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Faça do coaching um hábito

Faça do coaching um hábito Resumo
Autoajuda & Motivação

Este microbook é uma resenha crítica da obra: The coaching habit: say less, ask more & change the way you lead forever

Disponível para: Leitura online, leitura nos nossos aplicativos móveis para iPhone/Android e envio em PDF/EPUB/MOBI para o Amazon Kindle.

ISBN: 

Também disponível em audiobook

Resumo

Você precisa fazer do coaching um hábito

Muito se fala sobre como os líderes devem orientar grupos. Você já viu um montão de coaches dando dicas, né? É porque a técnica de liderança baseada no coaching tem o maior impacto positivo nos resultados da equipe. 

Ainda assim, esse é o estilo de liderança menos usado, especialmente porque a desculpa da falta de tempo nunca sai de moda e poucos se interessam em aprender. Coaching não é mágica, é hábito. Não sabe como colocar em prática? Não se preocupe, a gente explica. 

Como criar um hábito

Para aplicar o coaching como método de liderança, você precisa fazer mais perguntas à equipe e dizer menos o que deve ser feito. É simples, mas não é fácil se não houver esforço da sua parte. 

Tenha em mente que todo novo hábito requer bastante força de vontade. Se você já decidiu parar de beber, ler mais ou praticar atividades físicas, sabe bem que a disciplina é fundamental para não desistir na mudança de costumes. 

A prática do coaching é semelhante. Repita, treine, exercite. Só isso leva ao hábito sem que você precise lembrar-se o tempo todo de como deve agir. 

Masterclass de perguntas 

São sete as perguntas essenciais para mudar a forma de liderança. Você precisa ficar atento e aplicá-las de maneira natural com seus liderados. Vamos a elas? 

A pergunta de arrancada

“Vamos falar sobre?”

Se você gosta de ler bons livros, sabe que um bom começo faz toda a diferença. É ali que o leitor é fisgado de vez ou se afasta para nunca mais tocar naquelas páginas. E muita gente não se aventura na liderança no estilo coaching por não saber como começar.

Para envolver alguém, a tão conhecida conversa fiada tem seu valor. Chamar a pessoa ou o grupo para conhecer uma nova forma de liderança é simples. A pergunta da arrancada é uma boa forma de começar o processo de mudança.

Sem ela, você não consegue puxar a equipe para o seu lado, nem tocar em assuntos espinhosos, mesmo que fique cada vez mais difícil de fugir deles. 

A pergunta OQM

“O que mais?”

Parece uma sigla sem utilidade, mas leva longe. Com pouco esforço, cria amplas possibilidades. Por vezes, as pessoas se sentem desmotivadas ou com vergonha de prosseguir num assunto, num caminho, numa tomada de decisão. 

Essa pergunta  leva às melhores escolhas e ajuda a manter o controle. Além disso, também ajuda a ganhar tempo para a resolução de problemas. 

A pergunta do foco

“Qual é o desafio da vez?”

As inúmeras descobertas científicas partem de uma pergunta, de um questionamento. Um objetivo a ser superado. Se você não sabe nem o que vai enfrentar, jamais terá sucesso. Sem saber a causa de um problema, é impossível encontrar solução.

Só depois de descobrir o desafio da vez você poderá buscar as soluções possíveis. Você pode enumerar tarefas até chegar ao resultado almejado, seja por listas, organogramas detalhados ou post-its. Mas sem ter noção do desafio da vez, todo trabalho será em vão. 

A pergunta de base 

“O que você quer?”

Chegamos à metade das perguntas com a questão que te leva a se responsabilizar pela própria liberdade. Não é um processo fácil, mas fundamental para um relacionamento sadio entre adultos, tanto no campo pessoal quanto no mundo corporativo. 

Muitas vezes, não sabemos, de fato, o que queremos. A equipe não sabe para onde ir e o gestor enfrenta dificuldades para sua condução quando não sabe onde precisa chegar. 

A pergunta preguiçosa

“Como posso ajudar?”

Essa é uma pergunta preguiçosa porque leva as pessoas a dizerem, de forma clara e direta, o que estão buscando. Sem que você tenha que ir atrás de entender qual é a necessidade ali existente. E, ainda assim, você passa a imagem de ser prestativo. Quem se oferece para ajudar é uma boa pessoa, dessas que faz o máximo para que a equipe se desenvolva. 

A pergunta estratégica

“Ao dizer SIM a isto, a que você estará dizendo NÃO?”

Cada escolha implica numa renúncia. E por mais que algumas escolhas pareçam óbvias e fáceis, nem sempre refletimos sobre o que estamos abrindo mão quando dizemos sim. Tudo que você escolhe seguir tem algum significado importante. Enquanto não paramos para refletir em cada NÃO, cada SIM vai nos levar aonde querem, não até aonde queremos.  

A pergunta do aprendizado

“O que foi mais útil para você?”

Um bom líder espera que as pessoas façam mais do que o próprio trabalho. Ele deseja ver funcionários aprendendo com competência, autossuficiência e de maneira bem-sucedida. Em cada tarefa ou processo realizado, essa pergunta precisa provocar a reflexão nos grupos. Demonstrando preocupação com o aprendizado de cada um, você não perde o controle do grupo. 

Ao fim das sete perguntas, aplicadas sempre que houver uma nova tarefa a se realizar, o estilo de liderança coaching se impõe e os resultados vão surgindo naturalmente. 

Notas finais 

Depois dessas dicas de perguntas simples, nada como colocar em prática o método coaching de liderança. Com essas sete questões a cada tarefa, seu grupo de trabalho certamente ficará mais motivado por melhores resultados. E o melhor de tudo é saber que não existe fórmula mágica, apenas um novo hábito, uma maneira comprovada de ser o melhor gerente com quem sua equipe já trabalhou. 

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Quem escreveu o livro?

O autor ganhou reconhecimento como o Melhor Coach do Ano no Canadá depois de estudar em Oxford. Também f... (Leia mais)