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Marketing na era dos dados

Marketing na era dos dados Resumo
Marketing & Vendas

Este microbook é uma resenha crítica da obra: Marketing na era dos dados: o fim do achismo

Disponível para: Leitura online, leitura nos nossos aplicativos móveis para iPhone/Android e envio em PDF/EPUB/MOBI para o Amazon Kindle.

ISBN: 978-85-8461-208-6

Editora: Editora Évora

Também disponível em audiobook

Resumo

Marketing de dados: o que é?

Fique tranquilo, não tem nada de novo. O marketing de dados é uma estratégia que ajuda na assertividade das ações, conforme o objetivo proposto. O termo foi usado pela primeira vez em 2015, numa postagem de Facebook de uma empresa do autor.

O marketing de dados tem tecnologia, analytics e business em marketing como pilares. Juntos, eles transformam e impactam o setor da mesma forma que as mudanças digitais das últimas décadas. 

E o que são dados?

Na definição da Wikipedia, dados são um conjunto de valores ou ocorrências em um estado bruto, com o qual são obtidas informações para obter benefícios.

Até os anos 90, era mais difícil ter acesso a dados. Mas desde o boom da internet, não existe mais escassez de informações. Isso é ótimo para quem trabalha com tecnologia, desde que saiba como trabalhar de maneira equilibrada e responsável. 

Afinal, há todo um mercado ao redor desse mundo de informações compartilhadas.

Economia de dados

O comportamento humano é constantemente transformado em números, que podem ser mensurados e analisados, além de reutilizados para empoderar pessoas e empresas. 

Dados derrubam o achismo. Empresas gigantes como o Facebook, Google, Apple e Amazon têm como maior ativo os dados que geram e armazenam. Assim, podem direcionar com maior eficácia a publicidade e o marketing. 

E se antes tudo isso parecia um grande segredo, hoje é cada vez mais fácil entender essa nova economia.

Big data: o que é?

Você certamente já ouviu o termo big data, mesmo que não saiba o real significado. Big data é a definição do grande volume de dados, estruturados ou não estruturados, gerados a cada segundo na internet.

Dados estruturados e dados não estruturados

Toda vez que você preenche um formulário, tudo fica salvo em uma base de dados semelhante a uma planilha cheia de informações. Os dados estruturados seguem um padrão fácil de identificar, com informações consistentes e verificáveis, como nome e data de nascimento, por exemplo. 

Já os dados não estruturados precisam ser organizados melhor para serem compreendidos, porque não ficam salvos em uma base de dados fixa. Redes sociais, celulares, tablets, websites e conversas são exemplos de dados não estruturados. 

Profissionais híbridos

E só falamos em análise de dados no marketing porque a tecnologia digital de hoje é fantástica. Mas lembre-se que o mais importante é saber o que se faz com esses tantos recursos. A tecnologia é uma grande propulsora do marketing de dados, mas apenas entendendo como isso funciona podemos ter nela uma verdadeira aliada. 

É por isso que os profissionais híbridos são os mais valorizados. Eles são especialistas em conhecimentos diversos, não apenas relacionados à área de formação. Um profissional híbrido é mais competitivo do que outro que se atém apenas a um setor. Ele tem o mindset voltado para a tecnologia e é capaz de olhar para o futuro de forma analítica. 

Automações de marketing

Na metade desse livro, voltamos ao passado. Lá por volta de 2010, a automação começou a ganhar mais importância no trabalho de marketing, quando empresas passaram a adquirir contatos umas das outras. As bases de dados cresceram, a tecnologia se acumulou e as ações de marketing em toda a rede precisaram de mecanismos de organização, automação, centralização e minimização de erros. 

A automação de marketing é o uso das tecnologias que deixam automáticas certas ações de rotina, como, por exemplo, enviar e-mails ou postar em redes sociais. Com isso, o trabalho e o tempo dos profissionais da área são otimizados. Cada ação fica mais eficiente. Com softwares e tecnologias, cada estratégia é mais certeira que as utilizadas antes da automação. 

E isso exige uma nova cultura profissional.

Cultura de dados

Ter uma cultura de dados é fundamental para que pessoas e empresas utilizem esse ativo de um jeito positivo. Pensamentos como “eu acho” ou “preciso estar naquela rede social porque meu concorrente também está”, baseados no chutômetro, ficam pra trás. 

É preciso uma mudança de mindset para impactar a cultura da empresa, para lidar com informações adquiridas por dados concretos. Com essa nova cultura, cada passo dado é bem fundamentado, sem subjetividade. 

Os três pilares para se trabalhar com dados 

São três os pilares que permitem um trabalho bem-sucedido no trabalho com dados: tecnologia; business com visão e expertise de negócio; e analytics. Se a tecnologia proporciona agilidade, business dá inteligência e analytics traz exatidão. 

Eles podem ser resumidos em um método simples, com uma sigla inesquecível para os profissionais do marketing de dados.

O método API

O método API foi criado para que profissionais e empresas entendam mais detalhadamente como se dá a aplicação e implementação do marketing de dados. 

Você já ouviu a sigla API como sinônimo de Application Programming Interface, um tipo de permissão ao acesso de recursos menos evidentes a um software. Mas não é disso que se trata. 

O método API é uma referência à agilidade, à precisão e à inteligência. Esses três pilares precisam ser focados em todas as ações que trabalham com dados na busca por excelência no marketing. 

Análise de dados

A análise parece um mistério não desvendado. Alguns profissionais enxergam nela uma tarefa para poucos. Essa crença precisa ser quebrada. 

Qualquer pessoa com real interesse pode realizar análises relevantes e encontrar oportunidades que pareciam ocultas. Isso requer prática e experiência. Errar e acertar, vivenciar um dia a dia de análises e verificar dificuldades são tarefas de rotina. 

Entenda que a análise detalhada mostra que o comportamento das pessoas acaba se mostrando previsível em quase todas as situações. A análise de dados não é um bicho de sete cabeças. 

Não se esqueça das pessoas

Com tantas análises, o comportamento previsível é transformado em dados. No marketing, você terá contato com inúmeras formas de analisar, mensurar, entender e traçar padrões. 

Mas lembre-se que não existem dados sem pessoas. Não existe marketing sem pessoas. Não falamos apenas dos consumidores em sites, empresas ou lojas físicas. Por trás de todo profissional de marketing analisando dados há uma série de pessoas trabalhando em equipe. 

As pessoas fazem os mercados em todas as áreas. Trate cada uma delas bem e os resultados serão melhores em todas as áreas da sua vida. 

Notas finais 

Quando dizem que nossas informações estão por aí, na internet, tem quem sinta medo. Mas os bons profissionais do marketing enxergam nisso uma oportunidade sem precedentes para entender melhor o público consumidor, traçar estratégias eficazes e atingir melhores resultados. Rodrigo Nascimento provou que o marketing de dados não é uma tendência para o futuro. É do presente, do agora. Quem não pensa nisso, já está atrasado. 

Dica do 12’

Deu pra notar que o mundo do marketing tem cada vez menos espaço para o achismo, né? Complemente o aprendizado ouvindo o microbook Personalização: quem fala com todos não fala com ninguém. Personalize seu marketing digital! Nele, Felipe Spina aprofunda a necessidade de trabalhar com o tipo de cliente específico que você deseja captar.

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Quem escreveu o livro?

Rodrigo Nascimento, é especializado em SEO, paid media, e-commerce, e-mail marketing e mídias sociais. Além disso, é cocriador d... (Leia mais)