A Dieta da Mente

David Perlmutter Também disponível em audiobook: Baixe nosso app para ouvir gratuitamente.

Em “A Dieta da Mente”, o nosso autor David Perlmutter, médico de grande notoriedade, sobretudo nos Estados Unidos, apresenta descobertas que vêm sendo sistematicamente ocultadas pela tradicional literatura médica.

Perlmutter sustenta, por exemplo, que os carboidratos são capazes de destruir nossos cérebros, inclusive, aqueles que são considerados “benéficos” ou “saudáveis” (como os integrais).

De modo oportuno, e por meio de uma linguagem inovadora, o autor associa o consumo de grãos ao surgimento de males como a redução da libido, depressão, enxaqueca, ansiedade, epilepsia, déficit de atenção, demência etc.

E aí, se interessou? Então, venha conosco descobrir, em apenas 12 minutos, por que o destino da sua mente não reside na genética, mas no que você come diariamente. Boa leitura!

Os elementos determinantes

Há 3 elementos capazes de determinar o seu sucesso na vida, independentemente de outros fatores. Eles são:

  1. o que você come;
  2. o que você pensa;
  3. como você se comporta.

Todos esses itens estão intrinsecamente ligados: se você come coisas ruins também pensará em coisas ruins e, consequentemente, se comportará de forma ruim. Como em um efeito-dominó, os elementos colidem uns nos outros, pois tudo está conectado.

Neste microbook, nos concentramos especificamente no que você faz e no tipo de impacto que isso pode ter na maneira como você pensa. E, mais detidamente, em como o seu cérebro é consequentemente afetado.

Ao longo desta obra, que é densamente apoiada por diversas pesquisas científicas sobre a conexão entre neurociência e nutrição, nosso autor se concentra em um tema simples: como as dietas que incluem grãos, trigo e carboidratos estão destruindo o seu cérebro – e o que você pode fazer para evitar fadiga crônica, dores de cabeça constantes, obesidade, depressão e transtornos de ansiedade.

A verdade sobre os grãos

A evolução humana tem ocorrido por um período que abrange alguns milhões de anos. Em qual ponto, ao longo dessa extensa jornada, introduzimos os grãos como parte regular de nossa alimentação? Há, apenas, cerca de 10 mil anos.

Faça as contas. Dez mil anos quase não afeta os cerca de 3 milhões de anos que precederam a introdução dos grãos que hoje consideramos comuns.

Para Perlmutter, isso significa que ainda não evoluímos o suficiente para absorver as enormes quantidades de grãos que a esmagadora maioria da humanidade incorpora às suas refeições diárias.

Na prática, não há muitos organismos em nosso planeta que sejam capazes de fazer a transição de pequenas para imensas quantidades de consumo sem, para tanto, sofrer graves problemas e/ou sérios efeitos colaterais.

Esse cenário se agrava quando consideramos que nós passamos de pequenas porções de grãos “selvagens”, isto é, tal como encontrados na natureza, para cargas massivas de grãos geneticamente modificados!

Portanto, é altamente recomendável eliminar (ou, pelo menos, reduzir consideravelmente). o consumo de grãos, principalmente, o trigo. Afinal, o trigo que comemos hoje em dia não é nada parecido com o trigo consumido há meros 60 anos.

Tenha em mente que o trigo foi hibridizado e convertido em algo tão diferentes do que costumava ser que alguns cientistas argumentam que ele sequer deveria ser chamado pelo mesmo nome.

Você deve começar a refletir melhor a respeito dos alimentos que você escolhe para comer em uma base regular.

Eles são produzidos a partir de grãos? Tenha essa resposta na ponta da língua enquanto avançamos para os próximos pontos abordado pelo autor, pois suas implicações negativas para a saúde se tornarão cada vez mais evidentes.

O que você não sabe sobre as inflamações

As inflamações são causadas por dois fatores básicos: o consumo de glúten e uma dieta rica em carboidratos. Você já se perguntou de onde vem aquele cansaço e indisposição extrema que se segue após as refeições?

Pense na última vez que você fez uma refeição que o deixou supercansado. Certamente, era uma rica em carboidratos. Ao incluir alimentos indutores de inflamações em nossas dietas, ficamos mais suscetíveis a problemas de saúde que podem ser tão danosos quanto a depressão e a doença de Alzheimer.

O cérebro viciado em açúcar

Os picos nos níveis de açúcar presente no sangue são prejudiciais ao corpo. Portanto, é muito importante comer alimentos com baixo índice glicêmico para evitar esses picos. Alimentos como batata, pão e massas possuem uma elevada escala de índice glicêmico e devem ser evitados.

Uma das informações mais chocantes trazidas pelo autor, porém, refere-se ao fato de que o pão de trigo é pior do que o pão branco comum. Embora, segundo Perlmutter, ambos sejam ruins e devam ser consumidos na menor quantidade e frequência possível.

Com efeito, muitos alimentos ricos em carboidratos apresentam altos índices glicêmicos: ao se transformarem em açúcar após o consumo, os carboidratos contribuem para a concentração excessiva de gordura corporal (além de outros efeitos negativos.

A eliminação do glúten

A sensibilidade ao glúten (quer os indivíduos tenham ou não a doença celíaca) eleva a produção de citocinas inflamatórias que, por sua vez, são elementos centrais no desencadeamento de condições degenerativas.

A esta altura você pode estar se perguntando: “então, eu devo desistir daqueles maravilhosos jantares e deliciosas guloseimas que sempre comi? Como algo assim poderia me causar depressão se me deixa tão feliz?”

Segundo Perlmutter, a resposta é um retumbante “SIM”, e os estudos científicos para respaldar a eficácia dessa afirmação são simplesmente avassaladores. Logo, o mais indicado é eliminar totalmente o consumo de glúten para obter uma chance de se livrar ou, pelo menos, aliviar as doenças anteriormente mencionadas.

Cuidado, gordurofóbicos!

Curiosamente, a necessidade humana de carboidratos é virtualmente zero, uma vez que podemos sobreviver consumindo quantidades mínimas que podem ser fornecidas pelo fígado conforme necessário.

Todavia, não podemos ficar muito tempo sem gordura. Infelizmente, muitos pensam que ingerir gordura significa ser gordo. Na realidade, porém, a obesidade (e as condições metabólicas que dela decorrem) está muito mais relacionada ao consumo excessivo de carboidratos.

O mesmo vale para o colesterol. Comer alimentos ricos em colesterol não impactam nossos níveis reais de colesterol, ao passo que a alegada correlação entre o risco cardíaco e colesterol alto é uma falácia.

Ingerir gordura não faz você engordar. De fato, a gordura – e não o carboidrato – é a fonte energética preferida pelo organismo humano. Mas, nem todas as gorduras são criadas iguais, logo, concentre-se em utilizar as fontes de gorduras presentes no óleo de coco, no abacate e nas azeitonas.

Notas finais

Cumpre ressaltar, por fim, que para o nosso autor, há 3 aspectos que, devido à sua importância para o bem-estar e a saúde geral, não devem, de forma alguma, ser negligenciados: a nutrição, os exercícios e o sono.

Todos também estão conectados aos elementos que citamos no início deste microbook. Se você conectar adequadamente cada uma dessas áreas, estará no caminho certo para ter um estilo de vida mais completo, tanto pessoal quanto profissionalmente.

Dica do 12min

Gostou do nosso microbook? Então, leia também “O Segredo para Vencer o Medo” e saiba o que fazer para voar de avião, frequentar lugares públicos, enfrentar multidões e falar em público com tranquilidade e segurança.

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