potenciais clientes. O ar de modernidade tem nosso espírito do tempo. 

O visual precisa ser intuitivo, porque ninguém mais admite perder tempo em um mundo tão corrido. São muitos estímulos e pouco tempo livre, quanto mais práticas forem as ferramentas do dia a dia, nos levando sem muitas dificuldades para as soluções desejadas, melhor será. Se no começo do século passado a tendência de limpar o visual e transmitir um ar de modernidade chegou ao ramo do design em geral, mais de 100 anos depois chegou a vez de ser praticamente direcionado para a resolução de problemas. 

Ninguém tem tempo de ler um manual de instruções para descobrir como mexer em um aplicativo, por exemplo. Portanto, a melhor forma de trabalhar em seu design é fazer de maneira que fique fácil de entender, sem mais explicações, como ele deve ser utilizado. 

Se o design em qualquer área não for intuitivo, deixando claro os caminhos a serem tomados para responder às dúvidas, resolver problemas e gerar engajamento dos clientes, eles não vão se sentir confortáveis. Assim, acreditam estar perdendo tempo e contribuem para um produto ou serviço cair no esquecimento. 

Design multissensorial e emocional

O cérebro humano mistura diferentes informações, provocadas por cada um dos cinco sentidos, formando uma percepção integral do que é visto. Se você estiver conversando com alguém, por exemplo, a mente sincroniza os movimentos da boca com a voz chegando a seus ouvidos. É a perfeita combinação entre os fluxos visual e sonoro de informação. 

Da mesma forma, o design precisa se atentar a imagens que sugerem diferentes informações sensoriais, reforçando elementos visuais representados, oferecendo uma experiência mais forte para o cérebro. A isso se chama integração multissensorial. Não basta apenas atrair pela questão visual, é preciso estar atento a outras sensações que o design provoca ao estimular audição, olfato, paladar e tato.

Mesmo que uma imagem não possa transmitir sons, cheiros e outras sensações além da questão visual, é preciso trabalhar para que ela ao menos aparente ser universal, associando-se aos outros sentidos e chegando mais fortemente ao interior do potencial cliente. 

Persuasão visual

Chegamos à metade deste microbook e agora é hora de falar sobre uma lenda urbana muito disseminada, a mensagem subliminar. Você já deve ter ouvido falar em anúncios de televisão disparando palavras e imagens muito rapidamente. Com isso, gera-se uma percepção inconsciente, nos deixando hipnotizados para comprar produtos de maneira artificializada. Seríamos induzidos de um jeito covarde a comprar, comprar e comprar.  

Para se ter uma ideia do quanto havia medo sobre essas supostas mensagens subliminares, na década de 1970 até mesmo a ONU chegou a emitir um relatório declarando a prática como uma grande ameaça para os direitos humanos. Apesar disso, não há estudos robustos detalhando a existência dessa prática.

O que há, mesmo, é o conhecimento da persuasão visual como capaz de estimular consumidores em dúvida na hora de fazer suas compras. Se é verdade que a primeira impressão é a que fica, devemos ter muito cuidado na hora de criar peças que serão fixadas na memória dos potenciais consumidores, atingindo seus corações e mentes, refletindo o espírito do tempo e sendo mais que mero anúncio.

Por isso, em tempos cada vez mais hiperconectados, é preciso sempre pensar na necessidade de demonstrar inovação tecnológica e fácil usabilidade. Nossa mente não consciente é otimizada para dar respostas rápidas em poucos segundos. Quando  um serviço ou produto tem um design de velho ou ultrapassado, as chances de ele ser esquecido rapidamente aumentam exponencialmente. 

A persuasão visual é fundamental para convencer o público da necessidade de comprar o que você vende assim, logo no primeiro olhar, sem a necessidade de gastar muitas palavras para atrair o público em geral.    

Designs virais

O tempo todo somos inundados com memes. São imagens, gifs, figurinhas e frases de efeito que não saem da nossa cabeça, fazendo o mesmo efeito que os hits com refrões chiclete que grudam na mente na temporada de verão. Alguns atingem o sucesso de maneira orgânica, enquanto outros são muito bem pensados antes de ganhar a web.

Sabe quando foi a primeira vez que alguém usou o termo meme? Foi no livro O Gene Egoísta, publicado em 1976 pelo biólogo Richard Dawkins. Meme, na verdade, era o termo usado para descrever o gene e um conjunto de informações biológicas que se multiplica na reprodução de organismos vivos. Em resumo, para a ciência, um meme conta a história do surgimento ao crescimento como um todo de algum ser vivo, replicando-se continuamente e preservando a continuidade da própria espécie. 

No mundo digital, o termo também é usado como analogia para uma ideia que evolui e se propaga pela cultura humana. Pode ser usado simplesmente para fins de diversão, mas também para transmitir produtos, ideias, serviços e fazer um marketing efetivo, que não sairá da cabeça de consumidores em potencial.  

Como a essência de um meme é se adaptar e reproduzir, é importante pensar no design de seus produtos e ideias de maneira a trabalharem usando o neurodesign. Um bom planejamento já pensa nas possibilidades de fazer um produto ou serviço viralizar e não deixar de ser falado na internet um segundo sequer. Se você pensa com a mentalidade do século 21, é bom ficar ligado e também se utilizar dos memes do momento para vender ainda mais. 

Design de slides para apresentações

O neurodesign também se aplica a apresentações no trabalho, reuniões ou palestras. Afinal, esses eventos precisam engajar o público, convencer os participantes e transmitir informações de maneira que a retenção seja facilitada. 

Para isso, é necessário trabalhar com precisão, evitando confundir o destinatário, causar tédio ou desorientar as pessoas presentes. Ao optar por slides de apresentação, eles precisam ser desenhados de maneira ótima, para que o cérebro processe informações e a comunicação seja efetivada de maneira eficaz. A preparação cuidadosa é fundamental.

Diferentemente da leitura de um livro, por exemplo, uma apresentação por slides não pode ser repetida, então, toda a mensagem precisa ser bem clara e ser fixada na cabeça dos participantes. Por isso, mesmo em pequenas reuniões, pense com antecedência em quais são as maneiras mais fáceis de impactar o público presente.

Pesquisando neurodesign e neuromarketing

Aqui, demos um panorama geral do básico. Pesquisas sobre neurodesign e neuromarketing são publicadas ano a ano, com novidades que podem fazer toda a diferença em seu campo de atuação. 

Boa parte das pessoas sai da faculdade com ideias prontas sobre como aplicar o design em campanhas publicitárias, mas sem levar em conta como o público reage a imagens estáticas ou dinâmicas, coloridas ou em preto e branco. A percepção do público sobre os estímulos oferecidos pelas áreas de comunicação precisa ser estudada dia após dia, se possível com uma equipe especializada. 

Notas finais 

Quando descobrimos boas técnicas para nossa divulgação não passar despercebida pelos potenciais clientes, os resultados ganham muitas chances de melhora. Nesta obra, ficou claro o quanto o mundo digital, abarrotado de informações diariamente, exige dos profissionais de marketing e comunicação mais atenção no momento de divulgar produtos ou serviços. Caso contrário, ninguém vai notar.

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Quem escreveu o livro?

Mestre em Métodos de Pesquisa Psicológica pela Universidade de Londres, c... (Leia mais)