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40 hábitos financeiros para uma vida melhor - resenha crítica

40 hábitos financeiros para uma vida melhor Resenha crítica
Investimentos & Finanças

Este microbook é uma resenha crítica da obra: 

Disponível para: Leitura online, leitura nos nossos aplicativos móveis para iPhone/Android e envio em PDF/EPUB/MOBI para o Amazon Kindle.

ISBN: 

Editora: Independente/Não encontrada

Também disponível em audiobook, baixe agora:


Resenha crítica

Calcule o valor preciso da sua dívida

Fazer esse cálculo é de suma importância, de modo que o autor recomenda efetuá-lo assim que puder. Nesse sentido, você deve “passar um pente fino” no saldo total de suas dívidas, transpondo as informações para o papel.

Pode ser que você nunca tenha feito isso antes por ter receio de descobrir a sua real situação, porém, lembre-se do famoso ditado popular: “antes tarde do nunca”. Portanto, não se engane, é necessário ter plena consciência do valor exato de sua dívida.

Caso contrário, não será possível elaborar um método para superá-la. Dito de outra forma, é importante que você sinta o peso dessa “mochila de dívidas” em suas costas, de modo a saber o quanto terá que esvaziá-la.

Diferencie dívida boa da ruim

Inicialmente, o autor destaca a existência de apenas duas categorias de dívidas boas: aquelas que nunca faremos e aquelas que já foram pagas. Para exemplificar, Imperial conta a história de João, um rapaz que decidiu começar um negócio de transportes de pequenas cargas.

O seguinte problema surgiu na trajetória do empreendedor, qual seja, a necessidade de trocar o seu veículo de passeio por um automóvel mais caro, porém, apropriado para o trabalho.

Todavia, João não tem recursos suficientes para arcar com a diferença. Para solucionar o desafio, ele decidiu recorrer a um financiamento. Desse modo, fez uma dívida considerada sustentável, pois estes recursos financeiros poderiam ser pagos com um montante retirado dos lucros.

Na realidade, esse é um caso típico do que Imperial classifica como “boa dívida”. Sob a mesma perspectiva financeira, quando você negocia um automóvel de passeio, abre uma sangria em seu orçamento: esta, por sua vez, seria uma “dívida ruim”.

Em resumo, a dívida boa é capaz de incrementar, de modo sustentável, o seu patrimônio. E a ruim é aquela que provoca sua diminuição, podendo ser subdivida em três grupos:

Dívidas a reduzir. Há compromissos que são inevitáveis, reincidindo todos os meses. Entretanto, é possível efetuar um esforço consciente para atenuar o seu peso, como os gastos com academia, supermercado, táxi, estacionamento, despesas bancárias, telefone, luz, água, dentre outros;

Dívidas a eliminar: as chamadas vilãs do orçamento são as que incorrem em juros altos, tais como os financiamentos, cartão de crédito, cheque especial e juros altos;

Dívidas que você paga sem preocupação. Esse tipo de dívida engloba os pagamentos para custear os estudos, uma viagem planejada, os investimentos que fazem o seu patrimônio crescer, os presentes aos entes queridos. De modo geral, são os gastos que transcendem o valor do dinheiro.

Concentre as suas energias em pagar as dívidas

Inicialmente, você deve compreender o funcionamento das taxas de juros. É natural que relacionemos, quase que automaticamente, os valores adicionais que são cobrados devido ao atraso. Nesse sentido, a ideia de “juros” é interpretada como uma espécie de punição ou castigo.

Imperial enfatiza que, em relação aos juros, as pessoas podem ser divididas em 2 grupos: os recebedores e os pagadores. Para finalidades práticas, todos os juros podem ser qualificados como “compostos”.

Para o autor, as instituições financeiras adotam essa modalidade por ser mais lucrativa. Isto é, os juros “simples” são ensinados, apenas, nas aulas de economia, não sendo aplicáveis no cotidiano das pessoas. Se deseja reduzir os juros que você paga, fique atento às seguintes orientações de Imperial:

  • Pechinche taxas menores, negociando diretamente com o gerente ou responsável no banco;
  • Solicite a portabilidade do empréstimo, levando-o para uma instituição que cobre juros menores. No final do procedimento, você terá contratado um novo empréstimo, porém, a taxas bem mais baratas;
  • Pague sua dívida com esse novo empréstimo apenas se as novas taxas forem, de fato, menores.

Elimine o excesso

Habitualmente, todos temos um certo amontoado de itens esquecidos em nossas casas. Trata-se, em suma, de um acervo pessoal de “cacarecos” e “trecos” que acumulam poeira, enquanto nunca chega o momento para serem utilizados.

Dentre esses objetos, o autor destaca ferramentas velhas, bolsas, malas, relógios, bijuterias, brinquedos, livros, roupas, revistas e videogames, por se tratar das coisas mais comuns. Entretanto, Imperial propõe a seguinte tarefa:

  1. Faça uma lista com tudo o que você tem em casa;
  2. Venda a metade dos itens. Assim, além de liberar um espaço útil em sua sala ou guarda-roupa, poderá obter um dinheiro extra, visando quitar suas dívidas.

A dica é tirar boas fotos de seus pertences e, na sequência, enviar as imagens para os seus amigos pelas redes sociais, como Instagram e Facebook. Outra boa alternativa pode ser encontrada em sites do tipo OLX. O mais importante, porém, é que você saia da inércia.

Agora que chegamos na metade da leitura, vamos nos concentrar em alguns dos conceitos mais relevantes para desenvolver hábitos financeiros capazes de trazer qualidade à sua vida.

Tenha 10 ideias por dia

Para começar, você deve se comprometer com a elaboração de dez ideias diariamente. Se elas serão idiotas ou excelentes, ninguém saberá. No entanto, essa iniciativa colocará a sua mente em funcionamento.

O autor defende a incorporação desse hábito por meio de uma analogia com o trabalho muscular desenvolvido em uma academia. Similarmente, no princípio, você mal conseguirá fazer 1 exercício com 10 kg.

Porém, após alguns treinamentos, os mesmos 10 kg não farão mais diferença, uma vez que os músculos já estarão treinados. A princípio, criar dez ideias pode ser desafiador, mas, com o passar do tempo, a coisa flui.

Isto é, você perceberá que será cada vez mais fácil ter cinco boas ideias. Contudo, a partir desse ponto, o processo ficará mais complexo. Então, o que deve ser feito? A partir da sexta, crie o que considerar como más ideias, por mais que as julgue fora da realidade ou ridículas, tais como “falar chinês em dez dias”, “inventar a máquina do tempo” ou “ser um astronauta”. Essas ideias ajudam a treinar o seu cérebro. 

Após transcorrido um certo tempo, você terá uma lista significativa de ideias e, quando a situação apertar, recorra a elas e coloque em prática aquela que for mais pertinente ao momento.

Seja um madrugador

Apesar de quase todas as pessoas aceitarem o fato de que acordar mais cedo tem os seus benefícios, o maior problema reside, justamente, na prática. Talvez isso não ocorra com você, porém, muitos fazem planos para se levantarem às 6 horas da manhã e, assim, terem mais tempo disponível ao longo do dia.

No entanto, quando chega a manhã, fica difícil convencer seu corpo a cooperar. Caso você ache difícil se tornar um “madrugador”, lembre-se de que sempre vale a pena tentar. Dentre as vantagens, destacam-se:

  • Melhorar a saúde;
  • Aproveitar mais o dia;
  • Ter mais tempo para praticar exercícios e cuidar da saúde;
  • Completar tarefas em menos tempo;
  • Trabalhar sem interrupções.

Expor esses benefícios estimula os leitores a cumprirem suas metas. Se gostou dessa ideia e decidiu acordar mais cedo, o nosso autor sugere um programa de seis etapas para você implementar em sua rotina:

  1. Durma cedo;
  2. Reserve o seu quarto, deixando-o exclusivo para o sono;
  3. Durma no escuro;
  4. Ao programar o seu despertador, nunca utilize a função “soneca”;
  5. Alongue-se após acordar;
  6. Comprometa-se a acordar 1 minuto mais cedo a cada dia.

Pense na aposentadoria agora

Segundo informações oficiais do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), citadas pelo autor, 1 a cada 100 aposentados pode ser considerado independente financeiramente.

De acordo com dados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), 25% dos trabalhadores aposentados ainda trabalham para sobreviver. Somente 1% deles é financeiramente independente, ao passo que 46% necessitam do auxílio econômico de parentes.

Para agravar o cenário, todos sabemos que essa fase da vida não deveria ser de estresse financeiro, não é mesmo? Porém, quem chega até lá com pouco dinheiro passa, exatamente, por essa situação.

Depender de recursos do governo também não é uma boa ideia, pois, nas palavras de Imperial, “somente os loucos, com a cega sorte que os protege, esperam obter do Estado uma vida digna”.

Tenha em mente que o nosso autor não se refere, aqui, aos luxos, mas, somente aos itens básicos como lazer, plano de saúde, vestuário e alimentação. Para que você tenha essas condições asseguradas, deve começar a planejar a sua aposentadoria desde já.

Verifique seus investimentos regularmente

Monitorar a evolução das suas finanças por meio de planilhas financeiras consiste em uma tarefa crucial para gerenciar corretamente a sua renda e, também, os seus investimentos. Entretanto, o autor recomenda não se limitar a isso.

Nesse sentido, sugere o acompanhamento do mercado financeiro, das informações mais confiáveis acerca do seu segmento de atuação, dos dados sobre a economia, a indústria, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), guerras, barreiras econômicas entre nações, dólar, taxas de juro e tudo o mais que lhe parecer adequado.

Afinal, todos esses indicadores influenciam diretamente na sua vida financeira. Ademais, existe um ponto que, infelizmente, é pouco abordado pelos autores e pela mídia em geral: o alinhamento dos projetos pessoais com os investimentos realizados.

Evidentemente, podem ocorrer transições repentinas no cotidiano que afetam as suas metas. Em outras palavras, você não é o mesmo indivíduo de dois anos atrás. Talvez, o antigo sonho de adquirir um carro novo tenha se convertido em uma viagem internacional ou a chegada de um bebê tenha feito você repensar os seus projetos.

Seja como for, o mais importante é avaliar, constantemente, os seus investimentos, com o intuito de identificar se eles ainda estão em consonância com os seus objetivos. Igualmente, não é recomendável depender, exclusivamente, do dinheiro proveniente do governo.

Notas finais

Sem um orçamento doméstico equilibrado não há perspectiva de sucesso. Afinal, é desanimador, para dizer o mínimo, desejar realizar algo e não ter dinheiro o suficiente.

Contar, todos os meses, com um salário descontrolado e, para piorar, comprometido com grandes dívidas, faz com que a sua própria vida fique desgovernada. Por isso, é indispensável reduzir a distância entre o que deve ser feito com seus recursos e o que você efetivamente realiza.

Dica do 12min

Gostou do microbook? Então, leia também Eu vou te ensinar a ser rico e descubra como é possível sair das dívidas, por maiores que elas sejam, em apenas 12 meses.

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Quem escreveu o livro?

Billy Imperial é um autor nascido em Cachoeiro do Itapemirim - Espírito Santo. Investidor e extremamente habilidoso com o manejo de suas finanças, Billy passou a auxiliar diversos profissionais, p... (Leia mais)